• CreativeNews
  • Posts
  • Menos barulho, mais leveza: Pantone define a cor de 2026, é o Cloud Dancer #567

Menos barulho, mais leveza: Pantone define a cor de 2026, é o Cloud Dancer #567

➜ EDIÇÃO 567

E a cor de 2026 é… branco?

Pantone / Reprodução

A escolhida da vez é a Cloud Dancer, um branco etéreo que a Pantone descreve como um sopro de calma em meio ao barulho do mundo. Um neutro elevado, leve, quase flutuante. E não demorou para o mercado de noivas enxergar nessa escolha um diálogo direto com a moda afetiva, aquela que transforma emoção em tecido.

A cor, oficialmente PANTONE 11-4201, foi apresentada como um branco vaporoso que inspira serenidade, foco e criatividade, quase uma pausa respirada em forma de tom. Desde 2000, a Pantone define anualmente a cor que representa o espírito da cultura, da moda e do design. Nos últimos anos tivemos Mocha Mousse (2025), Peach Fuzz (2024) e Viva Magenta (2023). Agora, o Cloud Dancer chega com clima de “voltar ao essencial”.

👰 Para Camila Paludo, estilista do atelier que leva seu nome em Garibaldi (RS), especializado em alta-costura nupcial, em conversa com com a revista Expansão a escolha não poderia ser mais alinhada com o universo das noivas.  “No meu olhar, essa cor é um convite à leveza, quase um respiro, em meio a um mundo acelerado. E casamento é exatamente isso: significado, presença, emoção”, explica.

Quando a cor vira espaço para histórias

🎨Para Camila, a magia do Cloud Dancer está justamente na sua capacidade de não competir com o resto. Ele abre espaço para que bordados, texturas, memórias e simbolismos brilhem.

Esse movimento revela uma tendência maior no setor: menos obsessão por tendências passageiras e mais foco em significado, propósito e personalização.

Neutro, mas cheio de alma

😀 O Cloud Dancer entrega exatamente o que o mercado vinha pedindo: uma cor neutra, mas longe de ser sem graça; delicada, mas cheia de presença; leve, mas emocionalmente profunda.

“E talvez seja isso que faça tanto sentido para 2026: é neutro, mas carrega profundidade emocional”, conclui Camila.

A união que pode definir o futuro dos agentes de IA

🤯 OpenAI, Anthropic e Block se juntaram à Linux Foundation para lançar a Agentic AI Foundation (AAIF), uma iniciativa que quer impedir que a nova era dos agentes vire um “cada um por si” cheio de sistemas fechados, padrões incompatíveis e integrações impossíveis.

A ideia é simples, mas poderosa: criar um espaço neutro onde ferramentas e protocolos de agentes de IA possam ser desenvolvidos de forma aberta, interoperável e colaborativa. E as contribuições já chegaram com pedigree.

  • A Anthropic doou o MCP (Model Context Protocol) — um padrão que conecta modelos e agentes a ferramentas e dados. 

  • A Block entregou o Goose, seu framework de agentes aberto e já usado internamente por milhares de engenheiros.

  •  A OpenAI trouxe o AGENTS.md, um arquivo de instruções super direto que ajuda ferramentas de programação a entender como agentes devem se comportar.

🤖 Tudo isso vira uma espécie de “infraestrutura essencial” da próxima fase da IA.

E não para por aí: AWS, Bloomberg, Cloudflare e Google também entraram para a AAIF. É praticamente um time all-star da tecnologia aparecendo para definir como essa nova geração de agentes vai trabalhar e, principalmente, como vai trabalhar junto.

Protocolos: a língua franca da era dos agentes

💬 Nick Cooper, engenheiro da OpenAI, resume bem a importância disso: protocolos são como uma linguagem compartilhada. Sem padrões, cada empresa teria que reinventar a roda sempre que um agente precisasse acessar dados, ferramentas ou outros sistemas. Com eles, tudo conversa. Tudo flui.

E, segundo ele, essa abertura é o motivo pelo qual nunca veremos um único provedor dominando completamente o mercado de agentes. A interoperabilidade é o caminho e é isso que a AAIF quer formalizar.

Evitando o futuro “fechado”

⚙️ Jim Zemlin, diretor da Linux Foundation, foi ainda mais direto: o objetivo é evitar um futuro em que apenas algumas plataformas controlem como agentes funcionam, se conectam e se comportam.

Ao reunir MCP, Goose, AGENTS.md e projetos futuros sob o mesmo guarda-chuva, a AAIF pretende definir padrões de segurança, interoperabilidade e boas práticas para toda a indústria.

Goose, MCP e a corrida da abertura

🙂 A Block, apesar de não ser a queridinha da IA, está apostando alto na transparência com o Goose. A estratégia é dupla: tornar o projeto melhor com contribuições externas e, ao mesmo tempo, alinhá-lo à visão de ecossistema aberto promovida pela AAIF.

A Anthropic, por sua vez, quer transformar o MCP em um padrão global, um “hub” neutro que elimina a necessidade de milhões de adaptadores específicos. Se pegar, vira um divisor de águas.

O desafio: virar padrão de verdade

🤔 Claro, sempre existe o risco de iniciativas como essa virarem apenas alianças cheias de logotipos sem impacto real. Mas Zemlin sugere um bom termômetro: quando fornecedores ao redor do mundo começarem a adotar e implementar esses padrões, saberemos que deu certo.

Cooper, da OpenAI, tem outra preocupação: que os protocolos não fiquem parados no tempo. Segundo ele, o ideal é que a base seja viva, evolutiva e sempre aberta a novas contribuições.

O que isso significa agora e depois

💻 No curto prazo, os benefícios são bem práticos:

  • menos tempo criando integrações manuais,

  • comportamentos mais previsíveis entre diferentes agentes,

  • e implantações mais simples para empresas preocupadas com segurança.

No longo prazo, o sonho é maior: um ecossistema aberto de agentes, tão interoperável quanto a própria web, onde ferramentas como MCP, Goose e AGENTS.md funcionem como peças básicas, compartilhadas e globais.

😀 Se isso decolar, a era dos agentes pode nascer com DNA aberto. E isso muda tudo.

Porquê colocar a vida em ordem é mais importante do que você pensa

🙂 Enriquecimento pessoal não tem nada a ver com dinheiro, cargos ou likes — é sobre se sentir alinhado consigo mesmo e com o que realmente importa. Falar em “colocar a vida em ordem” pode parecer clichê, mas é justamente esse processo de organizar hábitos, rotinas e prioridades que libera espaço para você crescer mental, emocional e espiritualmente.

Quando paramos para refletir sobre a vida como um todo, percebemos que muitas vezes queremos mais, mas fazemos menos do que precisamos para chegar lá. Em vídeos e conteúdos motivacionais que circulam por aí, uma mensagem aparece repetidamente: os fundamentos — aqueles hábitos que ninguém faz — são o que realmente transformam uma vida comum em uma vida plena e produtiva.

O que significa “colocar a vida em ordem”?

🎯 Colocar a vida em ordem é um processo prático e contínuo de alinhamento entre seus valores, suas ações e seus objetivos. Significa transformar pequenos hábitos em alicerces para uma vida mais leve, mais sustentável e mais intencional. Em vez de reagir ao caos, você passa a criar estruturas que favorecem seu crescimento.

Crie hábitos que sustentem sua rotina

Hábitos simples, como acordar e dormir no mesmo horário todos os dias, podem parecer mínimos, mas atuam como pilares da organização pessoal. Quando seu corpo e sua mente sabem o que esperar, você ganha clareza, energia e controle, o primeiro passo para qualquer mudança positiva. 

Nutrição e cuidados com o corpo importam

Alimentar-se com comida de verdade, mesmo que simples, faz diferença não só no corpo, mas na mente. Está tudo conectado: energia física, foco mental e bem-estar emocional. Quando você cuida da base do seu corpo, tudo o mais flui melhor.

Organização do espaço reflete organização interna

Arrumar a casa não é só estética, é simbólico. Um ambiente limpo e organizado ajuda a reduzir a ansiedade, clarear o pensamento e convidar a ação. Tudo aquilo que está à vista influencia seu estado emocional e sua capacidade de focar.

Priorize o que te faz bem de verdade

Enriquecimento pessoal vai além de listas intermináveis. Trata-se de fazer escolhas conscientes: escolher aquilo que somará à sua vida, não apenas aquilo que parece “importante”. Isso pode significar dizer não, desacelerar ou simplesmente reservar tempo para estar consigo mesmo.

Mudança começa com pequenos passos

Grandes transformações começam com ações aparentemente simples. Estabelecer uma rotina que respeite seu ritmo, cuidar da sua saúde, criar objetivos claros e aparar as arestas no dia a dia são passos lentos, mas poderosos. A vida ordenada não surge da noite para o dia, mas da repetição de escolhas conscientes.

O significado profundo de organizar a vida

😀 Quando você direciona energia para colocar sua vida em ordem, está fazendo mais do que arrumar rotinas: está se conectando com você mesmo. Está reconhecendo que seu tempo, sua atenção e suas escolhas importam. Enriquecer sua vida pessoal é, acima de tudo, estar presente — na sua história, na sua rotina e nos seus próprios sonhos.

🫡 No fundo, a mensagem é clara: você não precisa esperar por um grande evento para mudar — comece hoje com hábitos simples e observe como a vida começa a ganhar direção, significado e leveza.

Adeus, algoritmo aleatório

Spotify / Reprodução

🎵 O Spotify resolveu dar um passo além na brincadeira com inteligência artificial e, pela primeira vez, está colocando o controle do algoritmo nas mãos dos usuários — ou pelo menos é assim que a empresa está vendendo a novidade. O recurso se chama Playlists Promovidas e, por enquanto, está em fase beta e disponível só para assinantes Premium da Nova Zelândia.

A ideia é simples, mas poderosa: você descreve exatamente o tipo de playlist que quer e a IA monta tudo com base não só no seu gosto atual, mas em toda a sua história de audição no Spotify desde que você criou a conta. É como se o serviço pegasse seu “eu musical de 2015 + seu eu musical de agora” e criasse algo no meio do caminho.

🤖 É diferente das playlists com IA lançadas no ano passado, que já funcionavam por comando de texto. Agora, o Spotify deixa você escrever pedidos muito mais longos, complexos e específicos e a IA usa “conhecimento de mundo” para entender tudo direitinho, segundo a empresa disse ao TechCrunch.

Outro diferencial é poder mexer no passado: você pode pedir coisas como “músicas dos meus artistas favoritos dos últimos cinco anos” e depois ajustar para “faixas mais obscuras que eu provavelmente não ouvi ainda”.

🎧 O Spotify também deu exemplos mais elaborados, tipo:

  • “Pop e hip-hop energéticos para uma corrida de 5 km de 30 minutos, mantendo o ritmo antes de migrar para músicas calmas pro cooldown.”

  • “Trilhas sonoras dos filmes e séries mais comentados do ano, mas que combinem com o meu gosto.”

E a diversão não para aí: você pode refinar o comando infinitamente, ajustar a cara da playlist, escolher se ela deve ser atualizada todo dia ou toda semana… enfim, é quase criar sua própria versão do Discover Weekly, só que personalizada para um humor, um gênero ou um período da sua vida.

🎙️ A playlist ainda vem com explicações sobre o porquê de cada recomendação, uma prestação de contas do algoritmo que muita gente vai curtir.

É bom lembrar que o Spotify não está sozinho nessa tendência de “deixa o usuário mandar no algoritmo”.

  • O Instagram agora permite ajustar os Reels que você quer ver.

  • O Bluesky deixa você trocar de algoritmo como quem troca de roupa.

🎶 A guerra do “algoritmo personalizável” já começou e, pelo visto, o Spotify não quer ficar para trás.⚡

➜ Quer anunciar com a gente? Então clica aqui! 📣

➜ Quer receber nossa news diariamente? Cadastre-se gratuitamente!