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Era para ser uma semana... Virou nove meses no espaço! #299

➜ EDIÇÃO 299

Telegram bate 1 bilhão de usuários e Pavel Durov alfineta: "WhatsApp é uma imitação barata"

🤯 Pavel Durov, fundador do Telegram, resolveu soltar o verbo e comemorar os números impressionantes do seu app de mensagens. Segundo ele, o Telegram agora tem mais de 1 bilhão de usuários ativos, um crescimento considerável em relação aos 950 milhões registrados no ano passado. Mas a festa não parou por aí: a empresa também lucrando alto, registrando US$ 547 milhões de lucro em 2024.

Claro que Durov não ia perder a oportunidade de cutucar a concorrência, e o alvo da vez foi o WhatsApp, da Meta. Em uma atualização no seu canal, ele chamou o rival de “imitação barata e diluída”, dizendo que, apesar das tentativas desesperadas do WhatsApp de copiar suas inovações (e gastar bilhões em lobby para tentar frear o Telegram), o app azul cresceu, se tornou lucrativo e, diferente do concorrente, manteve sua independência.

Telegram vs. WhatsApp: a batalha continua

📈 Enquanto o WhatsApp segue como líder absoluto fora da China, com mais de 2 bilhões de usuários ativos, o Telegram não está parado. Além de ter se tornado um queridinho de empresas e criadores de conteúdo com recursos como canais e contas comerciais, o app também caiu nas graças dos entusiastas de criptomoedas.

A plataforma integrou o blockchain TON, lançou carteiras digitais e criou um ecossistema de apps descentralizados, permitindo pagamentos, gorjetas para criadores e até compras dentro de miniaplicativos e jogos. Para completar, em janeiro, o Telegram apresentou um sistema de verificação descentralizado, tornando mais difícil falsificações e golpes.

Ou seja, a disputa entre os dois gigantes está longe de acabar, e Durov não parece disposto a pegar leve com a Meta. E aí, de que lado você está nessa treta? 🔵 ou 🟢?⚡

Depois de nove meses "presos", astronautas finalmente voltam para casa

NASA / Keegan Barber / Reprodução

🚀 Imagina planejar uma viagem de uma semana e acabar passando nove meses "preso" no espaço? Foi exatamente o que aconteceu com os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams, que finalmente voltaram à Terra depois de um baita atraso causado por problemas técnicos na cápsula Starliner, da Boeing.

O resgate aconteceu terça-feira (18), quando a Crew Dragon, da SpaceX, trouxe a dupla de volta para casa, pousando na costa da Flórida. Eles não vieram sozinhos: Nick Hague (NASA) e Aleksandr Gorbunov (Roscomos) também estavam a bordo, completando a missão Crew-9. Após 17 horas de viagem, o quarteto ouviu a saudação dos controladores da missão: "Bem-vindos ao lar!"

🐬 A cena foi digna de filme: a cápsula flutuou no mar da Flórida cercada por golfinhos curiosos, enquanto os astronautas sorriam e acenavam ao abrir a escotilha. Agora, depois de quase 300 dias em gravidade zero, eles terão que passar por um período de readaptação para reaprender a lidar com algo tão básico para nós: o peso do próprio corpo.

Uma missão que virou estadia prolongada

Quando Butch e Suni embarcaram na Starliner em junho do ano passado, a expectativa era ficar no espaço por apenas oito dias. Mas aí os problemas técnicos começaram a aparecer, e a NASA acabou decidindo trazer a cápsula de volta sem tripulação para evitar riscos. Resultado? Eles tiveram que esperar na Estação Espacial Internacional até que um novo plano fosse montado – e isso levou quase um ano.

🌏 Mas nem tudo foi tédio e saudade. Durante esse período, os astronautas participaram de mais de 150 experimentos científicos, fizeram caminhadas espaciais e aproveitaram ao máximo a vida em órbita. Mesmo assim, em transmissões recentes, admitiram que a saudade da família e dos amigos bateu forte. Agora, o reencontro com seus entes queridos deve acontecer nos próximos dias, depois de passarem por avaliações médicas e fisioterapia para fortalecer os músculos que ficaram "relaxados" no espaço.

Quem já passou mais tempo no espaço?

Apesar da longa estadia, Butch e Suni ainda estão longe de quebrar os recordes de permanência no espaço. O título pertence ao cosmonauta russo Valeri Polyakov, que passou 437 dias seguidos na estação espacial Mir entre 1994 e 1995.

🧑‍🚀 Já entre os astronautas da NASA, Frank Rubio é o campeão, com 371 dias no espaço entre 2022 e 2023. Christina Koch detém o recorde feminino, com 328 dias em órbita, e ainda foi protagonista da primeira caminhada espacial 100% feminina em 2019.

Mas o verdadeiro “síndico do espaço” é o cosmonauta russo Oleg Kononenko, que, somando todas as suas missões, já passou impressionantes 1.111 dias no espaço! Com cinco viagens à ISS desde 2008, ele praticamente pode chamar a estação de segunda casa.

🍕 Agora, depois de tanta aventura, Butch e Suni finalmente podem curtir um descanso em terra firme – e, quem sabe, matar a saudade de uma boa pizza e um banho quente! 

Quando buscar a melhor versão de si mesmo vira um problema

🫠 Vivemos em um mundo onde ser produtivo e evoluir constantemente virou quase uma religião. Tem livro, tem curso, tem guru do Instagram dizendo que você precisa acordar às 5h da manhã, meditar, fazer journaling, correr uma maratona e ainda terminar o dia aprendendo mandarim. Só que, no meio de tanta busca por melhorias, tem gente que acaba se sentindo… exausta.

Esse fenômeno tem até nome: “burnout do autoaperfeiçoamento” (betterment burnout, no inglês chique). Basicamente, é quando o esforço para ser sempre melhor vira uma fonte de cansaço e frustração. Você faz tudo direitinho – lê livros de autoajuda, trabalha suas emoções, tenta evoluir – e, no final, ainda sente que nunca é suficiente. É como correr numa esteira: você sua, se esforça, mas continua no mesmo lugar.

🧠 A grande questão é que essa busca sem fim por se tornar uma versão superior de si mesmo pode ser desgastante. No fim, em vez de sentir que está crescendo, você pode acabar se sentindo só… cansado. Então, como evitar cair nessa armadilha? Aqui vão três dicas para seguir um caminho mais saudável sem se perder no processo.

Troque a neura de melhorar por autoaceitação

A ideia de “sempre evoluir” pode ser legal, mas também pode ser um tiro no pé. Se você se vê como um projeto inacabado o tempo todo, fica difícil sentir satisfação com quem você já é. Parece que nunca chega o momento em que você pode simplesmente dizer: “Cara, eu tô bem.”

🙂 A autoaceitação não significa jogar tudo para o alto e desistir de crescer. É mais sobre entender que você já tem valor agora, sem precisar correr atrás de um upgrade a cada segundo. Estudos apontam que a autocompaixão – ou seja, tratar a si mesmo com gentileza e paciência – ajuda a reduzir a ansiedade e melhora a motivação sem aquela pressão absurda.

Que tal trocar o pensamento “Preciso consertar isso em mim” por algo mais leve, como “Eu sou suficiente e escolho crescer no meu ritmo”? Assim, o desenvolvimento pessoal vira uma jornada mais prazerosa e menos uma corrida contra um relógio invisível.

Coloque limite no tanto de “evolução” que você aguenta

📚 Sim, existem mil livros incríveis sobre autoconhecimento e cursos fascinantes sobre produtividade. Mas você não precisa consumir tudo ao mesmo tempo! O crescimento pessoal não é um sprint – e encher a cabeça com infinitas técnicas, métodos e hábitos pode acabar sendo um peso.

Estabelecer limites para esse processo é essencial. Nem todo livro precisa ser lido agora, nem todo curso precisa ser feito na semana que vem. Permita-se viver momentos sem propósito específico, como jogar conversa fora com amigos, assistir uma série só por diversão ou simplesmente ficar de boa.

Pesquisas mostram que ter hobbies variados ajuda a reduzir o estresse e traz mais bem-estar. Ou seja, se você está se sentindo sobrecarregado, talvez a solução não seja mais um curso de mindfulness, mas sim uma tarde relaxando sem pressa.

Redefina o que é progresso (não é só produtividade!)

🧑‍🎓 Muita gente mede sucesso com base em conquistas: diplomas, promoções, projetos finalizados. Mas será que progresso precisa ser sempre sobre “fazer mais”?

A verdade é que o verdadeiro crescimento também está em aprender a curtir o momento presente. Um estudo recente mostrou que médicos que praticam mindfulness – ou seja, que se permitem estar mais conscientes e presentes no agora – lidam melhor com o estresse e têm um desempenho superior em situações de pressão.

Então, ao invés de medir progresso apenas pelo que você risca da sua lista de tarefas, tente adotar uma visão mais equilibrada:

Aceite o progresso lento – tá tudo bem crescer no seu tempo.
Reavalie sua intenção – pergunte-se se você está buscando melhorar algo por vontade própria ou por pressão externa.
Celebre pequenas vitórias – cada passo conta, não apenas os grandes marcos.

Encontre seu próprio ritmo de crescimento

Comparar-se com outras pessoas – principalmente aquelas que parecem viver a vida perfeita no Instagram – pode ser um dos maiores inimigos da sua saúde mental. Sim, tem gente que acorda às 5h da manhã, faz yoga, escreve um diário e ainda corre 10 km antes do café. Mas isso não significa que esse seja o único caminho para uma vida bem-sucedida.

☀️ A verdade é que não existe um modelo único de produtividade e bem-estar. Talvez você funcione melhor acordando às 8h. Talvez prefira malhar à noite. Talvez, na real, seu maior momento de clareza mental seja tomando um café sem pressa. E sabe de uma coisa? Tá tudo certo.

O importante é lembrar que autoaperfeiçoamento não deve ser uma corrida sem linha de chegada. O equilíbrio, a flexibilidade e o autocuidado sempre devem vir em primeiro lugar. Afinal, ser sua melhor versão não significa se sobrecarregar – significa viver de um jeito que faz sentido para você.

Uma jornada de descoberta e transformação

HBO / Reprodução

🎞️ Alguns filmes vão além do entretenimento e nos levam a uma verdadeira jornada espiritual. Sete Anos no Tibet (1997) é um desses casos. Estrelado por Brad Pitt, o longa conta a história real de Heinrich Harrer, um alpinista austríaco que, ao tentar escalar o Himalaia nos anos 1940, acaba vivendo uma transformação profunda ao se conectar com a cultura tibetana e desenvolver uma amizade inesperada com o jovem Dalai Lama.

Uma história de acaso e destino

O filme começa com Heinrich Harrer (Brad Pitt), um alpinista ambicioso e egocêntrico que parte para uma expedição ao Himalaia, deixando para trás sua esposa grávida. O destino, no entanto, tem outros planos: com a Segunda Guerra Mundial em andamento, ele é capturado pelos britânicos na Índia e enviado para um campo de prisioneiros.

⛰️ Depois de várias tentativas, ele finalmente consegue escapar e inicia uma jornada exaustiva até o Tibete, onde encontra refúgio na cidade sagrada de Lhasa. Ali, ele é acolhido e, aos poucos, passa a compreender um mundo muito diferente do que conhecia.

A amizade com o Dalai Lama

Um dos aspectos mais fascinantes do filme é a relação entre Harrer e o jovem Dalai Lama, interpretado por Jamyang Jamtsho Wangchuk. O austríaco se torna uma espécie de mentor para o líder espiritual, ensinando-lhe sobre o mundo ocidental, enquanto, em troca, aprende sobre a cultura budista, a compaixão e a importância da humildade.

🧘 Essa amizade transforma Harrer. O homem que começou sua jornada arrogante e individualista se torna alguém mais sensível e consciente do que realmente importa na vida.

Um retrato do Tibete antes da ocupação chinesa

Além da trajetória pessoal de Harrer, o filme também serve como um retrato visual e histórico do Tibete antes da invasão chinesa em 1950. A produção nos apresenta a uma cultura rica, marcada pela espiritualidade e por uma visão de mundo profundamente pacífica.

⚔️ A transição entre a paz do Tibete e os eventos que levaram à sua ocupação é mostrada de forma gradual, trazendo um tom melancólico à narrativa.

Fotografia e trilha sonora de tirar o fôlego

Se tem algo que Sete Anos no Tibet entrega com maestria, além da história emocionante, é a fotografia. As paisagens do Himalaia e do Tibete são de encher os olhos, transportando o espectador para um cenário quase místico.

🎼 A trilha sonora, composta por John Williams, contribui para essa atmosfera contemplativa e grandiosa. Cada nota reforça a imensidão da jornada de Harrer e a espiritualidade do Tibete.

Por que vale a pena assistir?

Sete Anos no Tibet é um filme sobre crescimento pessoal, redenção e sobre como as experiências inesperadas podem transformar nossa visão de mundo. Mais do que uma aventura, é uma lição sobre humildade e conexão humana.

🎥 Se você curte histórias baseadas em fatos reais, cenários impressionantes e personagens que evoluem ao longo da trama, esse filme é uma escolha certeira. E, de quebra, ainda oferece um vislumbre da cultura tibetana antes de sua drástica mudança histórica.

Já assistiu? O que achou da jornada de Heinrich Harrer?⚡

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