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Dobrou? Novos vazamentos mostram possível iPhone Fold #652

➜ EDIÇÃO 652

Do trânsito ao céu

Uber / Reprodução

🚁 A Uber está se preparando para lançar um serviço de táxi aéreo elétrico em Dubai, que pode começar a operar já em 2026. O projeto é resultado de uma parceria com a Joby Aviation, empresa especializada em aeronaves elétricas.

Os veículos usados no serviço são os chamados eVTOLs — aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical. Cada uma pode levar até quatro passageiros e um piloto. O modelo conta com seis hélices inclináveis, alcança cerca de 320 km/h e tem autonomia de aproximadamente 160 quilômetros por carga.

📱 A ideia é integrar o serviço diretamente ao aplicativo da Uber. Assim, o usuário poderá planejar toda a viagem em um único pedido: um carro leva o passageiro até o ponto de embarque, o trajeto aéreo atravessa a cidade e, ao chegar ao destino, outro carro finaliza o percurso.

No início, a operação deve contar com quatro vertiportos — áreas específicas para pouso e decolagem dos táxis aéreos. Os locais planejados incluem pontos estratégicos como o Aeroporto Internacional de Dubai, o Dubai Mall, a Palm Jumeirah e a Dubai Marina.

⏲️ A promessa é reduzir bastante o tempo de deslocamento. Em alguns trajetos, viagens que hoje levam até 1 hora e 20 minutos de carro poderiam ser feitas em cerca de 11 minutos pelo ar.

A iniciativa faz parte da estratégia de Dubai de investir em tecnologias inovadoras de mobilidade urbana para diminuir congestionamentos e tornar o transporte mais eficiente. Se tudo sair como planejado, a cidade pode se tornar uma das primeiras do mundo a operar uma rede comercial de táxis aéreos elétricos.⚡

iPhone Fold finalmente foi revelado? 

Reprodução

🤯 O aguardado iPhone Fold, primeiro celular dobrável da Apple, pode ter tido seu design revelado mais uma vez em novos vazamentos. As imagens foram compartilhadas pelo informante Sonny Dickson, que divulgou uma renderização mostrando um visual bastante incomum para o aparelho.

O que mais chama atenção é o formato mais quadrado do dispositivo, fugindo do padrão retangular visto na maioria dos dobráveis atuais. Nas imagens, o aparelho lembra até o formato do MagSafe, sistema de acessórios magnéticos da própria Apple.

Um dobrável diferente dos concorrentes

📱 Se esse design realmente se confirmar, o iPhone Fold pode representar uma mudança interessante dentro da categoria de celulares dobráveis. Isso porque a maioria dos aparelhos no formato “livro” segue um design mais alongado.

Um dos principais exemplos é o Galaxy Z Fold 8, da Samsung, que aposta em um corpo mais retangular e alto. Nem mesmo modelos do tipo “flip” de outras marcas costumam adotar um formato tão quadrado quanto o que aparece nos vazamentos.

🤔 Ainda assim, não está totalmente claro se essas novas imagens são realmente inéditas ou apenas baseadas em materiais anteriores. Em dezembro de 2025, por exemplo, arquivos CAD já mostravam um design bastante parecido, o que reforçou os rumores sobre o possível formato do dispositivo.

Apple quer um dobrável grande

Mesmo com vários rumores circulando, muitos detalhes do iPhone Fold ainda permanecem um mistério. Caso o design vazado esteja correto, o aparelho pode ter cerca de 7,7 polegadas quando totalmente aberto, ficando próximo do tamanho de um tablet compacto.

📏 Esse tamanho colocaria o dispositivo pouco abaixo do iPad mini, o que reforça a ideia de que a Apple quer um dobrável que funcione quase como um pequeno tablet quando aberto.

Outras informações que circulam entre analistas indicam que:

  • as telas do aparelho devem ser produzidas pela Samsung Display

  • a fabricação dos painéis teria começado no final de 2025

  • a Apple quer lançar um dobrável sem o vinco visível na tela, algo comum nesse tipo de dispositivo

  • rumores antigos sugerem que o aparelho seria parecido com dois iPhones finos lado a lado

📈 Especialistas também acreditam que a entrada da Apple nesse mercado pode impulsionar a popularidade dos celulares dobráveis, que ainda representam uma fatia pequena do setor de smartphones.

Lançamento pode ter unidades limitadas

A expectativa é que o iPhone Fold seja apresentado entre setembro e outubro de 2026, período tradicional dos anúncios da Apple. No entanto, a disponibilidade inicial pode ser bem limitada.

📅 Segundo o analista Ming-Chi Kuo, os primeiros lotes devem ser pequenos, com uma oferta maior apenas a partir de 2027, quando a produção deve ganhar escala.

Até lá, o dobrável da Apple segue cercado de rumores — mas, se os vazamentos estiverem certos, ele pode chegar com um design bem diferente de tudo que existe hoje no mercado.

Funcionários felizes produzem mais e a gestão tem tudo a ver com isso

😣 Uma nova “epidemia” parece estar se espalhando por empresas do mundo todo: a infelicidade no trabalho. Pesquisas recentes mostram que apenas 51% dos funcionários dizem se sentir felizes com frequência no ambiente profissional.

E isso não é apenas uma questão de bem-estar pessoal. O impacto também aparece nos resultados das empresas. O mesmo levantamento indica que funcionários felizes têm 42% mais chances de se sentirem produtivos e motivados.

🔍 Apesar disso, muitas empresas ainda apostam em soluções superficiais para melhorar o clima organizacional. Iniciativas como dias de descanso, aplicativos de bem-estar e aulas de mindfulness até ajudam em alguns casos, mas um estudo da Universidade de Oxford aponta que essas medidas não geram mudanças significativas no bem-estar mental dos trabalhadores.

Então, se essas ações não resolvem o problema, onde está a resposta? Para muitos especialistas, ela começa na forma como as equipes são lideradas.

Liderança tem impacto direto no bem-estar

🧑‍💼 O papel dos gestores vai muito além de distribuir tarefas ou acompanhar metas. Eles têm influência direta na forma como as pessoas se sentem no trabalho.

O relatório State of the Global Workplace 2025 mostra que profissionais que trabalham em empresas com práticas de gestão ruins têm quase 60% mais chances de sofrer com estresse.

🧠 Além disso, estudos indicam que o impacto de um gestor na saúde mental de um funcionário pode ser comparável ao de um parceiro ou até de um terapeuta. Ou seja, a maneira como alguém é liderado influencia diretamente sua motivação e satisfação.

Quando os profissionais sentem que são reconhecidos, compreendidos e valorizados, os efeitos aparecem rapidamente. O engajamento aumenta, a confiança melhora e as empresas conseguem reduzir o absenteísmo em até 78%, além de diminuir a rotatividade.

📊 Outro dado importante: quando os funcionários percebem que seus líderes realmente se preocupam com seu bem-estar, eles ficam 73% menos propensos ao esgotamento e 53% menos inclinados a procurar outro emprego.

Coaching operacional: uma nova forma de liderar

Uma das abordagens que vem ganhando espaço nas empresas é o chamado Coaching Operacional. Em vez de simplesmente resolver os problemas da equipe, o gestor passa a estimular o pensamento e a autonomia dos funcionários.

🤔 A ideia é simples: fazer perguntas certas em vez de dar respostas imediatas.

Esse estilo de liderança ajuda os profissionais a desenvolverem capacidade de análise, tomada de decisão e resolução de problemas, habilidades que aumentam tanto a confiança quanto a produtividade.

O modelo STAR no dia a dia

Um dos métodos usados nessa abordagem é o modelo STAR, que orienta conversas entre gestores e equipes.

Pare: quando um funcionário traz um problema, o gestor evita resolver tudo imediatamente e dá um passo atrás.

Pense: em vez de agir por impulso, ele avalia se aquela situação pode se transformar em uma oportunidade de aprendizado.

Pergunte: o líder faz perguntas que estimulem reflexão e escuta ativamente as ideias do funcionário.

Resultado: juntos, definem uma ação prática e o próximo passo a ser tomado.

Esse processo ajuda a criar profissionais mais autônomos e confiantes, além de fortalecer a relação entre líder e equipe.

Feedback também faz diferença

💬 Outro ponto essencial do Coaching Operacional é o feedback construtivo. Quando feito de forma clara e respeitosa, ele ajuda os profissionais a evoluir e aumenta a motivação.

Isso também beneficia os próprios gestores. Muitos acabam assumindo cargos de liderança sem preparo, algo que acontece com cerca de 82% dos chamados “gestores acidentais”, pessoas que foram promovidas sem treinamento específico para liderar.

🤝 Com uma abordagem baseada em coaching, as conversas de desenvolvimento passam a acontecer no dia a dia, sem necessidade de longas reuniões ou programas complexos.

Resultados já comprovados

A eficácia dessa abordagem já foi analisada em estudos práticos. Um grande experimento conduzido pela London School of Economics e financiado pelo governo do Reino Unido avaliou 62 organizações de 14 setores diferentes.

💼 Os gestores que adotaram o modelo passaram a dedicar 70% mais tempo ao coaching das equipes durante o trabalho. Como resultado, as empresas registraram:

  • retenção de funcionários até seis vezes maior

  • aumento significativo de engajamento e produtividade

  • melhorias claras no clima organizacional

No fim das contas, tudo volta à liderança

A conclusão é simples: motivação no trabalho não depende apenas de benefícios, programas de bem-estar ou iniciativas pontuais.

🗣️ O que realmente faz diferença é como as pessoas são lideradas.

Quando gestores aprendem a ouvir, orientar, dar feedback e incentivar o desenvolvimento de suas equipes, o ambiente de trabalho muda. As pessoas se sentem mais valorizadas, mais confiantes e mais motivadas.

🙂 E empresas que conseguem criar esse tipo de cultura acabam colhendo exatamente o que procuram: equipes engajadas, produtivas e felizes.⚡ 

Gigante do streaming aposta em IA criada por Ben Affleck

Netflix / Reprodução

💸 Poucos dias depois de desistir da disputa pela Warner Bros. Discovery, a Netflix resolveu fazer um movimento estratégico — só que em menor escala. A gigante do streaming anunciou a compra da InterPositive, uma startup de inteligência artificial fundada pelo ator e diretor Ben Affleck.

A empresa vinha operando discretamente no mercado, desenvolvendo ferramentas de IA voltadas para cineastas e profissionais do audiovisual. Agora, com a aquisição, os 16 funcionários da InterPositive passam a integrar a equipe da Netflix, enquanto Affleck assume o papel de consultor sênior da companhia.

Os valores do acordo não foram divulgados.

IA para melhorar histórias, não para cortar custos

🤖 A compra reforça o discurso que a Netflix vem adotando sobre o uso de inteligência artificial no entretenimento. Em vez de focar apenas em redução de custos, a ideia seria usar a tecnologia para melhorar a qualidade das produções.

O co-CEO da empresa, Ted Sarandos, já havia deixado claro esse posicionamento em 2024 ao afirmar que existe mais valor em “produzir conteúdo 10% melhor do que torná-lo 50% mais barato”.

🤔 Mesmo assim, a movimentação certamente será analisada de perto pela indústria. Isso porque sindicatos de profissionais do setor estão iniciando novas negociações com estúdios e plataformas de streaming, justamente para evitar uma repetição das greves de Greves de Hollywood de 2023, quando o uso de IA se tornou um dos temas centrais.

IA em alta também no entretenimento

O interesse da Netflix pela InterPositive acontece em meio a uma verdadeira corrida tecnológica no setor de inteligência artificial.

🎭 Empresas gigantes como OpenAI e Anthropic lideram o mercado, mas startups voltadas especificamente para produção audiovisual também vêm ganhando destaque.

Entre elas estão empresas como Luma AI e Runway, que já atingiram avaliações bilionárias após rodadas recentes de investimento.

Relação antiga entre Netflix e Ben Affleck

A aquisição também nasce de uma parceria que já vinha sendo construída entre a Netflix e Ben Affleck.

📃 No início da semana, a plataforma assinou um acordo de prioridade com a produtora Artists Equity, criada por Affleck ao lado de Matt Damon.

Além disso, a Netflix lançou em janeiro o filme The Rip, estrelado pela dupla.

💰 Segundo fontes do setor, Affleck apresentou a ideia da startup de IA aos executivos da Netflix no final de 2025, iniciando meses de conversas que acabaram levando à compra da empresa.

De medo da IA a uma nova aposta

Curiosamente, o próprio Affleck admite que não começou empolgado com a inteligência artificial.

🤨 Ele contou que, quando começou a estudar o tema em 2022, ficou inicialmente assustado com a ideia de computadores assumirem papéis centrais na produção audiovisual.

Mas, ao conhecer melhor o setor, percebeu que muitas empresas de tecnologia tentavam, nas palavras dele, “eliminar o humano” da criação artística.

Foi justamente para seguir na direção oposta que surgiu a InterPositive.

Tecnologia para preservar a criatividade

🎞️ A proposta da empresa é desenvolver ferramentas de IA pensadas especificamente para o processo criativo do cinema.

Segundo Affleck, a tecnologia busca preservar elementos essenciais da narrativa, como:

  • as nuances da produção cinematográfica

  • os desafios imprevisíveis de um set de filmagem

  • detalhes visuais como lente, iluminação e composição de cena

Mas, acima de tudo, a ideia é preservar o olhar humano nas histórias. “Também precisamos preservar o que torna a narrativa humana, que é o discernimento”, explicou o ator.

Um modelo diferente de IA

⚙️ Outro diferencial da tecnologia da InterPositive está na forma como seus sistemas são treinados.

Em vez de usar comandos simples de texto para gerar vídeos, a empresa utiliza um banco de dados visual criado por atores reais em estúdio, que serve para treinar seus modelos proprietários.

📺 Como a aquisição foi total, a tecnologia agora será usada exclusivamente pela Netflix — diferente de modelos de licenciamento comuns na indústria.

Recentemente, por exemplo, a Disney optou por licenciar ferramentas da OpenAI, em vez de comprar uma empresa inteira.

IA como ferramenta para criadores

😨 Executivos da Netflix reforçam que a intenção não é substituir profissionais da indústria.

A diretora de conteúdo Bela Bajaria afirmou que a relação da empresa com a comunidade criativa sempre foi baseada na confiança.

😀 Segundo ela, novas tecnologias devem ampliar a liberdade criativa, e não substituir roteiristas, diretores, atores ou equipes de produção.

A mesma visão foi reforçada pela diretora de tecnologia e produtos Elizabeth Stone, que destacou que a inovação deve empoderar contadores de histórias, e não eliminá-los.

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