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Fim do Sora? Calma... a OpenAI pode estar só mudando o roteiro #668

➜ EDIÇÃO 668

Vídeos estranhos feitos por IA? YouTube quer saber sua opinião

Reddit / Reprodução

🤔 O YouTube parece ter cansado de rolar o feed e dar de cara com aqueles vídeos meio… duvidosos feitos por IA. E, ao que tudo indica, a plataforma quer uma ajudinha dos próprios usuários pra identificar esse tipo de conteúdo — o famoso “AI Slop”.

Segundo informações que circulam por aí, o site estaria testando um sistema simples: enquanto você assiste a um vídeo, pode aparecer uma perguntinha básica tipo “isso aqui parece AI Slop?”. A resposta varia entre níveis como “nem um pouco” até “extremamente” — ou, em alguns casos, só um direto “sim” ou “não”.

😂 O curioso é que o próprio YouTube estaria usando o termo “AI Slop” de forma oficial nessas interações. Pra quem não tá ligado, a expressão virou um jeito meio irônico de definir conteúdos feitos por IA sem muito sentido ou qualidade — tipo vídeos bizarros, situações absurdas ou coisas que parecem ter sido geradas no automático só pra viralizar.

Tentando organizar a bagunça

A movimentação até faz sentido. Nos últimos tempos, esse tipo de conteúdo tem se espalhado rápido e muitas vezes performa bem, mesmo sendo… questionável. O CEO da plataforma, Neal Mohan, já tinha comentado anteriormente sobre a preocupação com a qualidade do que circula por lá.

🔍 A ideia, ao que tudo indica, é usar esse feedback da galera pra classificar melhor os vídeos e talvez reduzir a visibilidade dos mais “preguiçosos”. Ao mesmo tempo, conteúdos tradicionais — como gameplays ou ASMR — continuam sendo vistos como exemplos positivos dentro da plataforma.

Mas nem tudo são flores: tem gente levantando a sobrancelha pra possibilidade de esse feedback servir também como treinamento pra modelos de IA do próprio YouTube. Ou seja, além de organizar o feed, a empresa pode estar aprendendo com o que os usuários consideram “conteúdo ruim”.

Calma lá: ainda é teste 

⚠️ Vale lembrar que nada disso foi confirmado oficialmente. Não houve anúncio formal da plataforma, então tudo ainda entra na categoria de testes ou até rumores. E, convenhamos, em tempos de prints editáveis, sempre rola aquela dúvida no ar.

Mesmo assim, a discussão é válida: com a avalanche de conteúdo gerado por IA, separar o que é interessante do que é puro “encheção de linguiça digital” virou um desafio real.⚡

Fim do Sora? OpenAI encerra app de vídeos por IA

🤯 A OpenAI resolveu encerrar um capítulo importante da sua história com IA: o Sora, ferramenta que criou um baita hype ao transformar texto em vídeos realistas, vai ser descontinuado.

A confirmação veio nesta semana, junto com um recado direto (e até meio emotivo): a empresa agradeceu a comunidade que criou, testou e compartilhou conteúdos com a ferramenta. As datas exatas do fim ainda não foram reveladas, mas já ficou claro que o site, o app e até a API vão sair de cena.

O fim… mas nem tanto assim 

🎬 Apesar do “adeus”, isso não significa que a ideia morreu. Muito pelo contrário. A própria OpenAI já indicou que pretende integrar a tecnologia do Sora dentro do ChatGPT — o que pode explicar bem essa mudança de estratégia.

Ou seja: em vez de um produto separado, o gerador de vídeos pode virar só mais uma função dentro do ecossistema principal da empresa.

De fenômeno viral a dor de cabeça 

😬 Lançado em 2024, o Sora viralizou rapidinho nas redes sociais com vídeos impressionantes criados a partir de prompts simples. Era o tipo de tecnologia que fazia muita gente parar pra perguntar: “isso aqui é real mesmo?”.

Mas nem tudo foi hype. A ferramenta também entrou em polêmica por gerar conteúdos com personagens protegidos por direitos autorais e até rostos de pessoas reais — o que levantou debates sobre privacidade e uso indevido de imagem.

🏰 Inclusive, até parcerias grandes, como a tentativa de colaboração com a Disney para uso oficial de personagens, parecem ter esfriado junto com o projeto.

O que vem agora?

A OpenAI prometeu divulgar em breve como os usuários poderão salvar ou preservar os vídeos já criados na plataforma. E, pelo andar da carruagem, o futuro da geração de vídeo por IA deve continuar — só que de forma mais integrada e, talvez, mais controlada.

🤔 No fim das contas, o Sora não acabou porque deu errado… mas porque pode estar evoluindo pra algo maior.

O segredo pra responder bem até sem saber tudo

😰 Ser pego de surpresa com uma pergunta difícil no meio de uma reunião é praticamente um esporte corporativo. Dá aquele branco, o coração acelera e, se você não tomar cuidado, sai uma resposta meio… nada a ver.

Mas a real é que improvisar bem virou uma habilidade-chave no trabalho moderno. Em ambientes cada vez mais dinâmicos, saber se virar na hora pode pesar tanto quanto o conhecimento técnico. E, segundo a especialista em psicologia organizacional Melody Wilding, existem algumas estratégias simples (e muito usadas por gente bem-sucedida) pra sair dessas situações com elegância.

Fale do que você realmente sabe

🎯 Na dúvida, não inventa. Em vez de tentar parecer especialista em tudo, delimite sua resposta com base na sua experiência.

Algo como: “Pelo que tenho visto no projeto…” já ajuda a transmitir segurança sem forçar a barra. Isso passa mais credibilidade do que uma resposta genérica ou cheia de suposições.

 Ganhe tempo sem parecer perdido

⏳ Responder com outra pergunta não é enrolação, é estratégia.

Pedir um pouco mais de contexto ajuda você a organizar o pensamento e ainda mostra que está realmente interessado em responder bem. De quebra, você evita responder algo fora do ponto.

Entenda o que a pessoa quer de verdade

🧠 Nem toda pergunta é só… uma pergunta. Às vezes, a pessoa quer segurança, direção ou uma decisão.

Quem manda bem na comunicação consegue perceber isso rápido e vai direto ao ponto — sem rodeios desnecessários.

Saiba dizer “deixa eu ver isso melhor”

🤝 Se você não tem a resposta na ponta da língua, tudo bem. O erro é tentar improvisar qualquer coisa.

Profissionais mais experientes assumem isso com clareza: explicam que vão checar melhor e combinam um retorno. Isso não pega mal — pelo contrário, mostra responsabilidade.

🙂 No fim das contas, o que mais pesa nesses momentos não é saber tudo, mas saber se comunicar bem sob pressão. Quem consegue manter a calma, ser claro e objetivo já sai na frente.

Crise na indústria? Epic corta custos e demite funcionários

Giphy / Reprodução

🎮 A Epic Games começou a semana com uma notícia pesada: mais de mil funcionários serão demitidos em uma nova rodada de cortes. E, segundo o próprio CEO Tim Sweeney, parte da culpa recai sobre ninguém menos que Fortnite.

Nem o Fortnite escapou…

Apesar de ainda ser um dos jogos mais populares do planeta, o Fortnite já não tem o mesmo fôlego de antes. De acordo com Sweeney, o engajamento começou a cair ao longo de 2025 e isso bagunçou as contas da empresa.

🫠 O resultado? A Epic passou a gastar mais do que arrecadava. Pra tentar equilibrar a situação, veio o pacote completo: demissões, corte de contratos, redução em marketing e congelamento de novas vagas. A expectativa é economizar mais de US$ 500 milhões com essas medidas.

Não é só a Epic, o mercado inteiro tá sentindo

Sweeney também deixou claro que o problema vai além da empresa. A indústria de games como um todo está enfrentando um momento mais complicado:

  • Crescimento mais lento

  • Jogadores gastando menos

  • Custos de produção cada vez mais altos

  • Disputa absurda pela atenção (não só entre jogos, mas com streaming, redes sociais e afins)

📉 Até a venda de consoles, segundo ele, não acompanha mais o ritmo das gerações anteriores — o que afeta todo o ecossistema.

E a IA? Não tem culpa (dessa vez)

Em meio a tantos cortes no setor tech por causa de automação, Sweeney fez questão de esclarecer: dessa vez, a inteligência artificial não é a vilã.

⚙️ A Epic diz que vai continuar investindo pesado em ferramentas como o Unreal Engine 5 e no ecossistema criativo do próprio Fortnite, incluindo planos futuros com o Unreal Engine 6.

E quem foi afetado?

Pelo menos nesse ponto, a empresa tentou amenizar o impacto. Os funcionários demitidos vão receber:

  • Mínimo de quatro meses de salário

  • Plano de saúde (nos EUA) por até seis meses

  • Liberação acelerada de ações

  • Mais tempo pra exercer participação acionária

🤔 Sweeney reconheceu que o momento é difícil e prometeu mais detalhes sobre os próximos passos em reuniões internas.

No fim das contas, o recado é claro: mesmo gigantes como a Epic Games não estão imunes às mudanças do mercado. E quando até Fortnite entra na conta… é porque o cenário realmente mudou.

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