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O novo dispositivo da OpenAI perdeu o nome... e ganhou atraso #626
➜ EDIÇÃO 626




Skol / Reprodução
A estrutura será instalada perto do Obelisco e do portão 10 do parque, e a ideia é oferecer uma alternativa divertida para o público adulto que estiver circulando pela região durante o Carnaval. A atração é exclusiva para maiores de 18 anos.
🍺 Segundo a Skol, toda a operação terá consultoria técnica especializada, com controle de acesso, gestão da água e medidas de segurança para garantir que a experiência seja divertida (e segura).
O parque funciona nos dias 14, 15, 16, 17, 21 e 22 de fevereiro, das 11h às 17h, com entrada gratuita mediante documento com foto — mas sujeita à capacidade máxima de cada atração. Mais detalhes serão divulgados nos canais oficiais da marca.
🎬 A criação e execução do projeto são da Califórnia, enquanto o plano de comunicação é assinado pela agência GUT.
Depois de seis anos fora do Carnaval de São Paulo, a Skol está de volta como patrocinadora oficial da festa. A última participação foi em 2020, e após a pandemia, em 2022, a Brahma assumiu o posto.
🙂 Para 2026, a marca promete ativações imersivas, experiências interativas e ações de personalização em pontos de venda e guarda-sóis espalhados pela cidade.
E a programação musical também vem forte: no dia 8 de fevereiro, o DJ Calvin Harris comandou o Bloco Skol no circuito da Consolação, além de shows previstos de Nattan, Xand Avião, Zé Vaqueiro e Felipe Amorim.⚡


O “novo iPhone da IA” vai demorar
🤯 O tão falado dispositivo de hardware da OpenAI, aquele que está sendo desenhado pelo lendário Jony Ive, ex-Apple, vai demorar mais do que o esperado para ver a luz do dia. Segundo documentos judiciais obtidos pela Wired, o lançamento agora está previsto apenas para o fim de 2027.
A revelação apareceu no meio de uma disputa de marca envolvendo o nome “io”, que a OpenAI queria usar para o projeto. O problema? A empresa iyO, que também trabalha com dispositivos inteligentes controlados por voz, já utiliza uma marca parecida e a briga na Justiça vem se arrastando desde o ano passado.
🤔 Por causa disso, a OpenAI decidiu tirar do ar materiais promocionais do gadget, incluindo aquele vídeo estiloso com Sam Altman e Jony Ive discutindo a visão do produto (que tinha deixado a internet inteira curiosa).
Adeus “io”, olá nome misterioso
Segundo Peter Welinder, executivo da OpenAI, a empresa abandonou completamente o nome “io” — e qualquer variação — para marketing, publicidade ou vendas de dispositivos físicos de IA. O novo nome ainda é segredo, então o projeto segue com identidade provisória (e hype intacto).
Cronograma atrasado (e bem inicial)
📅 Nos documentos, Welinder diz que a OpenAI agora tem uma visão mais clara do cronograma e ele é longo. Antes, a ideia era divulgar mais detalhes no segundo semestre de 2026, mas isso não deve mais acontecer.
O protótipo que circulou na internet sugere um dispositivo sem tela, focado em interação por voz, que ficaria sobre a mesa e funcionaria em conjunto com celular ou computador. Algo meio “assistente pessoal físico”, bem na vibe pós-smartphone que muita gente imagina.
📦 E pra deixar claro o quanto o projeto ainda está no começo: a OpenAI ainda nem desenvolveu a embalagem ou materiais de marketing do produto. Ou seja, ainda é mais conceito do que produto final.⚡


Perfeccionismo é virtude ou receita para burnout?
📖 Biografias de grandes líderes adoram transformar traços difíceis em virtudes lendárias. A dureza de Steve Jobs vira “perfeccionismo visionário”. A impulsividade de Elon Musk vira “ousadia”. A obsessão de Jeff Bezos vira “foco extremo no cliente”.
Com mulheres, a história se repete, a intensidade de Oprah vira empatia radical, a disciplina de Indra Nooyi vira liderança estratégica, e a firmeza de Diane Hendricks vira execução impecável.
🤔 No fim, quase todo traço complicado vira “genial” quando o sucesso aparece no final da história.
Mas a realidade é bem menos glamourosa.
A realidade é mais bagunçada do que os livros de sucesso
🧠 Todo traço de personalidade tem um lado bom e um lado perigoso. Confiança demais vira arrogância. Ambição demais vira obsessão. Foco demais vira cegueira para riscos.
A filosofia já falava disso há séculos: Aristóteles defendia que a virtude está no meio do caminho. Nem pouco demais, nem demais demais.
Quando o perfeccionismo ajuda (e quando vira problema)
🎯 Em doses moderadas, o perfeccionismo é ótimo. Ele sinaliza cuidado, dedicação e vontade de entregar algo bem feito.
O problema começa quando ele vira medo. Medo de errar, de ser julgado, de não corresponder às expectativas. A partir daí, ele deixa de melhorar o desempenho e passa a gerar ansiedade, microgestão, exaustão e conflitos no trabalho.
O dilema das empresas
🏢 Muitas organizações confundem perfeccionismo com comprometimento. Cultura de “trabalhar sempre”, se criticar o tempo todo e nunca desligar parece produtividade, mas muitas vezes é só caminho rápido para burnout.
O desafio da liderança não é eliminar padrões altos, e sim impedir que eles se transformem em autocobrança destrutiva.
O que a ciência diz sobre perfeccionismo
🔬 Pesquisas definem perfeccionismo como a tendência de estabelecer padrões extremamente altos, combinados com autocrítica pesada e medo constante de errar.
A ciência faz uma distinção importante:
Buscar excelência é saudável
Buscar perfeição por medo geralmente é tóxico
Vantagens do perfeccionismo (quando bem dosado)
1️⃣ Mais engajamento e foco em metas
Padrões altos podem aumentar persistência e satisfação, especialmente em tarefas estruturadas e previsíveis.
2️⃣ Mais atenção aos detalhes na liderança
Líderes perfeccionistas podem tomar decisões mais cuidadosas em ambientes estáveis.
3️⃣ Sinal de credibilidade no começo da carreira
Perfeccionismo pode transmitir seriedade e profissionalismo, ajudando na progressão inicial.
Desvantagens (bem mais comuns)
1️⃣ Mais burnout, pouco ganho real de performance
O vínculo com estresse, ansiedade e insônia é forte, já com desempenho, nem tanto.
2️⃣ Vício em trabalho e incapacidade de desligar
Perfeccionistas tendem a ruminar, procrastinar e nunca “desligar” mentalmente.
3️⃣ Liderança tóxica
Quando imposto aos outros, gera microgestão, medo de errar e bloqueia criatividade nas equipes.
O conceito de “excelencismo”
🚀 Pesquisadores propõem uma alternativa, excelencismo. É ter padrões altos, mas com flexibilidade, aprendizado e tolerância ao erro.
Ou seja, buscar o melhor, sem medo de falhar.
O verdadeiro segredo da performance
🧩 Na economia atual, quem se destaca não é quem nunca erra, é quem sabe quando a perfeição importa e quando “bom o suficiente” é estratégico.
Perfeccionismo busca controle. Excelência busca impacto.⚡


Paramount não larga o osso e ainda tenta virar o jogo contra a Netflix

Reprodução
🤯 A novela da compra da Warner Bros. Discovery continua rendendo novos capítulos e a Paramount não pretende sair de cena tão cedo. Mesmo com a Netflix vista como favorita no negócio, a empresa comandada por David Ellison fez uma nova proposta para tentar seduzir os acionistas e, de quebra, bloquear o avanço da rival.
A estratégia é simples (e cara): a Paramount prometeu pagar US$ 0,25 a mais por ação caso a aquisição não seja concluída até 31 de dezembro de 2026. Esse bônus seria trimestral, o que significa um investimento extra de cerca de US$ 650 milhões a cada três meses se o processo se arrastar.
“Temos mais chances com os reguladores”, diz Paramount
🧑⚖️ Ao reforçar a proposta, a Paramount quer passar uma mensagem direta: ela acredita ter mais chances de aprovação regulatória do que a Netflix. Nos Estados Unidos, alguns senadores já levantaram preocupações de que a compra da Warner pela gigante do streaming poderia criar um monopólio no setor.
A Netflix, por sua vez, rebate dizendo que, mesmo com a HBO Max sob seu guarda-chuva, ainda ficaria bem atrás do YouTube em audiência. Ou seja, o debate regulatório promete ser intenso.
Oferta agressiva, mas com limites
💰 Para deixar tudo ainda mais atraente, a Paramount também se ofereceu para pagar a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria que arcar caso desista do acordo com a Netflix. E não para por aí, a empresa também prometeu reembolsar US$ 1,5 bilhão em dívidas dos acionistas e assumir outros US$ 5,8 bilhões se a proposta for barrada por reguladores.
Apesar disso, a Paramount não quer aumentar o valor principal da oferta. A ideia continua sendo pagar US$ 30 por ação, totalizando cerca de US$ 108 bilhões, incluindo estúdios, streaming e TV linear — um pacote mais completo do que o acordo da Netflix, que deixaria a TV tradicional de fora.
Relações políticas e plano para a TV tradicional
📺 A companhia também aposta em sua vantagem política. A família Ellison tem forte relação com o governo dos EUA — Larry Ellison, pai de David, é um dos principais aliados e financiadores de Donald Trump, o que pode ajudar na aprovação do negócio.
Além disso, a Paramount prometeu ajudar a Warner a reorganizar suas dívidas e encontrar soluções para o negócio de TV linear, que vem perdendo relevância e receita nos últimos anos.
🤔 Agora, a bola está com os acionistas, a proposta tem validade até 2 de março, e a resposta oficial ainda não veio.⚡

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