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Era uma vez... no Chat GPT: Disney leva seus personagens para o mundo da IA #566

➜ EDIÇÃO 566

Photoshop dentro do ChatGPT?

Adobe / Reprodução

🎉 A Adobe e a OpenAI resolveram dar um presentão para quem vive entre imagens, PDFs e criatividade: a partir desta semana, três dos principais apps da Adobe chegam direto dentro do ChatGPT. Isso mesmo — agora dá para criar, editar e ajustar imagens, artes e até documentos sem sair da janela do chatbot.

A ideia segue a estratégia da OpenAI de transformar o ChatGPT em um hub de tarefas, em que você resolve tudo ali mesmo. Já tinha Canva, já tinha Spotify… agora tem Photoshop, Adobe Express e Acrobat funcionando no modo “mão na roda”.

💻 E o melhor? É grátis até para usuários não pagantes. A integração já está disponível no app do ChatGPT para iOS, Android e no navegador.

Como usar Photoshop ou Acrobat dentro do ChatGPT?

É quase simples demais:

  1. Comece o prompt digitando o nome do app — tipo “Photoshop”, “Express” ou “Acrobat”.

  2. O ChatGPT detecta na hora, deixa o nome em negrito e mostra o ícone.

  3. Depois disso, você escreve o que quer fazer — quanto mais detalhado o comando, melhor.

  4. Se for edição de imagem, basta anexar o arquivo.

  5. No primeiro uso, é só confirmar a integração (e fazer login na Adobe, se necessário).

🎨 Pronto: a ferramenta abre dentro da própria conversa e você pode ajustar brilho, contraste, remover fundo, criar artes, gerar convites, editar PDFs, mesclar documentos e por aí vai.

Dependendo da tarefa, o ChatGPT faz a edição automaticamente. Em outras, ele te entrega o painel da Adobe para você brincar manualmente.

O que cada app faz dentro do ChatGPT?

  • Photoshop: ajustes finos — brilho, contraste, exposição, nitidez, efeitos…

  • Adobe Express: criação rápida de artes, convites, posts, ilustrações e layouts.

  • Acrobat: edição, conversão, organização e fusão de PDFs (sim, finalmente sem sofrimento).

🖼️ A promessa da parceria é simples: colocar mais criatividade ao alcance de todo mundo, sem depender de mil abas abertas e sem precisar saber usar cada editor profundamente.

Quase um assistente pessoal: Opera Neon estreia com IA agêntica e automações

Opera / Reprodução

🤯 Depois de meses de expectativa, o Opera finalmente liberou para todo mundo o Opera Neon — um navegador pago (R$ 19,90/mês) que aposta pesado em IA agêntica, aquela capaz de agir por você, e não só responder perguntas.

O Neon não quer ser “só mais um navegador”. A promessa é transformar a navegação em algo mais automatizado, inteligente e… ousado. Ele não apenas exibe páginas: ele executa tarefas, entende o contexto e resolve pepinos sozinho.

💬 Um dos destaques é o Neon Chat, o chatbot que acompanha sua navegação e consegue dar respostas mais precisas, contextualizadas e úteis. Já o Neon Make funciona como um motor criativo com superpoderes, ideal para transformar ideias em coisas concretas: jogos, apps básicos, sistemas simples e até sites prontos.

Gemini, GPT, Veo e até Nano Banana

Mesmo sendo pago, o Opera Neon dá acesso direto a alguns dos modelos mais avançados do mercado, incluindo:

  • Gemini 3 Pro,

  • GPT-5.1,

  • Veo 3.1,

  • Nano Banana Pro (o queridinho das imagens).

✏️ Mas quem realmente brilha é o Neon Do, um sistema de automações baseado em "operators", que cria tarefas inteligentes para facilitar a vida. Ele consegue, por exemplo:

  • preencher automaticamente reservas em hotéis e restaurantes,

  • completar formulários,

  • comparar dados de várias fontes e agir com base nisso.

Para ajudar quem não quer complicação, o navegador também traz cartões com instruções pré-prontas, além das Tasks, que analisam o cenário e usam IA para tomar decisões alinhadas ao que o usuário precisa.

🔒 A Opera também destaca que todo o processamento é local, reforçando a privacidade. E vale lembrar: em outubro, o Neon ganhou o Deep Research (ODRA), ferramenta que gera relatórios avançados a partir de um simples comando.

Vale a pena?

O Opera Neon é um navegador pago, de quase R$ 20 por mês. Mas, em troca, entrega integração direta com os principais agentes de IA do mercado e uma proposta ousada de navegação automatizada, que muitos consideram o primeiro passo concreto rumo à chamada Web 4.0.

🌐 A própria Opera acredita que estamos entrando em uma nova fase da internet… e que uma guerra de navegadores inteligentes não está muito longe.

O sucesso tem idade marcada? A ciência responde!

🤔 Afinal, qual é a idade em que o desempenho profissional realmente chega no auge?

Essa pergunta anda tirando o sono de muita empresa por aí. Com a pressão por inovação, boas decisões e criatividade, cada vez mais líderes querem entender como a idade influencia aquilo que a gente entrega no trabalho.

📄 E tem pesquisa séria sobre isso. O National Bureau of Economic Research aponta que inventores e cientistas têm atingido seu pico criativo e produtivo entre o fim dos 30 e os 40 anos, exatamente quando a bagagem técnica encontra a maturidade intelectual. É a interseção perfeita entre “eu sei fazer” e “eu sei por que fazer assim”.

No mundo dos negócios, a história se repete. Um estudo publicado no Journal of Business Venturing mostra que empreendedores mais velhos, especialmente os de meia-idade, estão no grupo que mais cria negócios de sucesso. Mais surpreendente ainda: fundadores de 60 anos têm três vezes mais chances de liderar uma startup de alto desempenho do que alguém de 30. A galera experiente está dominando as estatísticas do empreendedorismo.

Por que a maturidade turbina a criatividade?

🧠 Com o tempo, o cérebro vai acumulando repertório, conexões e aquela malandragem estratégica que só a prática entrega. Tudo isso vira um motor criativo poderoso. A experiência também melhora a capacidade de tomar decisões, articular estratégias, negociar e mobilizar contatos, habilidades que fazem toda diferença nos cargos de liderança.

Enquanto isso, profissionais mais jovens se destacam na velocidade: aprendem ferramentas novas num piscar de olhos e se adaptam rápido a setores em transformação.

🧓 Cada fase da vida, portanto, tem seu superpoder. Funções que exigem visão de longo prazo, análise de risco e integração de várias habilidades tendem a se beneficiar dos mais experientes. Já posições muito técnicas ou que pedem constante atualização podem favorecer quem está começando.

O segredo é fugir dos estereótipos e focar no que realmente importa: as competências necessárias para cada função, não o número na certidão de nascimento.

🍏 Aliás, o próprio Steve Jobs é um exemplo clássico. Ele fundou a Apple aos 21, mas concentrou suas maiores revoluções — iPod, iPhone, iPad — entre os 40 e 50 anos. Ou seja: idade não limita… às vezes, até dá aquele upgrade.

Mickey no Sora? Disney investe pesado na OpenAI e abre seu cofre de personagens

Giphy / Reprodução

🤯 A Disney resolveu entrar de vez no jogo da inteligência artificial e com um cheque daqueles: US$ 1 bilhão para investir na OpenAI. O acordo, anunciado na quinta-feira (11), abre caminho para algo que parecia impossível até pouco tempo: criar vídeos com personagens oficiais da Disney dentro do Sora, o gerador de vídeos da OpenAI.

O Sora, lançado em setembro, já ficou famoso por transformar simples comandos em vídeos curtos superrealistas. Agora, a ferramenta vai ganhar um upgrade poderoso: a partir do ano que vem, usuários poderão usar mais de 200 personagens de universos como Disney, Marvel, Pixar e Star Wars. Sim, isso inclui nomes como Mickey Mouse, Ariel, Cinderela, Homem de Ferro e Darth Vader.

🏰 Segundo Bob Iger, CEO da Disney, a parceria deve expandir a forma como a empresa conta histórias por meio da IA — mas sempre “de maneira responsável”, respeitando criadores e direitos autorais. Uma fala importante, especialmente considerando a chuva de polêmicas que o Sora enfrentou desde o lançamento.

O acordo de três anos também faz da Disney uma grande cliente da OpenAI. A empresa já começou a implementar o ChatGPT internamente e deve desenvolver novas ferramentas com a tecnologia da companhia.

Mas por que esse movimento importa tanto?

🎞️ Porque nos últimos meses, estúdios de Hollywood têm travado verdadeiras batalhas contra empresas de IA para proteger suas obras. A Disney, por exemplo, já enviou notificações ao Google, Character.AI e até entrou na Justiça contra a Midjourney por uso não autorizado de seus personagens. Recentemente, acusou o Google de violação de direitos autorais “em escala massiva”, em carta obtida pela CNBC.

Agora, ao fechar parceria diretamente com a OpenAI, a empresa mostra que não quer bloquear a IA — apenas garantir que o uso seja seguro, controlado e vantajoso para os dois lados. Como parte do acordo, a OpenAI se comprometeu a manter controles rígidos para evitar conteúdo ilegal, ofensivo ou que burle direitos autorais.

🤖 Além disso, os mesmos personagens também poderão ser usados no ChatGPT Images, para criação de imagens via comandos de texto. E algumas produções feitas no Sora devem chegar até ao Disney+.

No fim das contas, é um sinal claro de que a indústria do entretenimento está tentando encontrar o meio-termo entre criatividade e proteção e que a Disney prefere navegar essa onda com o leme bem firme.⚡

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