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Brasil vira prioridade e Anthropic prepara chegada oficial no país #683

➜ EDIÇÃO 683

Adeus número? WhatsApp começa a testar usernames

WABetaInfo / Reprodução

📱 O WhatsApp tá passando por mais uma transformação daquelas e dessa vez é grande. O app começou a testar nomes de usuário (os famosos @) para substituir, aos poucos, o número de telefone como principal forma de identificação.

Sim, é isso mesmo: no futuro, pode dar adeus ao compartilhamento do número só pra conversar com alguém.

👀 Por enquanto, a novidade ainda está em fase de testes e sendo liberada aos poucos, como apontou o pessoal do WABetaInfo. Mas já dá pra entender bem como vai funcionar.

@ em vez de número? Vem aí

Quando o recurso estiver disponível, você poderá escolher um username para o seu perfil. E tem três caminhos possíveis:

  • usar o nome do Facebook

  • usar o do Instagram

  • ou criar um nome totalmente novo

⚠️ Mas não é bagunça: existem algumas regrinhas básicas pra criar o seu @:

  • precisa começar com uma letra

  • ter entre 3 e 35 caracteres

  • só pode usar letras, números, pontos ou underscores

  • nada de “.com”, “.net” ou começar com “www.”

Ah, e claro, o nome precisa ser único em todo o ecossistema da Meta — então pode rolar aquela disputa pelos melhores arrobas.

Mais privacidade, menos exposição

🔐 A grande sacada aqui é a privacidade. Com os usernames, você não vai mais precisar sair distribuindo seu número de telefone pra qualquer conversa, grupo ou contato comercial.

Além disso, encontrar pessoas dentro do app deve ficar muito mais simples — tipo buscar alguém pelo @, como já acontece em outras redes.

Mudança gradual (mas importante)

📅 Apesar da novidade empolgar, a mudança não acontece do dia pra noite. O recurso ainda está em fase inicial e deve ser liberado aos poucos para mais usuários ao longo dos próximos meses.

Mas uma coisa é certa: essa é uma das maiores mudanças recentes no WhatsApp e pode mudar bastante a forma como a gente se conecta por lá.⚡

Brasil no mapa da IA: Anthropic mira Brasil e planeja escritório no país

Anthropic / Reprodução

🤯 A febre da inteligência artificial não para e o Brasil entrou de vez no radar das gigantes do setor. A Anthropic, criadora do chatbot Claude, já está de olho no país e planeja abrir um escritório por aqui — possivelmente a partir de 2027.

Mas calma, antes disso, os primeiros movimentos começam ainda em 2026. A empresa deve iniciar a montagem da operação no segundo semestre, começando pela contratação de um líder local e a criação de um time comercial focado em atrair empresas interessadas em usar IA no dia a dia.

🚀 E não é por acaso que o Brasil virou prioridade. Desde que o Claude chegou por aqui em 2024, o país se destacou como um dos maiores mercados da empresa no mundo — liderando na América Latina e acompanhando a forte demanda já vista em concorrentes como OpenAI e Google.

Brasil virou terreno fértil para IA

Um detalhe curioso: por aqui, o uso do Claude ganhou força principalmente em áreas bem específicas, como o setor jurídico e traduções. Segundo Mike Krieger, chefe de produto da Anthropic e cofundador do Instagram, isso começou meio que por acaso, com influenciadores mostrando como usar a IA para estudar e analisar documentos.

📈 Resultado? Boom de adoção em nichos que nem estavam no radar inicial da empresa.

Crescimento acelerado (e ambição gigante)

A movimentação no Brasil vem embalada por um momento de crescimento agressivo da Anthropic. A empresa viu sua receita recorrente anual disparar, um salto que mostra o quanto a corrida da IA está longe de desacelerar.

🏢 E o plano é claro: expandir o Claude como ferramenta essencial dentro de empresas, especialmente em setores que ainda não passaram por uma transformação digital completa.

Mas nem tudo é simples. Segundo Krieger, os desafios são grandes — desde convencer indústrias mais tradicionais a adotarem IA até garantir infraestrutura suficiente para dar conta da demanda crescente.

🤖 No fim das contas, a mensagem é direta. O Brasil não é só mais um mercado emergente, virou peça-chave na disputa global pela liderança em inteligência artificial.

Sucesso ou valor? O dilema que continua atual

💬 Uma frase clássica de Albert Einstein voltou a circular com força e não é por acaso. Em tempos de metas, performance e exposição nas redes, ela bate diferente: “Não tente se tornar um homem de sucesso, mas sim um homem de valor”.

Simples, direta… e meio desconfortável também.

O que a gente chama de “sucesso”?

Hoje, sucesso costuma vir embalado em números — dinheiro, cargos, seguidores, conquistas visíveis. E com as redes sociais amplificando tudo, ficou ainda mais fácil medir (e comparar) quem “chegou lá”.

🏆 Só que tem um detalhe, sucesso nem sempre depende só de esforço. Contexto, oportunidade e timing contam — e muito. Por isso, ele nem sempre diz tudo sobre quem a pessoa é de verdade.

E ser alguém de valor?

🙂 Aqui o jogo muda. Valor não aparece tanto no feed, mas aparece no comportamento. Está em coisas como:

  • honestidade

  • responsabilidade

  • coerência entre o que se fala e o que se faz

  • impacto positivo nas pessoas

É menos sobre aplauso imediato e mais sobre consistência ao longo do tempo.

O ponto de Einstein

🧠 Além de revolucionar a ciência com ideias como a Teoria da Relatividade, Einstein também tinha opiniões fortes sobre sociedade, ética e educação.

Quando ele fala em priorizar valor antes do sucesso, a provocação é clara: resultados duradouros vêm de atitudes consistentes, não só da busca por reconhecimento.

Por que isso faz ainda mais sentido hoje?

🫠 Vivemos uma era de comparação constante. Todo mundo parece estar conquistando algo o tempo todo, o que aumenta a pressão por desempenho e validação.

Nesse cenário, muita gente começa a repensar:

  • “vale a pena correr tanto atrás de status?”

  • “isso tudo tem sentido pra mim?”

E é aí que entra a virada: cada vez mais pessoas estão buscando equilíbrio, propósito e impacto, não só números.

No fim das contas…

⚖️ Não é sobre escolher entre sucesso ou valor. É sobre entender a ordem das coisas.

Quando o valor vem primeiro, o sucesso — se vier — tende a ser consequência. Quando é o contrário, o risco é chegar lá… e perceber que faltou algo no caminho.

Brasil em Cannes: Elefantes na Névoa entra na seleção de 2026

Bubbles Project / Reprodução

🎞️ O cinema brasileiro segue marcando presença lá fora e agora é a vez de Elefantes na Névoa brilhar no Festival de Cannes 2026. O longa foi selecionado para a mostra Un Certain Regard, uma das vitrines mais importantes do evento, conhecida por destacar produções autorais e olhares diferentes do cinema mundial.

E não é qualquer participação: o filme é uma coprodução internacional que reúne Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega — com o Brasil representado pelas produtoras Bubbles Project e Enquadramento Produções.

Uma história intensa (e cheia de mistério)

🏔️ A trama se passa em um vilarejo no Nepal, perto de uma floresta habitada por elefantes selvagens. É ali que acompanhamos Pirati, líder de uma comunidade Kinnar, cuja vida vira de cabeça para baixo quando uma de suas filhas desaparece.

A partir daí, o filme mergulha em uma jornada de busca que mistura investigação, conflitos pessoais e questões sociais.

Olhar internacional com identidade forte

🎥 Quem assina direção e roteiro é o cineasta Abinash Bikram Shah, trazendo uma narrativa que promete fugir do óbvio e explorar realidades pouco vistas no cinema mainstream.

Já no Brasil, a distribuição fica por conta da Imovision, embora a estreia por aqui ainda não tenha data definida.

E agora?

🍿 Por enquanto, o foco está na estreia mundial em Cannes, que costuma ser o palco perfeito para dar visibilidade global a produções independentes e coproduções internacionais.

Se seguir o histórico da mostra Un Certain Regard, dá pra esperar um filme que divide opiniões, provoca reflexões e, claro, coloca o Brasil mais uma vez no mapa do cinema mundial.

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