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Hogwarts reabre as portas: o que esperar da nova série de Harry Potter #670
➜ EDIÇÃO 670



Marketing ou mico? Nike tenta inovar, mas CBF puxa o freio

Nike / Reprodução
🫠 A novela do “Vai, Brasa!” durou pouco e terminou com veto oficial. A campanha da Nike para os novos uniformes da Seleção Brasileira até tentou emplacar um novo bordão para a Copa de 2026, mas a internet não deixou barato.
A ideia era simples: colocar a expressão na gola da camisa amarela e no meião. O problema? A galera simplesmente não comprou.
“Brasa” não pegou
🔥 A reação nas redes foi praticamente unânime e não de um jeito bom. Segundo levantamento da FGV com a Polis Consulting, cerca de 75% das menções foram negativas.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Xaud, preferiu não bancar o risco. Disse que foi pego de surpresa, esperou o termômetro da internet… e mandou cortar. Resultado? “Brasa” sai do meião. No lugar, volta “Brasil”.
🤔 Para muitas pessoas a expressão parecia “gíria de briefing”, criada em sala de reunião e não algo que nasce naturalmente da torcida.
Não é a primeira polêmica
Essa já é a segunda vez que a gestão barra ideias criativas da Nike. Antes, teve a história da camisa vermelha, que foi cancelada por possíveis interpretações políticas.
🙅 Agora, o problema foi outro: falta de identificação mesmo.
O canarinho bugado
Pra piorar, a campanha “Alegria que Apavora” ainda trouxe um detalhe curioso (e meio constrangedor): um canarinho com três patas. Sim, três.
🤖 O erro levantou suspeitas de uso de IA na criação — aquele tipo de falha clássica que a galera já reconhece de longe. A Nike não confirmou nada, mas o estrago já estava feito.
Enquanto isso, a Jordan passou ilesa
Curiosamente, o uniforme azul, feito em parceria com a Jordan Brand, teve uma recepção bem mais tranquila.
🗺️ A CBF vê essa collab como parte da estratégia de internacionalização da marca e, pelo visto, funcionou melhor do que inventar bordão novo.⚡


Chegou o “Dr. IA”? Perplexity entra na corrida da saúde digital

Perplexity / Reprodução
🤯 A corrida das IAs agora tem um novo foco, a saúde. E quem entrou nessa disputa agora foi a Perplexity AI com o lançamento do Perplexity Health, um serviço pensado pra ajudar você a entender melhor seus próprios dados de bem-estar — sem precisar virar médico por conta própria.
A proposta é simples (e ambiciosa): reunir em um só lugar informações como exames, dados biométricos e possíveis interpretações de sintomas. Mas calma, a própria empresa reforça que isso não substitui consulta médica. É mais um copiloto do que o piloto da sua saúde.
IA que explica seus exames
🧪 Na prática, o Perplexity Health funciona como um chatbot turbinado. Você pode jogar ali resultados de exames, métricas do corpo ou dúvidas gerais, e ele tenta traduzir tudo em linguagem mais acessível.
A ideia é reduzir aquele clássico momento de abrir um exame e não entender absolutamente nada — quem nunca?
O diferencial: os “conectores”
🤝 O grande destaque da ferramenta está nos chamados conectores, que permitem integrar dados de outras plataformas. Entre eles:
O Apple Health
Dispositivos da Fitbit
Bancos com milhões de serviços de saúde
Com isso, a IA consegue cruzar informações e dar respostas mais personalizadas — tipo sugerir um resumo antes de uma consulta ou até ajudar a montar um plano de treino com base nos seus dados.
Baseado em ciência (e com fontes)
📚 Outro ponto forte é que o sistema busca informações em artigos acadêmicos, livros e diretrizes médicas oficiais. E, sempre que possível, mostra a fonte, algo essencial quando o assunto é saúde.
Privacidade no radar
Como estamos falando de dados sensíveis, a empresa promete criptografia reforçada e controle total do usuário:
Dá pra desligar os conectores
Apagar informações rapidamente
E, segundo a Perplexity, esses dados não entram no treinamento da IA
Uma tendência que só cresce
📈 A Perplexity não está sozinha nessa. Ferramentas como o ChatGPT, o Claude e soluções da Microsoft já estão explorando esse território.
Ou seja: a ideia de ter uma “IA da saúde” no bolso está deixando de ser futuro e virando presente.
Já dá pra testar?
🤖 A versão básica do Perplexity Health já está disponível gratuitamente (inclusive em português). Já os recursos mais avançados, como o modo “Computer”, chegam primeiro para assinantes pagos nos EUA — com expansão global prevista.⚡


O tédio não é inimigo
🫠 A gente passa o dia fugindo dele. Preenche qualquer silêncio com celular, música, notificação, vídeo… qualquer coisa. Mas e se o tédio não fosse o vilão e sim uma ferramenta esquecida?
É exatamente essa provocação que esse vídeo traz: “Você precisa estar entediado. Aqui está o porquê”. (You Need to Be Bored).
O tédio não é um problema (é um sinal)
🧠 A sensação de tédio costuma incomodar porque ela nos deixa “sem nada pra fazer”. Só que, na prática, é justamente aí que algo importante acontece: o cérebro muda de modo.
Quando você não está ocupado, entra em ação o chamado “modo padrão” da mente — responsável por reflexão, criatividade e conexões mais profundas de pensamento.
😀 Ou seja, aquele momento parado olhando pro nada… pode ser exatamente quando surgem ideias melhores, insights ou até decisões importantes.
Por que a gente evita tanto isso?
Simples: hoje é quase impossível ficar entediado.
📱 Qualquer fila, elevador ou pausa vira oportunidade pra puxar o celular. E isso não é neutro, é um hábito que “desliga” esse modo mais reflexivo do cérebro.
Segundo o conteúdo, evitar o tédio o tempo todo pode até dificultar encontrar sentido nas coisas e aumentar sensações como ansiedade e vazio.
😣 É como se a gente estivesse sempre ocupado… mas cada vez menos conectado com o que realmente importa.
O desconforto que faz crescer
O ponto mais interessante é que o tédio é desconfortável por um motivo: ele nos obriga a pensar.
🤔 E pensar de verdade não é sempre agradável. Envolve dúvidas, questionamentos, às vezes até crises existenciais. Mas é justamente isso que leva a crescimento pessoal.
Fugir do tédio = fugir dessas perguntas. Enfrentar o tédio = encarar a própria vida.
Um “hack” simples (e difícil)
🙂 A recomendação não é largar tudo e viver em silêncio absoluto, mas criar pequenos espaços sem distração:
Caminhar sem fone
Treinar sem podcast
Comer sem celular
Ficar alguns minutos sem estímulo nenhum
Parece simples, mas é quase um detox mental.
😁 Com o tempo, o efeito é curioso: você passa a se sentir menos entediado com a própria vida e mais interessado nas coisas simples do dia a dia.
No fim das contas…
Talvez o problema não seja estar entediado. Talvez o problema seja nunca permitir isso acontecer.
🤩 O tédio não é vazio, é espaço. E, hoje, espaço virou luxo.⚡


De volta a Hogwarts
✨ A magia voltou e agora em formato de série! A HBO finalmente liberou o primeiro trailer da nova adaptação de Harry Potter, reacendendo o hype dos fãs e mostrando que o projeto vem grande (tipo nível “uma década de série”, sem exagero).
Primeiras imagens já dão o tom da nova fase
O trailer chega logo depois da primeira imagem oficial, que já tinha deixado a galera curiosa. Nela, Dominic McLaughlin aparece como Harry, todo caracterizado, indo em direção ao campo de quadribol com o uniforme da Grifinória.
📖 E pelo que dá pra ver na prévia, a ideia é clara: uma versão mais fiel aos livros, com cenários grandiosos e aquele clima clássico que a gente conhece, só que com mais tempo pra explorar cada detalhe.
Uma adaptação gigante (tipo nível maratona por anos)
A promessa da HBO é ambiciosa: cada temporada vai adaptar um livro da saga. Ou seja, estamos falando de um projeto pensado pra durar cerca de 10 anos.
🚂 A primeira temporada já começa pelo básico, Harry Potter e a Pedra Filosofal. E, pelo trailer, dá pra ver que momentos clássicos estão todos lá — Expresso de Hogwarts, Salão Principal, primeiros dias na escola… tudo com uma pegada mais detalhada.
Novo trio protagonista assume a missão
Depois de um processo com mais de 32 mil crianças (!), o trio principal foi definido:
Dominic McLaughlin como Harry
Alastair Stout como Ron
Arabella Stanton como Hermione
🎭 Ou seja, novos rostos pra personagens que todo mundo conhece de cor, o que sempre gera aquela mistura de curiosidade + comparação inevitável.
Elenco de peso chega junto
Além do trio, o elenco adulto vem forte:
John Lithgow como Dumbledore
Janet McTeer como McGonagall
Paapa Essiedu como Snape
Nick Frost como Hagrid
Ou seja: mistura de novos talentos com nomes experientes pra dar peso à história.
Bastidores também impressionam
🎬 A série está sendo comandada por Francesca Gardiner, com direção de episódios por Mark Mylod (de Succession).
As gravações rolam nos estúdios Leavesden, os mesmos dos filmes originais, o que ajuda a manter aquele “DNA visual” que os fãs amam.
E quando estreia?
📅 A previsão é bem simbólica: Natal de 2026.
A primeira temporada terá 8 episódios e deve marcar o início de uma jornada longa e, se tudo der certo definitiva.⚡

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