• CreativeNews
  • Posts
  • Novo planeta habitável? Ainda não... mas está perto do limite #615

Novo planeta habitável? Ainda não... mas está perto do limite #615

➜ EDIÇÃO 615

PicPay faz história e vira o primeiro IPO brasileiro desde o Nubank

😀 Depois de anos de silêncio no mercado de aberturas de capital, finalmente uma empresa brasileira resolveu dar o passo e quem puxou a fila foi o PicPay.

A fintech, controlada pela família Batista, arrecadou US$ 434 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões) em sua oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, segundo informações da Bloomberg. E esse valor ainda pode subir, caso o lote extra seja exercido nas próximas semanas, o total pode chegar a US$ 490 milhões.

O PicPay não comentou oficialmente, mas os números já falam por si.

Primeiro IPO brasileiro desde 2021

🏦 O movimento tem um peso simbólico enorme. Esse é o primeiro IPO de uma empresa brasileira desde 2021, quando o Nubank abriu capital em dezembro.

De lá pra cá, o cenário global ficou bem menos amigável para emergentes, com juros altos, investidores mais cautelosos e uma janela praticamente fechada para novas ofertas.

🤔 Por isso, o IPO do PicPay acaba sendo visto como um sinal de que o mercado pode estar voltando a se abrir, pelo menos aos poucos.

A demanda foi forte e o preço saiu no topo

Segundo fontes próximas da operação, o PicPay vendeu 22,86 milhões de ações e conseguiu fixar o preço no topo da faixa indicativa, mostrando que havia apetite pelo papel.

💸 A empresa trabalhava com um intervalo entre US$ 16 e US$ 19 por ação, e o valor final ficou no limite máximo.

As ações serão negociadas na Nasdaq, uma das principais bolsas do mundo para empresas de tecnologia e inovação.

De carteira digital a banco completo

💳 Fundado em 2012 como uma simples carteira digital, o PicPay passou por uma transformação enorme nos últimos anos.

Hoje, a fintech opera como um banco digital completo, com cerca de 67 milhões de clientes, licença bancária e foco em pessoas físicas e pequenas e médias empresas.

E por trás da operação está a família Batista, conhecida pelo controle da JBS, que também vem ampliando investimentos em áreas como mineração, energia e serviços financeiros.

Lucro em alta e controle mantido

📈 Os resultados financeiros mostram que a empresa chega ao mercado em um momento positivo.

Nos nove meses encerrados em setembro, o PicPay registrou:

  • lucro líquido de R$ 270,4 milhões

  • receita de R$ 7,26 bilhões

No mesmo período do ano anterior, o lucro era de R$ 150,8 milhões, com receita de R$ 3,78 bilhões, ou seja, crescimento bem expressivo.

🗳️ Mesmo após o IPO, os Batista devem manter 98% do poder de voto, segundo o prospecto.

O fundo Bicycle, do investidor Marcelo Claure, foi o investidor-âncora da operação, ajudando a dar força e credibilidade ao lançamento.

Um novo sinal para o mercado brasileiro lá fora?

🙂 O IPO do PicPay pode marcar o início de uma nova fase para empresas brasileiras buscando espaço no mercado internacional.

Depois de anos de janela fechada, o movimento reacende a pergunta: será que outras fintechs e companhias nacionais vão seguir o mesmo caminho?

Mais um possível lar no espaço?

NASA / Reprodução

🤯 A busca por um planeta parecido com a Terra acaba de ganhar mais um candidato bem interessante.

Astrônomos descobriram um novo mundo do tamanho do nosso planeta, localizado a cerca de 150 anos-luz de distância, dentro da Via Láctea. Ele foi batizado de HD 137010 b e já está chamando atenção porque pode estar em uma região considerada favorável para a existência de água líquida e, quem sabe, vida.

🔭 A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Sul de Queensland, em parceria com cientistas de Harvard e Oxford, e publicada na revista Astrophysical Journal Letters.

Um planeta entre a Terra e Marte

O HD 137010 b tem um tamanho muito parecido com o da Terra, ele é apenas 6% maior, o que o coloca na categoria de planetas rochosos que mais despertam curiosidade dos astrônomos.

🌌 O detalhe interessante é a posição da órbita. Ele gira em torno de sua estrela a uma distância semelhante à que Marte mantém do Sol. Por isso, os cientistas descreveram o planeta como uma espécie de “ponto de encontro” entre Terra e Marte.

Essa localização o coloca dentro da chamada zona habitável, que é basicamente a região onde, teoricamente, poderia existir água em estado líquido na superfície.

50% de chance de ser habitável (mas com calma…)

🙂 O astrônomo Alex Venner, principal autor do estudo, afirmou que existe cerca de 50% de chance de o planeta ter condições mínimas para ser habitável.

Segundo ele, o HD 137010 b está “bem no limite do que consideramos possível” quando o assunto é potencial para abrigar vida.

☄️ Ou seja: não é exatamente um “novo lar da humanidade”… mas também não é só mais uma pedra perdida no espaço.

Ainda é um candidato, não uma confirmação

Apesar do hype, o planeta ainda não entrou oficialmente na lista de exoplanetas confirmados.

🤔 No artigo científico, ele é tratado como um candidato, porque precisa de pelo menos mais uma observação para que sua existência seja comprovada definitivamente.

Então, por enquanto, é como se os astrônomos tivessem encontrado uma pista muito boa, mas ainda faltasse o “carimbo final”.

Frio demais para humanos

🌏 Mesmo que o planeta exista, isso não significa que ele seja confortável.

A estrela HD 137010 é parecida com o Sol, mas é mais fria e menos brilhante, o que significa que o planeta recebe menos de um terço da luz e do calor que a Terra recebe.

🥶 As estimativas indicam que a temperatura máxima na superfície poderia chegar a cerca de -68 °C.

Para comparação: Marte tem uma média de -65 °C.

🧣 Ou seja… é habitável em teoria, mas não exatamente um destino turístico.

Próximos passos

Agora, os cientistas precisam de novas observações para confirmar o planeta e entender melhor sua atmosfera, temperatura real e se ele poderia reunir condições mínimas para água líquida e talvez algo mais.

🛸 Por enquanto, o HD 137010 b entra para a lista crescente de mundos que fazem a pergunta continuar viva: será que estamos mesmo sozinhos no universo?

O segredo para consistência não é disciplina, é flexibilidade

🏋️ Todo mundo sabe que exercício físico faz bem. Ele deixa você mais inteligente, menos estressado e, de quebra, mais feliz. Mas uma pergunta continua no ar: como fazer as pessoas realmente se exercitarem com frequência?

O Google resolveu investigar isso na prática. A empresa conduziu um experimento com funcionários e dividiu os participantes em três grupos diferentes, cada um com uma abordagem para criar o hábito de se exercitar.

Rotina ou flexibilidade?

⏰ No primeiro grupo, a regra era clara, cada pessoa precisava escolher uma janela fixa de duas horas e seguir uma rotina rígida. Algo como: “Treinar todos os dias às 18h.”

E, claro, cada treino concluído vinha acompanhado de uma recompensa financeira.

💸 O segundo grupo também recebia dinheiro, mas com uma diferença importante, o plano era flexível. Os participantes podiam se exercitar quando quisessem, sem horário fixo.

Já o terceiro grupo foi apenas incentivado a se movimentar mais, mas sem plano estruturado, sem rotina e sem recompensa.

O resultado óbvio… e o surpreendente

🤑 Sem surpresa, pagar as pessoas para se exercitarem funcionou.

Tanto o grupo da rotina rígida quanto o do plano flexível se exercitaram bem mais do que o grupo de controle.

🤔 Mas o dado mais interessante veio depois. Após quatro semanas, os pesquisadores interromperam os pagamentos, afinal, em teoria, o hábito já deveria estar formado.

E aí aconteceu algo curioso: O grupo flexível era mais do que duas vezes mais propenso a continuar se exercitando do que o grupo que tinha seguido uma rotina rígida.

O problema das rotinas… elas quebram fácil

😫 Isso parece estranho à primeira vista, porque pessoas de alta performance adoram falar sobre rotinas consistentes, principalmente aquelas matinais e super disciplinadas.

O problema é que rotinas funcionam… até o momento em que algo sai do roteiro. Perdeu o treino das 18h porque surgiu um imprevisto? Pronto, a rotina do dia foi por água abaixo.

🫠 E como hábitos são muito mais fáceis de quebrar do que de criar, o treino de amanhã também já fica ameaçado.

Quanto mais rígida a rotina, maior a chance de ela ser interrompida.

Flexibilidade cria continuidade

⏳ O grupo flexível, por outro lado, não amarrava o exercício a um horário fixo.

Na maioria das vezes, treinavam como planejado. Mas quando não dava, eles se adaptavam:

  • faziam um treino mais curto

  • treinavam em outro horário

  • se movimentavam do jeito possível

🏃 Eles queriam se exercitar e a flexibilidade dava espaço para isso acontecer.

Rotina não é prática

🎯 Aqui está a diferença central: Uma rotina é algo que você inventa. Uma prática é algo que você faz.

Veja alguns exemplos:

Fazer ligações de prospecção todos os dias das 16h às 18h é uma rotina.
Fazer 10 ligações até o fim do dia é uma prática.

Realizar uma reunião geral no Zoom todos os dias às 10h é uma rotina.
Falar com uma ou duas pessoas ao longo do dia para ver se precisam de ajuda é uma prática.

Comer brócolis e batata-doce no almoço todos os dias é uma rotina.
Consumir quatro ou cinco porções de vegetais por dia é uma prática.

💪 A prática é mais flexível e por isso, mais resistente.

O que importa de verdade: o objetivo, não o horário

Não conseguiu fazer ligações às 16h? Se vender é uma prática importante para você, você compensa depois. Ou liga mais cedo.

🫡 Não deu para fazer a reunião das 10h? Se desenvolver pessoas é parte do seu papel, você encontra outro jeito: conversa no corredor, ajuda no chão de fábrica, troca uma mensagem rápida.

Quando algo é importante de verdade, você dá um jeito.

Rotinas ajudam, mas práticas sustentam

😳 O estrategista Ryan Holiday resume bem: “Uma rotina pode ser arruinada por algo tão simples quanto apertar o botão soneca muitas vezes. Uma prática consegue se adaptar”.

Rotinas são úteis, sim. Mas quando algo as interrompe, vale dar um passo atrás e lembrar:

O que você está tentando alcançar?

Existem várias maneiras de chegar lá.⚡ 

Spotify abre o bolso e paga US$ 11 bilhões para artistas em 2025

Giphy / Reprodução

🤑 O Spotify resolveu abrir o bolso e não foi pouco. A plataforma anunciou nesta semana que pagou mais de US$ 11 bilhões em royalties à indústria musical em 2025, o maior repasse anual já feito por um serviço de streaming até agora, segundo a própria empresa.

Convertendo para reais na cotação do dia, isso dá algo em torno de R$ 57 bilhões. Sim, bilhões mesmo.

📈 E o número impressiona ainda mais porque representa um crescimento de 10% em relação a 2024, mostrando como o streaming continua sendo a principal engrenagem financeira da música hoje.

Um detalhe importante: artistas e gravadoras independentes ficaram com metade desse valor, reforçando que o dinheiro não está indo só para os gigantes do mercado.

Spotify diz que já responde por 30% da receita global da música gravada

💿 No relatório divulgado pela empresa, o chefe de música do Spotify, Charlie Hellman, destacou que a plataforma já representa cerca de 30% da receita mundial de músicas gravadas.

Em outras palavras: o Spotify virou um dos maiores motores de crescimento da indústria musical em 2025.

💰 Segundo ele, a empresa repassa aproximadamente dois terços de tudo o que ganha para a indústria, algo próximo de 70% da receita total.

E aí entra um ponto simples: quanto mais gente assina o plano pago, maior o bolo que vai parar na mão dos artistas.

Mais artistas estão ganhando bem (mesmo)

💸 Hellman também afirmou que está crescendo o número de músicos faturando mais de US$ 100 mil por ano só com os ganhos dentro do Spotify.

E ele fez uma comparação provocadora: isso pode ser mais do que muitos artistas conseguiam no auge da era dos CDs, quando vender disco físico ainda era o grande sonho da indústria.

🎶 Para ele, os números mostram uma mudança real. “Apesar da desinformação sobre como o streaming funciona hoje, a realidade é que estamos vivendo uma era cheia de mais histórias de sucesso e promessas do que em qualquer outro momento da história”.

O streaming virou o novo “rádio global”

O texto também lembra que atualmente mais de 750 milhões de pessoas pagam mensalmente para ouvir música no mundo, considerando todos os serviços de streaming de áudio.

📊 E os repasses do Spotify, segundo o relatório, cresceram quase três vezes mais do que outras fontes tradicionais do setor.

Ou seja: o streaming deixou de ser “o futuro” e virou simplesmente o presente.

A aposta agora é ajudar novos artistas a furarem a bolha

🤔 Mas nem tudo são flores. Com um catálogo gigantesco e milhões de faixas disponíveis, artistas emergentes ainda enfrentam um problema clássico: como chamar atenção no meio do barulho?

Para tentar melhorar esse cenário, o Spotify diz que tem investido em ferramentas para ajudar músicos a construir uma base inicial de fãs.

Entre os recursos estão:

  • ferramentas de descoberta de novos artistas

  • mais espaço para histórias por trás das músicas

  • formatos extras de conteúdo além do áudio

🧑‍🎤 Hellman resumiu a prioridade da empresa: “Nossa prioridade número um é ajudar mais músicas novas e novos artistas a romper o ruído e criar conexões reais com os fãs”.

E sim, o Spotify também está de olho na IA

Outro ponto destacado foi o reforço contra usos indevidos de inteligência artificial.

🤖 O objetivo é evitar que faixas geradas por robôs inundem a plataforma ou que sistemas sejam manipulados para desviar royalties de artistas reais.

A mensagem é clara, o Spotify quer manter o jogo limpo e proteger quem cria música de verdade.⚡ 

➜ Quer anunciar com a gente? Então clica aqui! 📣

➜ Quer receber nossa news diariamente? Cadastre-se gratuitamente! 

1