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Cadê a IA, Apple? Empresa é processada por ‘sumiço’ da inteligência artificial #303
➜ EDIÇÃO 303



Prometeu e (ainda) não entregou: Apple é processada por atraso na Apple Intelligence

Apple / Reprodução
🤯 A Apple está no meio de um climão jurídico por conta do atraso nas suas ferramentas de inteligência artificial. Um processo nos EUA acusa a gigante de Cupertino de propaganda enganosa, alegando que a empresa vendeu o iPhone 16 como a grande revolução da IA… mas esqueceu de entregar a revolução junto. Pior ainda: a ação afirma que a Apple já sabia que não conseguiria lançar tudo a tempo.
Marketing poderoso, mas cadê a IA?
Lá em junho de 2024, durante a WWDC, a Apple apresentou com pompa e circunstância o Apple Intelligence – um pacote de IA que prometia transformar o jeito como usamos o iPhone, iPad e Mac. A ideia era oferecer ferramentas de escrita, melhorias no app Fotos e até uma Siri turbinada. Mas quando o iPhone 16 chegou em setembro, a mágica não aconteceu como o esperado.
🍏 De todas as funcionalidades anunciadas, só algumas apareceram na atualização do iOS 18.1. A nova Siri, que seria o grande destaque, nem sinal de vida. E quando finalmente alguns recursos foram ativados, nem todo mundo ficou feliz – uma das ferramentas, que resumia notícias em notificações, foi retirada do ar depois que a IA começou a interpretar manchetes de forma… criativa demais.
Consumidores se sentem enganados
A ação, movida pelo escritório Clarkson Law Firm, acusa a Apple de criar uma “empolgação sem precedentes” e depois entregar menos do que o esperado. O processo foi iniciado por um consumidor chamado Peter Landsheft, que diz representar outras pessoas que se sentiram prejudicadas. Segundo ele, milhões de consumidores compraram novos iPhones por causa de funções que simplesmente não existiam.
⚖️ Até agora, a Apple não comentou sobre o caso, e a ação ainda não foi levada adiante para julgamento. Mas, se for adiante, a empresa pode acabar enfrentando uma multa sem valores definidos.
O que tem (e o que não tem) no Apple Intelligence?
O Apple Intelligence, quando finalmente funcionar como prometido, trará:
✅ Ferramentas de Escrita – IA que sugere palavras, revisa textos e até cria conteúdos.
✅ Edição avançada no app Fotos – Com criação de Genmojis e vídeos de memórias.
✅ Organização inteligente de mensagens e notificações – Para deixar o caos um pouco mais controlado.
Mas a grande estrela, a nova Siri superinteligente, ainda está na fila de espera sem previsão de estreia.
🤔 Enquanto isso, se você já tem um iPhone e quer economizar espaço desativando os recursos de IA, há um passo a passo para isso. Mas o que muita gente quer mesmo saber é: quando a Apple vai finalmente entregar o que prometeu?⚡


Gemini agora "enxerga" com a câmera do celular – e o futuro da IA ficou mais sci-fi
👀 O Google começou a liberar um dos recursos mais esperados para o Gemini: a capacidade de "ver" o mundo real usando a câmera do celular. Apresentado oficialmente durante a MWC 2025 como parte do Project Astra, o novo recurso chega ainda este mês e promete tornar a interação com a IA ainda mais natural – quase como um assistente pessoal de ficção científica.
O que muda com essa novidade?
Até agora, o Gemini já conseguia analisar imagens e documentos, mas isso exigia alguns passos extras, como tirar uma foto e fazer o upload. Com essa atualização, basta abrir a câmera e começar a perguntar sobre qualquer coisa que estiver no enquadramento.
🤖 A funcionalidade funciona dentro do Gemini Live, o chat de voz em tempo real da IA do Google. Para ativá-la, basta selecionar a opção “Share screen with Live” (Compartilhe a tela com o Live) ou “Ask about screen” (Pergunte sobre algo da tela), que aparecem logo acima da caixa de texto.
E o melhor: o usuário pode escolher entre a câmera traseira e a frontal, além de interromper a transmissão quando quiser.
Como funciona essa visão de IA?
📷 Na prática, o Gemini consegue interpretar o que está vendo e responder perguntas sobre objetos, lugares e até mesmo descrever onde algo específico está na tela.
Durante os testes, o Google mostrou o chatbot respondendo em tempo real com áudio, tornando a interação muito mais natural – algo que se aproxima bastante da ideia de uma assistente virtual que realmente entende o ambiente ao redor.
Quem pode usar e quanto custa?
📱 O Google já havia confirmado que os primeiros dispositivos a receber a novidade seriam os Pixel e os Galaxy S25, mas o recurso já foi flagrado funcionando até em um celular Xiaomi (ainda não identificado).
No entanto, tem um detalhe importante: os novos recursos do Project Astra não serão gratuitos. Para usar o Gemini Live com câmera, é necessário assinar o Gemini Advanced, que faz parte do Google One IA Premium. O plano custa R$ 96,99 por mês, mas oferece o primeiro mês grátis para quem quiser testar.
🗓️ Por enquanto, a novidade está sendo liberada aos poucos para os assinantes, sem previsão de um lançamento global. Mas se a ideia é tornar a IA mais acessível e interativa, pode ser questão de tempo até que essa funcionalidade chegue a mais usuários.⚡


Será que passar o dia na cama está acabando com seu descanso?
🛏️ Todo mundo ama uma boa noite de sono, né? Mas e quando descansar vira praticamente um esporte radical, com horas (ou até dias) inteiros na cama? No TikTok, uma trend chamada “bed rotting” (algo como "apodrecer na cama") viralizou e promete ser a solução para o cansaço acumulado. Mas será que esse hábito realmente ajuda ou pode estar sabotando seu descanso?
O que é o tal do “bed rotting”?
Se você sente que está sempre cansado, saiba que não está sozinho. No Brasil, mais de 70% das pessoas têm problemas com o sono, segundo a Fiocruz. E nos EUA a situação não é muito diferente: 53% dos americanos avaliam sua qualidade de sono como regular ou ruim, de acordo com uma pesquisa da The Harris Poll.
🥱 Diante disso, muita gente resolveu apostar no “bed rotting” como uma forma de autocuidado. A ideia? Passar longos períodos (ou o dia todo) na cama, seja vendo séries, rolando o feed do celular ou simplesmente existindo. Parece a solução dos sonhos, mas especialistas alertam que esse hábito pode ter o efeito contrário e acabar prejudicando a qualidade do sono e a disposição ao longo do dia.
Por que passar o dia na cama pode te deixar ainda mais cansado?
Apesar de ser tentador passar o fim de semana inteiro na cama, a psicóloga do sono Jade Wu explica que há algumas desvantagens nessa prática:
Seu cérebro pode desaprender a dormir bem: Se você usa a cama para tudo (ver TV, mexer no celular, trabalhar), seu cérebro deixa de associá-la ao sono e pode ter dificuldade para relaxar na hora de dormir. 🧠
Seu relógio biológico fica uma bagunça: O ciclo circadiano, que regula seu sono, pode se confundir quando você passa muito tempo na cama, atrasando o sono à noite.
Ficar parado pode te deixar mais cansado: Parece contraditório, mas é real! Muitas vezes, o cansaço vem da falta de movimento. Exposição à luz natural e um pouco de atividade física ajudam muito mais a restaurar a energia. 😴
Seu cérebro entra em modo de alerta: Se a cama vira seu escritório, sala de entretenimento e área de descanso, sua mente pode ficar hiperativa, dificultando o relaxamento.
Como dormir melhor e evitar a fadiga?
Se o seu sono anda ruim, é hora de rever alguns hábitos. Dormir mal pode aumentar o risco de problemas sérios como ataques cardíacos, AVC, depressão, ganho de peso e até queda na imunidade. Para evitar isso, algumas dicas são fundamentais:
✅ Levante-se e se mexa de manhã – A luz natural e o movimento matinal ajudam a regular seu relógio biológico.
✅ Use a cama só para dormir – Nada de maratonar série ou trabalhar na cama. Isso reforça que esse é um espaço de descanso.
✅ Mantenha um horário fixo para acordar – A regularidade ajuda seu corpo a entender quando é hora de dormir e quando é hora de levantar.
✅ Evite telas antes de dormir – A luz azul do celular pode bagunçar sua produção de melatonina, dificultando o sono.
No fim das contas, descansar é essencial, mas ficar o dia inteiro na cama pode acabar te deixando mais cansado do que antes. Então, se bateu aquela vontade de “apodrecer na cama”, tente equilibrar com boas práticas de sono. Seu corpo (e sua energia) vão te agradecer!⚡


Seria esse o futuro dos games?
🤯 A inteligência artificial vive sendo um tema quente nas redes sociais – tem gente que ama, tem gente que teme. Mas uma coisa é certa: essa tecnologia já está transformando várias áreas, e os games não ficaram de fora. E, pelo visto, a PlayStation resolveu entrar na brincadeira.
Segundo o The Verge, a Sony anda fazendo testes internos para criar personagens interativos usando IA. Um exemplo? Aloy, a heroína de Horizon, aparecendo num vídeo conversando via voz e animações geradas artificialmente com Sharwin Raghoebardajal, diretor de engenharia de software da SIE.
🤔 O problema? O vídeo foi rapidamente retirado do YouTube após um pedido de direitos autorais feito pela Muso – empresa que, curiosamente, tem a Sony Interactive Entertainment (SIE) entre seus clientes. Ou seja, isso pode ser um indício de que a demo era real.
Aloy na IA: Um vislumbre do futuro?
A demonstração usou várias tecnologias de IA para dar vida à Aloy:
🗣️ Whisper (da OpenAI) para reconhecimento de fala
💬 GPT-4 e Llama 3 para diálogos
🎭 Emotional Voice Synthesis (EVS) e Mockingbird para animações faciais
No teste, Raghoebardajal cumprimenta Aloy e recebe uma resposta casual. "Olá, estou me virando bem. Só estou lidando com uma dor de garganta. Como você tem passado?".
🤖 A IA até tenta responder de forma natural, mas com algumas limitações. Os movimentos são rígidos e o olhar, meio… vazio. Quando questionada sobre sua busca pela mãe, ela solta. "Descobri que sou um clone da Dra. Elizabeth Sobeck, o que me levou a entender meu propósito e minhas origens".
Apesar de impressionante, a dublagem não é feita pela voz oficial da personagem, Ashly Burch, e sim por uma versão robótica gerada por IA. Depois da conversa, a demo pula direto para o mundo de Horizon Forbidden West, onde Raghoebardajal segue jogando enquanto interage com Aloy.
Sony de olho na IA, mas sem promessas
A apresentação, feita pela Guerrilla Games, foi criada para uma exibição interna na Sony. No vídeo, Raghoebardajal comenta que isso é "apenas um vislumbre do que é possível". Além disso, a demo rodou num PC, mas a Sony já testou partes da tecnologia direto no PS5 – e, segundo eles, sem grande impacto no desempenho.
Agora, antes que você imagine Aloy virando sua parceira de papo enquanto você joga, vale lembrar: a Sony ainda não confirmou que esse tipo de IA será usada em futuros games.
E a Microsoft? Já fez seu movimento!
Enquanto a Sony testa suas ideias, a Microsoft também não ficou para trás. No mês passado, ela revelou o Muse, uma IA generativa para games. Criado pela equipe de inteligência de jogos da empresa em parceria com a Ninja Theory (Bleeding Edge), o Muse foi treinado com sete anos de dados de gameplay e um bilhão de pares de ações e imagens – tudo para aprimorar jogabilidade e desenvolvimento de jogos.
A pesquisa sobre o Muse foi até publicada na renomada revista científica Nature, o que mostra que o impacto da IA nos games já está sendo levado muito a sério.
Mas… será que queremos mesmo conversar com nossos personagens?
Imagine estar jogando Horizon e, em vez de controlar Aloy, você para pra trocar uma ideia com ela. Incrível ou estranho? A tecnologia está avançando rápido, e logo pode ser comum ver personagens interagindo com jogadores de maneira mais natural.
Mas e os dubladores? E o impacto no mercado de trabalho dos desenvolvedores? Essa revolução ainda vai dar muito pano pra manga. Enquanto isso, seguimos de olho: será que o futuro dos games será jogar com os personagens ou apenas conversar com eles?⚡

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