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Motorista humano virou opcional? Uber mira frota autônoma #665

➜ EDIÇÃO 665

É IA ou não?

🔍 A Meta está testando uma nova função que pode virar essencial nos próximos anos: um detector de conteúdo gerado por inteligência artificial.

O recurso, chamado AI Detector, apareceu de forma discreta dentro da plataforma Meta AI e foi flagrado pelo perfil @testingcatalog no X (o antigo Twitter).

Um botão… que ainda não faz nada

👻 Por enquanto, o recurso é quase um “fantasma”.

Ele aparece como um botão na interface, mas ainda não leva a lugar nenhum. Ou seja, está claramente em fase de testes e pode nem chegar ao público final.

Mesmo assim, já dá pra entender a ideia: analisar conteúdos e indicar se foram criados ou manipulados por IA.

Missão difícil (e cada vez mais importante)

🕵️ Detectar conteúdo feito por IA não é simples e está ficando mais complicado a cada avanço da tecnologia.

Hoje, textos, imagens e vídeos gerados por inteligência artificial estão cada vez mais realistas, o que torna a identificação manual praticamente impossível em muitos casos.

Por isso, ferramentas como essa podem virar padrão no futuro.

Google já saiu na frente

🆚 Uma das poucas empresas que já oferecem algo parecido é o Google.

A gigante desenvolveu o SynthID, que identifica conteúdos gerados por IA usando marcas invisíveis inseridas durante a criação.

🤔 Mas tem um porém: ele funciona melhor com conteúdos criados dentro do próprio ecossistema do Gemini, ou seja, não é tão eficiente com materiais feitos em outras ferramentas.

O futuro da internet pode passar por isso

A iniciativa da Meta mostra uma preocupação crescente: como diferenciar o que é humano do que é gerado por máquina.

😨 Se esse tipo de ferramenta evoluir, pode impactar:

  • redes sociais

  • jornalismo

  • publicidade

  • até debates públicos

Mas, por enquanto, tudo ainda está em fase de teste.⚡

Futuro sem motorista

Rivian / Reprodução

🤯 A Uber decidiu acelerar de vez no futuro e anunciou um investimento de até US$ 1,25 bilhão na Rivian, rival direta da Tesla.

A ideia é simples (e ambiciosa): criar uma frota de táxis autônomos usando os carros da Rivian dentro do app da Uber.

Como esse plano sai do papel

🚗 O projeto começa com cerca de 10 mil unidades do Rivian R2, que devem começar a rodar em 2028, inicialmente em cidades como Miami e San Francisco.

A partir daí, a expansão deve ganhar escala até 2031, com presença em dezenas de cidades e possibilidade de crescer ainda mais.

🤖 Os veículos vêm equipados com um pacote pesado de tecnologia, incluindo câmeras, radares, sensores LiDAR e chips focados em IA, tudo para permitir direção totalmente autônoma.

Uma nova estratégia da Uber

Depois de tentar desenvolver sua própria tecnologia e recuar após um acidente, a Uber mudou o jogo e agora aposta em parcerias com empresas especializadas.

🚕 Além da Rivian, a empresa já se aproximou de nomes como Nuro e Wayve — sempre com o mesmo objetivo, escalar o modelo de robotáxis.

Se a aposta der certo, pode mudar completamente o transporte urbano. Mas até lá, ainda tem tecnologia, regulação e confiança do público no caminho.⚡

Entrar é fácil, sair também: evasão no EAD bate recorde no Brasil

🤯 Entrar na faculdade nunca foi tão acessível no Brasil, mas terminar o curso continua sendo um baita desafio. Um novo levantamento do Instituto Semesp mostra que, em 2024, 41,6% dos estudantes de EAD abandonaram a graduação antes de concluir. No presencial, a taxa também preocupa: 24,8%.

Mais alunos, menos diplomas

Mesmo com o crescimento das matrículas após a pandemia, o sistema ainda patina quando o assunto é permanência. Hoje, a educação a distância já representa 50,7% das matrículas no ensino superior, mas esse avanço vem acompanhado de um problema sério: a evasão é muito maior nesse modelo.

🫠 E o principal motivo? A autonomia. Sem aulas ao vivo e com uma rotina mais solta, muitos alunos acabam tendo dificuldade para manter o ritmo — especialmente quando precisam conciliar estudo, trabalho e vida pessoal.

Quem mais desiste?

O perfil ajuda a explicar os números:

  • A maioria dos alunos de EAD tem 25 anos ou mais

  • Muitos trabalham enquanto estudam

  • A pressão do dia a dia pesa mais que no modelo presencial

Resultado: a evasão dispara, principalmente na rede privada, que concentra quase toda a oferta de EAD.

O problema é estrutural

😦 Quando olhamos um período mais longo, o cenário fica ainda mais pesado. Entre 2020 e 2024, quase 2 em cada 3 alunos da rede privada desistiram do curso antes de se formar. Na EAD, esse número sobe para mais de 68%.

Outro ponto curioso: quanto maior a instituição, maior a evasão. Faculdades gigantes, que operam em escala, acabam tendo mais dificuldade de manter os alunos engajados.

A conta não fecha

🧑‍🎓 O Brasil até consegue matricular mais gente no ensino superior, mas formar esses alunos ainda é um desafio. A taxa de jovens (18 a 24 anos) na faculdade segue praticamente parada, em 20,8%, mostrando que o avanço não é tão inclusivo quanto parece.

Além disso, programas como Fies e Prouni perderam força e já não impulsionam o acesso como antes.

No fim das contas…

💻 A conclusão é direta: não basta abrir vaga, é preciso garantir que os alunos consigam chegar até o diploma. Sem apoio, estrutura e acompanhamento, o risco de desistência continua alto, principalmente no EAD.

FIFA dá play na Copa 2026 com “Lighter”, primeira música oficial

🥳 A FIFA resolveu aquecer os motores da Copa do Mundo FIFA 2026 com música e já soltou o primeiro som oficial do torneio. A faixa se chama “Lighter” e marca o pontapé inicial do álbum da Copa, que promete acompanhar toda a vibe do evento.

Um feat que representa o continente

A música junta três nomes que simbolizam bem os países-sede:

  • Jelly Roll (Estados Unidos)

  • Carín León (México)

  • Cirkut (Canadá, na produção)

O resultado? Uma mistura de country com música regional mexicana, criando um som que tenta traduzir a diversidade cultural da América do Norte e, claro, o clima global do futebol.

Mais do que uma música, um projeto

🎶 Segundo Gianni Infantino, presidente da FIFA, a ideia vai além de um single isolado. O álbum completo deve trazer artistas do mundo todo, acompanhando a maior Copa da história, que vai contar com 48 seleções.

Ou seja: “Lighter” é só o começo de uma trilha sonora que promete embalar o torneio inteiro, dentro e fora de campo.

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