• CreativeNews
  • Posts
  • O celular mais vendido de 2025? Claro que foi um iPhone #616

O celular mais vendido de 2025? Claro que foi um iPhone #616

➜ EDIÇÃO 616

O app Sora da OpenAI começou como foguete… mas já está perdendo fôlego

📱 O lançamento do Sora, aplicativo de geração de vídeos com inteligência artificial da OpenAI, foi daqueles que fazem barulho.

Em outubro, ele chegou chegando: explodiu em downloads, dominou a App Store americana e parecia pronto para virar o novo fenômeno do momento. Só que, passado o brilho inicial, a história mudou um pouco.

📉 Novos dados indicam que o aplicativo está enfrentando uma queda considerável tanto no número de downloads quanto no dinheiro gasto pelos usuários, conforme o entusiasmo vai esfriando.

Um começo meteórico

🚀 Para ter ideia do impacto:

  • o Sora ultrapassou 100 mil instalações no primeiro dia, mesmo sendo exclusivo para convidados

  • rapidamente alcançou o 1º lugar na App Store dos EUA

  • bateu 1 milhão de downloads mais rápido do que o próprio ChatGPT

E isso tudo enquanto ainda era um app apenas para iOS e com acesso limitado.

Mas a queda veio rápido

🫠 Nas semanas seguintes ao lançamento, o aplicativo começou a perder tração.

Segundo dados da Appfigures:

  • em dezembro, os downloads caíram 32% em comparação com novembro

  • em janeiro de 2026, a queda foi ainda maior: 45%, totalizando 1,2 milhão de instalações no mês

  • os gastos dos usuários também recuaram 32% até janeiro

O curioso é que dezembro costuma ser um período forte para apps, já que muita gente ganha celular novo e passa mais tempo explorando novidades.

Mas nem isso salvou o Sora.

O que exatamente é o Sora?

🤖 O app funciona como uma rede social de vídeos gerados por IA.

Os usuários podem criar cenas a partir de comandos prontos, adicionar música, efeitos sonoros e até diálogos.

🤔 O diferencial mais chamativo (e polêmico) é que dá para escolher você e seus amigos como personagens principais dos vídeos e outras pessoas ainda podem remixar e personalizar essas criações.

Os números ainda são grandes… mas preocupam

Até agora, o Sora acumulou:

  • 9,6 milhões de downloads no iOS e Android

  • cerca de US$ 1,4 milhão em gastos dos consumidores

💸 Os EUA lideram com folga, representando US$ 1,1 milhão, seguidos por Japão, Canadá, Coreia do Sul e Tailândia.

Mesmo assim, os gastos mensais estão caindo:

  • pico de US$ 540 mil em dezembro

  • queda para US$ 367 mil este mês

Na App Store americana, o app já saiu do Top 100 geral e está na posição 101.

😲 No Google Play, a situação é ainda pior: posição 181.

Concorrência pesada e problemas de direitos autorais

O declínio parece ter várias explicações.

Primeiro: o Sora não está sozinho.

🍌 O Gemini do Google, com modelos como o “Nano Banana”, virou um concorrente forte e vem ganhando popularidade.

Além disso, o Meta AI também entrou no jogo com recursos de vídeo que ajudaram a impulsionar downloads justamente quando o Sora estava em alta

A novela dos direitos autorais

Outro grande problema foi a bagunça envolvendo propriedade intelectual.

😡 No começo, a OpenAI teria dito que estúdios e agências precisariam “optar por não participar” para impedir o uso de suas criações, o que obviamente gerou irritação em Hollywood.

Enquanto isso, usuários conseguiram criar vídeos com personagens famosos como Bob Esponja e Pikachu, o que ajudou a popularizar o app… mas também acendeu alertas legais.

🙃 Para evitar processos, o Sora apertou as restrições e mudou de postura.

Nem o acordo com a Disney resolveu (ainda)

Recentemente, a OpenAI anunciou um acordo com a Disney, permitindo que usuários gerem vídeos com personagens oficiais.

🏰 Mas, até agora, isso não parece ter impulsionado nem downloads nem gastos.

E, sinceramente, também não é a melhor vitrine para a Disney, considerando alguns vídeos… digamos… bem questionáveis que já surgiram por aí.

O hype passou?

😬 O Sora 2 chegou cercado de expectativas, como se fosse revolucionar redes sociais e virar o “TikTok da IA”.

Só que muitos usuários não se sentiram confortáveis em permitir que outras pessoas, nem amigos, usem suas imagens para criar vídeos artificiais.

🥱 Sem rostos conhecidos, com restrições de personagens famosos e uma concorrência cada vez maior, o interesse parece ter diminuído.

Agora fica a dúvida: o Sora vai conseguir se reinventar com novos recursos e acordos… ou vai ser apenas mais um app que brilhou rápido e apagou cedo?

O celular mais vendido de 2025? Spoiler: é um iPhone

Apple / Reprodução

🍎 Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o poder da Apple no mercado de smartphones… 2025 tratou de acabar com elas.

Segundo um novo relatório da Counterpoint Research, o iPhone 16 foi o celular mais vendido do ano, reforçando que a Maçã continua dominando o ranking global de vendas.

🤯 E o mais curioso? No Top 10, praticamente só existem duas marcas: Apple e Samsung. Mais ninguém conseguiu entrar na festa.

A tradição continua: o modelo “base” é o queridinho

Assim como aconteceu em anos anteriores, o iPhone mais vendido não foi o Pro Max ultra premium e sim o modelo padrão.

📱 O iPhone 16 básico ficou em primeiro lugar, repetindo o padrão de 2024, quando o iPhone 15 também liderou.

Na verdade, a Apple fez uma verdadeira varredura:

  • iPhone 16 em 1º

  • iPhone 16 Pro Max em 2º

  • iPhone 16 Pro em 3º

Ou seja: o Top 3 inteiro é da Apple.

iPhone 17 também apareceu forte no ranking

Mesmo sendo o topo de linha mais moderno, o iPhone 17 Pro Max já garantiu a quarta posição.

📈 A linha iPhone 17 vendeu 16% a mais que a geração anterior, puxada principalmente por mercados como:

  • Estados Unidos

  • China

  • Europa Ocidental

O iPhone 17 “normal” também teve bastante apelo graças a melhorias importantes em RAM, armazenamento e taxa de atualização.

A estreia do iPhone 16e: mais barato, mais popular

🍏 Outro destaque de 2025 foi o iPhone 16e, modelo mais acessível da Apple.

Por ter um preço mais baixo, ele ajudou a impulsionar ainda mais as vendas, especialmente em países como EUA e Japão.

🤔 É aquela estratégia clássica: colocar um iPhone “de entrada” na vitrine para atrair mais gente para o ecossistema.

E a Samsung? Brilhou com os intermediários

Enquanto a Apple ocupou sete das dez posições do ranking, a Samsung ficou com as três restantes e, como já virou tradição, não foi com os modelos premium.

😯 O grande destaque foi o Galaxy A16 5G, que se tornou simplesmente o Android mais vendido do mundo em 2025.

Outros modelos que apareceram bem:

  • Galaxy A15 5G

  • Galaxy A06 4G

A série Galaxy A segue sendo essencial para a Samsung, especialmente em mercados emergentes.

E o Galaxy S25 Ultra? Caiu um pouquinho

📉 O topo de linha da Samsung, o Galaxy S25 Ultra, perdeu uma posição e terminou 2025 como o nono mais vendido.

Mesmo assim, ele segue aparecendo no ranking pelo segundo ano consecutivo, o que mostra que ainda existe espaço para Android premium.

🤖 O modelo teve desempenho especialmente bom no Japão e números fortes na Índia, muito impulsionado pelas funções de IA embarcadas.

O que esperar para 2026?

A Counterpoint já projeta um cenário complicado para o ano que vem: uma possível crise de memórias pode afetar principalmente celulares de entrada e intermediários, justamente os mais populares na América Latina.

🤳 Com isso, existe a expectativa de que os modelos topo de linha ganhem ainda mais espaço entre os mais vendidos.⚡

Emprego formal cresce em 2025, mas desaceleração acende alerta

💼 O Brasil até fechou 2025 no azul quando o assunto é emprego formal, mas o ritmo foi bem mais lento do que nos anos anteriores.

Segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados na última semana, o país criou cerca de 1,2 milhão de vagas com carteira assinada ao longo do ano.

🤯 O problema é que esse foi o pior saldo anual desde 2020, quando a pandemia derrubou o mercado de trabalho e o país terminou com saldo negativo.

Menos vagas do que em 2024

Na comparação com o ano passado, o resultado mostra uma desaceleração clara:

  • 2024: 1,67 milhão de vagas criadas

  • 2025: 1,2 milhão

  • Queda de aproximadamente 23%

🐌 Ou seja: o mercado continuou gerando empregos, mas em um ritmo bem mais modesto.

Dezembro puxou o saldo para baixo

O grande baque veio em dezembro. No último mês do ano, o Brasil fechou 618 mil postos de trabalho formais, pior resultado do que em dezembro de 2024, quando o saldo negativo foi de 535 mil.

😯 A maior parte dessas vagas encerradas (74%) foi considerada “típica”, enquanto cerca de 26% eram vagas “não típicas”.

E o detalhe: todos os setores da economia terminaram dezembro no vermelho.

Serviços e indústria lideraram as perdas

🧑‍🔧 Veja os setores que mais fecharam postos no mês:

  • Serviços: -280,8 mil vagas

  • Indústria: -135 mil

  • Construção civil: -104 mil

  • Comércio: -54 mil

  • Agropecuária: -43 mil

O setor de serviços foi o que mais sentiu, puxado principalmente por áreas como saúde, educação, administração pública e atividades financeiras.

Homens e trabalhadores acima dos 30 foram os mais afetados

🧔 O saldo negativo de dezembro foi mais pesado para os homens:

  • Homens: -348 mil vagas

  • Mulheres: -269 mil

E a faixa etária que mais perdeu espaço foi a de 30 anos ou mais, com queda de mais de 400 mil postos.

🧒 Os jovens também sentiram, mas em menor escala:

  • 18 a 24 anos: -108 mil

  • 25 a 29 anos: -103 mil

São Paulo teve maior retração no mês

Em dezembro, todos os estados brasileiros registraram queda no emprego formal, com destaque para:

  • São Paulo: -224 mil vagas

  • Minas Gerais: -72 mil

  • Paraná: -51 mil

🌎 Na outra ponta, os estados com menores reduções foram:

  • Acre

  • Roraima

  • Amapá

No acumulado do ano, São Paulo liderou na geração de empregos

Apesar da queda forte no fim do ano, 2025 terminou com saldo positivo graças ao volume de admissões:

  • 26,6 milhões de contratações

  • 25,3 milhões de demissões

🇧🇷 Os estados que mais criaram vagas no ano foram:

  • São Paulo: +311 mil

  • Rio de Janeiro: +100 mil

  • Bahia: +94 mil

Salário médio caiu um pouco em dezembro

💸 O salário médio real de admissão em dezembro foi de R$ 2.303, uma leve queda em relação a novembro.

Ainda assim, na comparação com dezembro do ano anterior, houve alta real de 2,5%.

Governo aponta juros altos como vilão

📈 O ministro comentou que o resultado mais fraco tem relação direta com a taxa básica de juros, a Selic, que está em 15% ao ano. Segundo ele, os juros altos funcionam como freio na economia: ajudam a conter a inflação, mas também reduzem o ritmo de crescimento e dificultam a criação de empregos.

A inflação de 2025 fechou em 4,26%, acima do centro da meta oficial (3%).⚡ 

Globo quer entrar de vez na era dos vídeos curtos

Giphy / Reprodução

📱 Se tem uma coisa que domina a internet hoje, são os vídeos curtos na vertical. E parece que a Globo decidiu que não dá mais pra ficar só assistindo de fora.

Segundo o colunista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, a emissora está desenvolvendo um novo aplicativo focado justamente nesse formato, aquele estilo TikTok, Kwai e Shorts do YouTube, com lançamento previsto ainda em 2026.

📺 Internamente, o projeto estaria sendo chamado de “Globopop” e teria sido um pedido direto do conselho de administração da empresa. A ideia é simples: criar uma plataforma própria para competir nesse mercado e, claro, abrir mais espaço para patrocinadores e anúncios.

Como deve funcionar o tal “Globopop”?

O app deve ser gratuito e sustentado principalmente por publicidade. E o conteúdo promete ser bem variado, misturando o que já viraliza com produções originais da Globo.

🤔 Entre as apostas estariam:

  • vídeos e imagens que já fazem sucesso nas redes sociais

  • conteúdo original, como as “novelinhas verticais”

  • cenas exclusivas de programas da emissora

  • bastidores e momentos especiais de eventos cobertos pela Globo.

O plano seria lançar o aplicativo antes da Copa do Mundo de 2026, em junho, uma vitrine perfeita para atrair público e engajamento.

📃 Em nota, a Globo confirmou apenas que “existe um projeto em estudo”, sem dar muitos detalhes.

A tendência que virou regra

A Globo já vem flertando com esse formato há algum tempo. Em 2025, por exemplo, a empresa lançou sua primeira novela vertical original, chamada “Tudo por uma segunda chance”, com episódios curtinhos pensados para celular.

🎭 Além disso, o Globoplay já conta com uma seção dedicada às chamadas “novelinhas”, inclusive com conteúdos comprados de outras produtoras.

E não é só a Globo: praticamente todo mundo está correndo atrás desse público.

  • O TikTok lançou o app PineDrama, focado em microdramas

  • o Veo, gerador de vídeos do Google, já cria clipes verticais prontos pra redes sociais

  • até Netflix e Tumblr estão adaptando suas plataformas

  • e o YouTube Shorts virou tão viciante que ganhou até um timer pra avisar quando você passou tempo demais rolando a tela.

🙂 Ou seja: o futuro do entretenimento está cada vez mais… de pé.

Globo quer disputar atenção no feed

Com o Globopop, a emissora parece querer algo além da TV e do streaming tradicional: a disputa agora é pelo tempo do usuário no celular, naquele espaço onde um vídeo puxa o outro e o algoritmo faz o resto.

😬 Resta saber se o público vai abraçar a ideia e se a Globo conseguirá transformar seu catálogo e sua força de produção em um novo fenômeno vertical.⚡ 

➜ Quer anunciar com a gente? Então clica aqui! 📣

➜ Quer receber nossa news diariamente? Cadastre-se gratuitamente! 

1