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Fim do smartphone acessível? Preços dos aparelhos começam a subir no Brasil #682

➜ EDIÇÃO 682

Instagram finalmente deixa editar comentários (e já era hora)

🎉 Errou no comentário? Calma que agora tem conserto. O Instagram finalmente liberou uma função simples, mas muito pedida: editar comentários depois de postar.

A novidade resolve aquele clássico momento de arrependimento — seja por um erro de digitação, uma frase mal formulada ou até aquela opinião que você pensou melhor depois de publicar.

Como funciona na prática?

✏️ O recurso é bem direto:

  • Você pode editar seu comentário até 15 minutos depois de postar

  • Basta tocar na opção “Editar” no próprio comentário

  • Fazer a alteração e confirmar — pronto

Ah, e dá pra editar mais de uma vez dentro desse intervalo. Depois disso, já era, só apagando e começando de novo.

😅 Outro detalhe importante: o comentário editado ganha um aviso de “Editado”, então nada de fingir que sempre escreveu certo.

Por enquanto, só no celular

Nos testes, a função apareceu apenas no app mobile. Ou seja, se você usa o Instagram pelo navegador no PC, ainda vai ter que conviver com os errinhos por lá (pelo menos por enquanto).

📱 A novidade foi confirmada pela própria Meta em uma postagem no Threads, com direito a uma zoeira básica sobre aquele desespero de perceber um erro segundos depois de comentar.

E vem mais por aí…

Além dessa atualização, o Instagram também está testando uma versão paga da plataforma, que deve trazer recursos extras para assinantes. Ainda não está claro o que será exclusivo, mas dá pra esperar mais mudanças nos próximos meses.⚡

A era do smartphone barato está chegando ao fim? 

Samsung / Reprodução

🤯 Se você estava de olho em um celular novo da Samsung, talvez seja melhor preparar o bolso. Nos últimos dias, a marca reajustou os preços de vários modelos no Brasil e os aumentos chegam perto dos 19% em alguns casos.

Segundo levantamento do TecMundo, os reajustes não foram exatamente discretos, principalmente nos aparelhos de entrada e intermediários. A própria Samsung confirmou que o cenário atual não ajuda: fatores geopolíticos, câmbio e problemas logísticos estão pressionando os preços. E, claro, a famosa crise dos chips continua dando as cartas.

Os mais baratos sentiram mais

📱 Curiosamente (ou nem tanto), quem mais sofreu com os aumentos foram os modelos mais acessíveis.

O Galaxy A17 5G com 256 GB, por exemplo, teve um salto de quase 19% no preço desde o lançamento. Já o Galaxy A07 também entrou na onda, com alta acima de 18%.

😡 Outros modelos da linha A, como Galaxy A36 e Galaxy A56, também ficaram mais caros, com reajustes na faixa dos 10%.

E os tops de linha?

Aqui a pancada foi menor, mas ainda assim presente.

💸 Dispositivos premium como o Galaxy S25 FE,  Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7 tiveram aumentos mais “contidos”, variando entre 2% e 6%.

Ou seja, continuam caros… só que um pouco mais caros.

Um problema global

🌍 Esse movimento não é exclusivo do Brasil. Em outros mercados, como Estados Unidos e Índia, fabricantes também já começaram a subir preços.

A tendência preocupa porque pode trazer alguns efeitos colaterais:

  • Smartphones com menos novidades entre gerações

  • Reaproveitamento de hardware antigo

  • Redução de especificações em alguns modelos

E tudo isso para tentar equilibrar custos em meio à instabilidade da cadeia de suprimentos.

O que diz a Samsung?

🧾 Em nota, a empresa reforçou que define preços com base em vários fatores — como inovação, posicionamento de mercado e estabilidade da produção — mas reconheceu que o cenário global atual acaba impactando os valores finais.

Enquanto isso, outras marcas ainda não fizeram grandes reajustes no Brasil… mas, considerando o cenário, pode ser só questão de tempo.

Quer ser melhor todo dia? Cuidado com esse exagero

 🚀 Nos últimos tempos, virou quase regra querer ser melhor em tudo — mais produtivo, mais focado, mais disciplinado. Esse movimento, conhecido como “maxxing” (ou maximização), ganhou força nas redes sociais e vem influenciando a forma como muita gente encara carreira e rotina.

A ideia até parece boa: evoluir constantemente. O problema é quando isso vira uma corrida sem linha de chegada e, pior, sem pausa.

Quando melhorar deixa de ser saudável

⚠️ Buscar crescimento faz parte de qualquer jornada profissional. Mas o alerta acende quando essa busca vira uma cobrança permanente, como se nunca fosse suficiente.

Na prática, isso aparece em dias mais longos, dificuldade de se desconectar e aquela sensação clássica de “poderia ter feito mais”, mesmo depois de cumprir tudo.

🫠 Resultado? Um ciclo cansativo em que você se esforça cada vez mais… e se sente cada vez menos satisfeito.

Os sinais de que algo saiu do controle

A produtividade tóxica não chega fazendo barulho, ela vai se infiltrando na rotina. Alguns sinais comuns:

  • Cansaço constante (não só físico, mas mental também)

  • Dificuldade de concentração

  • Irritação sem motivo claro

  • Incapacidade de relaxar, até fora do trabalho

  • Sensação de culpa ao descansar

⏳ Até momentos simples, como ver um filme ou sair com amigos, começam a parecer “perda de tempo”.

Não afeta só você

Esse ritmo não pesa só no indivíduo, as empresas também sentem o impacto. Profissionais sobrecarregados tendem a produzir menos, errar mais e, eventualmente, se afastar por esgotamento.

😣 No longo prazo, o excesso de esforço acaba prejudicando exatamente aquilo que o “maxxing” promete melhorar: desempenho e resultados.

Equilíbrio ainda é o melhor hack de produtividade

Se a ideia é evoluir de verdade, o caminho não é acelerar sem parar, é saber dosar.

Algumas mudanças simples já ajudam:

  • Definir horários claros de trabalho

  • Fazer pausas ao longo do dia

  • Organizar tarefas de forma realista

  • Respeitar o descanso como parte do processo

🧘 Descansar não é perder tempo, é o que permite continuar performando bem.

No fim das contas…

A busca por evolução não precisa ser extrema para ser eficaz. Quando o “maxxing” perde o equilíbrio, ele deixa de ser crescimento e vira desgaste.

🙂 E aí vale lembrar: produtividade de verdade não é fazer mais a qualquer custo, é fazer melhor, sem se destruir no processo.

Streaming quem? Gen Z mostra que cinema ainda é tendência

Giphy / Reprodução

🎞️ A ideia de que os jovens abandonaram o cinema pode até circular por aí… mas os números contam outra história. Um novo estudo da Fandango mostra que a Geração Z não só continua indo às salas, como virou o público mais presente nas telonas.

Segundo a pesquisa, 87% dos jovens dessa geração assistiram a pelo menos um filme no cinema no último ano. Para comparar, os millennials vêm logo atrás com 82%, enquanto a Geração X (70%) e os baby boomers (58%) ficam mais distantes. E não é só presença, é frequência também. Gen Z e millennials vão, em média, sete vezes por ano ao cinema.

🍿 Mas o motivo dessa fidelidade muda de geração pra geração. Enquanto os millennials enxergam o cinema como uma pausa da rotina (aquele escapismo clássico), a Gen Z encara a experiência como um verdadeiro evento social — tipo um rolê completo, não só “assistir a um filme”.

Já quem vai menos aponta motivos bem conhecidos: ingressos mais caros, menos lançamentos chamativos e o conforto do streaming em casa. Ainda assim, o cinema segue firme como ponto de encontro, especialmente para os mais jovens.

🎥 E o futuro parece promissor: 76% dos entrevistados disseram que pretendem assistir a pelo menos um filme nos cinemas entre maio e agosto de 2026. Na lista de mais aguardados estão títulos de peso como Toy Story 5, Homem-Aranha: Um Novo Dia, O Diabo Veste Prada 2, A Odisseia e Todo Mundo em Pânico 6.

No fim das contas, pode até parecer que o streaming dominou tudo… mas, pelo visto, a pipoca na mão e a sala escura ainda têm muito fôlego, principalmente entre quem transforma o cinema em programa.

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