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Assistente ou operador? Claude começa a agir por você #669
➜ EDIÇÃO 669



Três anúncios em 15 minutos? TikTok diz que é “experiência”
😡 Se você já achava que os anúncios do TikTok apareciam rápido demais… pode se preparar: eles estão prestes a ficar ainda mais presentes (pra não dizer invasivos 😅).
A plataforma anunciou novos formatos de publicidade que prometem colocar as marcas literalmente na sua cara — desde o momento em que você abre o app até enquanto você tá rolando o feed.
Anúncio logo na abertura? Temos
📱 Um dos formatos novos se chama Logo Takeover. Funciona assim: você abre o TikTok e, antes de qualquer vídeo, já dá de cara com o logo de uma marca colado no próprio logo do app. A ideia é criar uma sensação de “parceria” e já capturar sua atenção no primeiro segundo.
Três anúncios seguidos? Também
Outro formato, chamado Prime Time, aposta na repetição: o mesmo anunciante pode aparecer até três vezes pra você em um intervalo de 15 minutos. Segundo o TikTok, isso ajuda a contar uma “história” — mas, na prática, pode soar como aquele anúncio insistente que não te larga.
Alcance máximo (e paciência mínima)
🚀 Tem ainda o Top Reach, que mistura dois espaços super visíveis do app: o primeiro anúncio ao abrir o TikTok e o primeiro anúncio no feed “Para Você”. Resultado? Alcance máximo… e zero chance de você não ver.
Intrusivo ou “natural”?
Pra plataforma, nada disso é problema. A executiva Khartoon Weiss defende que os anúncios não interrompem, eles “participam da conversa”. A ideia é que tudo pareça integrado ao conteúdo que você já consome.
🤔 Além disso, o TikTok também está reforçando ferramentas como o Pulse, com novidades que colocam marcas ao lado de conteúdos em alta ou criadores populares — surfando direto no hype.
No fim das contas, o movimento é claro: mais visibilidade pras marcas, mesmo que isso signifique testar a paciência de quem só queria ver vídeos em paz.⚡


IA que trabalha por você? Claude está chegando lá
🤯 O Anthropic resolveu dar um passo além na automação, agora o Claude pode literalmente usar o seu computador por você e até à distância.
A novidade permite enviar comandos pelo celular ou navegador, enquanto o Claude assume o controle do seu PC pra executar tarefas como se fosse você: abrindo programas, clicando, digitando e resolvendo tudo sozinho.
Seu PC no “piloto automático”
🖥️ Antes, ferramentas como o Claude Code e o Claude Cowork só funcionavam localmente. Agora, dá pra mandar instruções remotamente — tipo pedir algo no celular e deixar o computador resolver.
Na prática, funciona assim: você dá o comando e o Claude escolhe o melhor caminho. Se existir uma integração direta, ele usa. Se não, pede permissão pra fazer tudo “na mão”: mexer no mouse, teclado e até ler o que está na tela.
😲 Um exemplo divulgado pela empresa mostra bem o nível da coisa: o usuário diz que está atrasado pra uma reunião e precisa anexar um PDF. O Claude vai lá, exporta o arquivo, encontra o evento e anexa tudo sozinho. Zero esforço.
Calma que não é bagunça total
Claro que dar esse nível de controle pra uma IA levanta várias bandeiras e a Anthropic sabe disso.
O sistema tem algumas proteções:
Escaneia possíveis comandos maliciosos (tipo prompt injection)
Permite interromper tudo a qualquer momento
Exibe alertas sobre ações irreversíveis
Recomenda fechar conteúdos sensíveis (já que a IA pode ver sua tela)
⚠️ Ou seja: poderoso, mas exige atenção.
Ainda em fase de testes
Por enquanto, a função ainda está em desenvolvimento. Algumas tarefas mais complexas podem falhar ou demorar mais, especialmente quando dependem de interação direta com interfaces.
💸 Além disso, nem todo mundo pode usar: o recurso está disponível só para assinantes pagos e, por enquanto, apenas no macOS.
No fim das contas, a ideia é clara: transformar o assistente em alguém que não só responde… mas faz. E isso muda bastante o jogo.⚡


Quer envelhecer bem? Comece se mexendo
🧬 Se existe um “segredo” pra envelhecer melhor, ele pode estar em algo bem pequeno — tipo microscópico mesmo. As mitocôndrias, aquelas estruturas dentro das células conhecidas como “usinas de energia”, estão cada vez mais no centro das discussões sobre envelhecimento.
E a boa notícia? Dá pra cuidar delas com hábitos bem simples do dia a dia.
O que suas células têm a ver com envelhecer?
⚡As mitocôndrias não servem só pra gerar energia. Elas também ajudam no sistema imunológico, na comunicação entre órgãos e na manutenção geral das células.
O problema é que, com o tempo, elas vão perdendo eficiência. Produzem menos energia e mais resíduos tóxicos — o que pode estar ligado a doenças como Alzheimer e até câncer.
🧑🔬 Alguns cientistas acreditam que essa “queda de desempenho” acelera o envelhecimento. Outros defendem o contrário: que o envelhecimento é que prejudica as mitocôndrias. A resposta definitiva ainda está em debate, mas uma coisa é consenso: cuidar delas faz diferença.
Exercício: o “reset” das mitocôndrias
Aqui vem o ponto mais interessante: fazer exercício físico dá um tipo de “estresse do bem” nas mitocôndrias.
🏃 Pode parecer estranho, mas esse desgaste leve faz o corpo reagir criando versões novas e mais eficientes dessas estruturas. É como se o organismo dissesse: “opa, precisamos melhorar isso aqui”.
Resultado? Células mais saudáveis e um impacto positivo no envelhecimento.
Dormir bem também entra na conta
😴 O sono é outro aliado poderoso. Durante a noite, o corpo aproveita pra “limpar” as mitocôndrias, eliminando partes danificadas e ajudando na renovação celular.
Ou seja: dormir mal não afeta só seu humor — pode afetar seu envelhecimento também.
Pequenos hábitos, grande impacto
Além de exercício e sono, outros fatores ajudam a manter tudo funcionando melhor:
Reduzir o estresse
Ter uma alimentação rica em nutrientes
Consumir antioxidantes e compostos vegetais (como polifenóis)
Garantir boas doses de vitaminas e minerais
🙂 No fim, não tem fórmula mágica. Mas cuidar do corpo como um todo acaba sendo, indiretamente, uma forma de cuidar das suas células e isso pode fazer mais diferença do que parece lá na frente.⚡


Uma história real sobre talento, persistência e reconhecimento

HBO / Reprodução
🎞️ O filme Quase Deuses é daqueles que começam discretos e, quando você percebe, já te pegaram de jeito. Baseado em uma história real, o longa mergulha na trajetória de dois homens que mudaram a medicina, mas nem de longe tiveram o mesmo reconhecimento.
De um lado, temos o brilhante cirurgião Alfred Blalock (interpretado por Alan Rickman). Do outro, o igualmente genial — e injustamente ignorado — técnico de laboratório Vivien Thomas (vivido por Mos Def).
Gênio sem diploma, mas com visão
🧠 Vivien Thomas não tinha formação médica formal, mas isso nunca foi um obstáculo para sua inteligência. Ele dominava procedimentos complexos, criava soluções inovadoras e, na prática, era essencial para o sucesso das cirurgias experimentais.
O problema? Estamos falando de uma época marcada pelo racismo estrutural nos Estados Unidos. Mesmo sendo peça-chave em descobertas revolucionárias, Thomas era tratado como assistente e muitas vezes nem isso.
Uma revolução na medicina
❤️ A grande virada do filme gira em torno do desenvolvimento de uma técnica cirúrgica para tratar bebês com uma condição cardíaca grave conhecida como “síndrome do bebê azul”.
O procedimento, que ficou conhecido como derivação de Blalock-Taussig, foi um marco histórico. Salvou inúmeras vidas e abriu caminho para avanços gigantes na cirurgia cardíaca.
Mas enquanto o mundo aplaudia Blalock, o nome de Thomas ficava nos bastidores.
Reconhecimento tardio, impacto eterno
🥹 O filme não é só sobre medicina — é sobre justiça, ego, desigualdade e reconhecimento. Ele mostra como talento e dedicação nem sempre são suficientes quando o sistema não joga a seu favor.
Ao mesmo tempo, também revela a evolução dessa relação: de hierarquia rígida para um respeito construído ao longo do tempo, ainda que tardio.
Atuações que elevam tudo
🎭 O destaque vai para a química entre Alan Rickman e Mos Def. Rickman traz aquela autoridade fria, enquanto Mos Def entrega uma atuação cheia de sensibilidade e força silenciosa.
É o tipo de dupla que segura o filme sem precisar de exageros.
🍿 No fim das contas, Quase Deuses é mais do que um drama biográfico. É um lembrete poderoso de quantas histórias fundamentais ficaram escondidas e de como reconhecer essas trajetórias ainda importa.⚡

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