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Criativos em perigo? Puma lança comercial criado 100% por máquinas! #301

➜ EDIÇÃO 301

Puma aposta na IA para criar comercial 

🤖 E se eu te dissesse que a Puma acaba de lançar um comercial sem que um único ser humano tenha colocado a mão na massa criativa? Pois é, a marca esportiva, em parceria com a agência Monks, deu um passo ousado no mundo da publicidade ao criar um anúncio 100% produzido por inteligência artificial – do briefing até a edição final.

Mas calma, não foi só pedir para um bot gerar umas imagens aleatórias. Aqui, centenas de agentes de IA trabalharam em equipe, assumindo diferentes funções no processo criativo. Um verdadeiro exército digital organizando ideias, roteirizando, criando visuais e editando o vídeo. E o resultado? Um comercial de 30 segundos que promete mexer com o mercado.

Como essa mágica aconteceu? 

🎬 A Monks desenvolveu um sistema em que grupos de agentes de IA foram treinados para tarefas específicas, funcionando como uma agência criativa… só que sem humanos tomando as decisões principais:

  • 👾 Um grupo criou os conceitos iniciais com base no briefing.

     

  • 🧐 Outro fez a curadoria das melhores ideias, segmentando públicos como Gen Z e consumidores mais velhos.

  • 📜 Mais agentes transformaram essas ideias em roteiros.

  • 🎥 Outros converteram os roteiros em vídeos de alta qualidade.

Os humanos? Bom, eles estavam lá só supervisionando os momentos-chave, mas sem botar a mão na criação.

O comercial ficou pronto rapidinho… e já gera polêmica 

Enquanto uma produção tradicional pode levar meses, essa foi feita em apenas cinco semanas. O vídeo traz atletas ultra-realistas praticando esportes e, no final, um tênis da Puma brilhando na tela. Parece um comercial comum? Quase. Quem olhar com atenção pode notar pequenos errinhos clássicos de IA, como personagens com dedos demais – um bug que ainda persegue as inteligências artificiais.

💬 Mesmo assim, Henry Cowling, diretor de inovação da Monks, acredita que esse modelo vai revolucionar o setor: “Estamos entrando em um mundo com menos agências e mais agentes”, afirmou. Mas claro, nem todo mundo está feliz com isso – especialmente os profissionais de criação, que já veem a IA como uma concorrente direta.

O que vem por aí? 

O comercial da Puma não é só um experimento curioso – ele é um protótipo de um novo modelo de produção. A Monks já está implementando sistemas semelhantes para Google, General Motors e BMW. Ah, e a parceria com a NVIDIA segue firme, com a criação de um grupo especializado em IA generativa para marcas.

🤔 O anúncio já foi lançado nas redes sociais da Monks, mas a Puma ainda está fazendo ajustes antes de testar oficialmente seu impacto. O grande desafio agora? Comparar o desempenho desse comercial IA-powered com as campanhas tradicionais.

Será que esse é o futuro da publicidade? Ou ainda precisamos dos bons e velhos humanos para dar aquele toque final?⚡

OpenAI lança novos modelos de voz para o GPT-4 – E agora você pode criar um assistente falante em segundos

OpenAI / Reprodução

🔊 A OpenAI está jogando mais lenha na fogueira da IA de voz! Depois de algumas polêmicas (olá, Scarlett Johansson 👀), a empresa decidiu continuar evoluindo suas tecnologias de fala e acaba de lançar três novos modelos: gpt-4o-transcribe, gpt-4o-mini-transcribe e gpt-4o-mini-tts.

A ideia? Oferecer ferramentas ainda mais poderosas para transcrição e síntese de fala, com foco em precisão, flexibilidade e facilidade de integração para desenvolvedores. Os modelos estão disponíveis via API da OpenAI e também no site de testes OpenAI.fm, onde qualquer um pode brincar um pouco com a tecnologia.

IA que fala do jeito que você quiser

🤖 Um dos destaques é que os usuários podem customizar a voz no gpt-4o-mini-tts, ajustando sotaque, tom e até emoções – então dá pra fazer a IA falar como um cientista louco ou um professor de ioga zen. Essa função promete evitar qualquer imbróglio sobre cópias de vozes famosas (a OpenAI já precisou remover uma voz antes porque lembrava demais a da Scarlett Johansson).

A empresa demonstrou a novidade para o VentureBeat e mostrou como, com um simples prompt de texto, dá pra fazer a mesma voz soar de maneiras completamente diferentes.

Mais inteligência, menos ruído

🎚️ Esses modelos são baseados no GPT-4o, mas foram treinados para brilhar na transcrição e na fala. O gpt-4o-transcribe, por exemplo, promete menores taxas de erro do que o já conhecido Whisper, além de desempenho superior em ambientes barulhentos e sotaques diversos. Segundo a OpenAI, a taxa de erro em inglês caiu para apenas 2,46%.

Outro ponto interessante é que os novos modelos têm cancelamento de ruído e um detector de atividade de voz, o que significa que eles sabem identificar melhor quando um falante terminou uma frase – reduzindo aqueles erros chatos na transcrição.

🎙️ No entanto, eles não possuem diarização (a capacidade de diferenciar múltiplos falantes numa mesma gravação). O foco aqui é trabalhar com um único canal de entrada e saída, ou seja, uma voz por vez.

Fácil integração e streaming em tempo real

Se você é desenvolvedor, a OpenAI quer facilitar sua vida. A empresa garante que basta umas nove linhas de código para adicionar interações de voz a qualquer app que já use o GPT-4o.

🙂 Além disso, a OpenAI introduziu streaming de fala para texto, permitindo que os desenvolvedores enviem áudio de forma contínua e recebam transcrição em tempo real. Isso deve tornar as conversas com IA muito mais naturais e fluidas.

Claro, a OpenAI não está sozinha nesse jogo. Empresas como a ElevenLabs já oferecem modelos de transcrição de alta precisão, enquanto a Hume AI aposta na personalização emocional da voz. Além disso, soluções de código aberto como o Orpheus 3B também começam a ganhar espaço, permitindo que desenvolvedores rodem modelos de voz sem custos de licenciamento.

IA de voz no mundo real

💬 Algumas empresas já estão testando e aprovando os novos modelos da OpenAI. A EliseAI, especializada em automação para gestão de imóveis, relatou que a nova tecnologia tornou as interações com inquilinos muito mais naturais. Já a Decagon, que cria experiências de voz com IA, viu a precisão de transcrição melhorar em 30%, facilitando o uso em ambientes barulhentos.

Mas nem todo mundo está animado. O ex-designer da Apple Ben Hylak comentou no X (ex-Twitter) que o lançamento parece um “passo atrás” na estratégia de IA conversacional de baixa latência da OpenAI. Além disso, um vazamento antes do anúncio oficial revelou os nomes dos modelos antes da hora, mostrando que o hype estava forte.

📹 Mesmo assim, a OpenAI não pretende desacelerar. A empresa já está explorando novas formas de personalização de voz e integração multimodal, incluindo projetos que combinam áudio e vídeo para interações ainda mais dinâmicas.

E você, como usaria essa tecnologia? Se quiser testar, a OpenAI está promovendo um desafio no OpenAI.fm: compartilhe suas criações e concorra a um rádio exclusivo feito pela Teenage Engineering – um dos três únicos no mundo! 

Lições de vida para se tirar da Finlândia, o país mais feliz do mundo (de novo!)

🇫🇮 Pela oitava vez seguida, a Finlândia lidera o ranking do World Happiness Report 2025 como o país mais feliz do planeta. E, como de costume, seus vizinhos nórdicos também dominaram o pódio, com Dinamarca, Islândia e Suécia logo atrás.

Mas tem novidade boa por aqui também: o Brasil subiu oito posições e agora ocupa o 36º lugar, um avanço animador! Enquanto isso, os Estados Unidos registraram sua pior colocação histórica (24º lugar), em um declínio constante desde que chegaram ao 11º lugar há pouco mais de uma década. Entre os motivos da queda, especialistas apontam o aumento do isolamento social, a polarização política e a crescente desconexão entre as pessoas.

O que a Finlândia tem que o resto do mundo ainda está tentando descobrir?

🌍 Afinal, qual é o segredo da Finlândia para manter esse nível invejável de felicidade ano após ano? Spoiler: não tem nada a ver com riqueza ou sucesso profissional. O verdadeiro "pulo do gato" está na confiança, no senso de comunidade e na valorização das pequenas coisas da vida.

E o melhor? Você não precisa se mudar para o frio do norte da Europa para experimentar um pouco dessa magia. Aqui estão cinco lições da Finlândia que podem deixar sua vida mais leve e feliz, sem precisar encarar um inverno de -20°C.

Menos é mais: abrace a simplicidade

🙂 Na Finlândia, a felicidade não vem de uma agenda lotada ou da busca incessante pelo próximo grande feito. Pelo contrário: os finlandeses valorizam a simplicidade e a modéstia, inspirados pelo conceito de sisu—uma mistura de resiliência, determinação e força interior.

Isso se reflete em tudo, desde o design minimalista até o estilo de vida mais prático e sem exageros. Ou seja, para ser mais feliz, talvez a resposta não seja acumular mais coisas, mas sim aprender a viver bem com o essencial.

Respire fundo e vá para a natureza

🏔️ Se tem uma coisa que os finlandeses levam a sério, é o tempo ao ar livre. Com florestas exuberantes, lagos cristalinos e o direito garantido de explorar a natureza livremente (everyman’s right), sair de casa e se conectar com o meio ambiente é quase um ritual.

E não importa a estação: no verão, eles estão acampando e nadando em lagos; no inverno, esquiam, patinam e até mergulham em águas congeladas depois da sauna (sim, isso é normal por lá).

🌲 Moral da história? Passar tempo na natureza faz bem para a mente, o corpo e a alma. E você não precisa de uma floresta nórdica para isso—um parque ou uma caminhada já fazem diferença.

Descanso não é luxo, é necessidade

Se tem um lugar onde o silêncio é valorizado, esse lugar é a Finlândia. Por lá, não existe essa pressão de preencher cada pausa na conversa. O ditado “O silêncio é ouro, a fala é prata” resume bem a mentalidade finlandesa: às vezes, menos papo e mais tranquilidade são tudo o que a gente precisa.

🧘 E quando se trata de relaxamento, ninguém supera os finlandeses na arte da sauna. Esse ritual milenar não é só sobre suar—é um momento de desacelerar, refletir e simplesmente estar presente.

A lição? O descanso não é um prêmio por produtividade, mas sim uma parte essencial da vida.

Nunca pare de aprender

🧑‍🎓 O sistema educacional finlandês é referência mundial, mas o segredo vai além da escola. O verdadeiro diferencial é a cultura de aprendizado contínuo, que incentiva a criatividade e a busca pelo conhecimento sem pressão excessiva.

O melhor é que hoje em dia o aprendizado está ao alcance de um clique: cursos online gratuitos, podcasts incríveis e até canais do YouTube cheios de conteúdo valioso. Ou seja, investir no próprio desenvolvimento nunca foi tão fácil.

Confiança constrói uma sociedade mais feliz

🔓 Uma das coisas mais impressionantes sobre a Finlândia é o alto nível de confiança entre as pessoas. Não é raro ver carrinhos de bebê do lado de fora de cafés ou crianças indo sozinhas para a escola. Isso só acontece porque existe um forte senso de comunidade e honestidade.

Construir esse tipo de confiança leva tempo, mas começa com pequenas atitudes no dia a dia: ajudar um vizinho, tratar os outros com respeito e, sempre que possível, escolher acreditar na boa intenção das pessoas.

Felicidade não é um destino, é um jeito de viver

😀 A Finlândia pode ter levado o troféu de país mais feliz do mundo mais uma vez, mas a boa notícia é que não precisamos morar lá para aprender com eles. Pequenos ajustes no dia a dia—como simplificar a rotina, passar mais tempo ao ar livre e valorizar o descanso—já fazem uma grande diferença.

E aí, qual dessas lições você quer adotar primeiro?⚡

Apple TV+ dá prejuízo de US$ 1 bilhão por ano – mas a Apple finge que não liga

🤯 Parece que nem tudo que a Apple toca vira ouro. Segundo uma reportagem do site The Information, o Apple TV+ estaria queimando cerca de US$ 1 bilhão por ano – o equivalente a uns R$ 5,7 bilhões. O streaming, que chegou ao mercado em 2019 com a promessa de conteúdos originais de altíssima qualidade, até fez barulho com algumas produções premiadas, mas ainda não se tornou um negócio lucrativo.

A matéria aponta que, no começo, a Apple estava disposta a gastar pesado: eram US$ 5 bilhões anuais só em produção de conteúdo. Mas, em 2024, esse orçamento foi drasticamente reduzido para US$ 500 milhões. Oficialmente, Tim Cook não confirma o corte, mas segue elogiando o catálogo em toda oportunidade que tem – seja para os fãs, seja para os investidores.

Apple TV+ tem bons conteúdos, mas pouca gente assistindo

📺 Apesar do prejuízo, a plataforma não está morta. "Ruptura" voltou para a segunda temporada e continua sendo uma das séries mais elogiadas do ano. Fora isso, tem sucessos como "Ted Lasso" (com nova temporada confirmada), "The Morning Show", "Silo" e "Falando a Real".

No cinema, a Apple TV+ já levou até um Oscar de Melhor Filme com "Coda – No Ritmo do Coração", em 2023. Em 2024, teve 10 indicações com "Assassinos da Lua das Flores", mas, em 2025... nenhuma nomeação.

Por que o Apple TV+ ainda não dá lucro?

🤔 O problema é que o streaming, no geral, ainda é um buraco sem fundo para muitas empresas. Netflix, Disney, Warner e Amazon já perceberam que o modelo de negócio exige investimentos altíssimos, e por isso estão sempre testando novas formas de monetizar – como planos com anúncios ou restrições em compartilhamento de senha.

A Apple TV+, por outro lado, aposta em um catálogo mais enxuto e quase nada de conteúdo terceirizado. Além disso, o serviço só recentemente ganhou um aplicativo para Android, o que significa que muita gente que não usa iPhone ou iPad simplesmente não pensa em assinar.

Números misteriosos, mas uma base de assinantes modesta

🍎 A Apple não divulga muitos detalhes sobre o desempenho financeiro do Apple TV+. O que se sabe é que, em 2024, a plataforma fechou com 45 milhões de assinantes – um número bem distante dos 300 milhões da Netflix.

Curiosamente, um dos maiores picos de crescimento da Apple TV+ veio quando a empresa comprou parte dos direitos de transmissão da Major League Soccer (MLS). A chegada de Lionel Messi ao Inter Miami impulsionou as assinaturas, com muitos fãs querendo ver o astro argentino em ação.

💰 Em termos financeiros, o Apple TV+ está escondido dentro da categoria "Serviços" da empresa, que também inclui Apple Music, iCloud e Apple Arcade. Esse segmento gerou US$ 96 bilhões em receita no último ano fiscal, ajudando a compor o faturamento total da Maçã: impressionantes US$ 391 bilhões.

Atualmente, a assinatura do Apple TV+ custa R$ 21,90 por mês (ou US$ 6,99 nos EUA), mas quem compra um dispositivo da Apple ganha três meses grátis. Também é possível assinar pelo pacote Apple One, que inclui outros serviços da empresa.

📉 No fim das contas, o Apple TV+ pode estar dando prejuízo, mas a Apple parece seguir tranquila. Afinal, perder US$ 1 bilhão por ano quando se fatura quase 400 vezes isso... talvez não seja um problema tão grande assim.⚡

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