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O novo rei do streaming: Prime Video desbanca Netflix e vira o novo líder do setor no Brasil #535
➜ EDIÇÃO 535



WhatsApp se integra de vez ao Insta e Facebook
💬 O WhatsApp está prestes a passar por uma das maiores transformações da sua história e, dessa vez, o número do seu celular pode finalmente perder o posto de protagonista. Segundo o pessoal do WABetaInfo, o mensageiro vai permitir que os usuários utilizem o mesmo nome de usuário do Instagram e do Facebook, criando uma integração total entre as plataformas da Meta.
A novidade foi descoberta na versão de testes 2.25.34.3 do app para Android e, se tudo correr como planejado, deve chegar para todo mundo em 2026. A ideia é simples, mas poderosa: você poderá reservar seu nome de usuário com antecedência, garantindo o mesmo @ que já usa nas outras redes da Meta — tipo um “check-in” oficial no universo Meta.
🪞 Mas calma: se quiser usar o mesmo nome do Instagram ou do Facebook, será preciso comprovar que a conta é realmente sua por meio da Central de Contas da empresa. Essa checagem serve para manter tudo organizado e evitar que alguém tente pegar o seu @ antes de você. É uma espécie de blindagem de identidade digital.
Além de deixar o WhatsApp mais “social”, a novidade traz um benefício prático e muito esperado: mais privacidade. Até agora, o app sempre exigiu o número de telefone para adicionar ou encontrar alguém. Só que isso nem sempre é ideal, especialmente quando você quer conversar com alguém sem expor seu número pessoal. Com os nomes de usuário, será possível compartilhar apenas o @, mantendo seu telefone escondido de quem quiser.
🔒 E tem mais, essa mudança também reforça a segurança. Ao reduzir a dependência do número de telefone, o WhatsApp deve se tornar menos vulnerável a golpes e clonagens de chip, uma das principais portas de entrada para ataques e fraudes online.
No fim das contas, essa atualização não é só uma questão estética: ela mostra que o WhatsApp está se transformando de um simples mensageiro em um verdadeiro hub social da Meta, onde suas contas e identidades digitais se cruzam de forma mais fluida e segura. Agora é esperar pra ver se, até 2026, o app vai conseguir entregar tudo isso sem confundir ainda mais o ecossistema.⚡


SoftBank troca chips por inteligência artificial e mira o futuro com a OpenAI

Reprodução
🤯 O SoftBank resolveu mudar o jogo. O conglomerado japonês anunciou que vendeu toda a sua participação na Nvidia por US$ 5,83 bilhões, e agora quer colocar as fichas em um novo cavalo vencedor: a OpenAI, empresa por trás do ChatGPT.
A decisão veio logo depois de um trimestre histórico para o grupo. No segundo trimestre fiscal, o SoftBank mais que dobrou o lucro, atingindo cerca de US$ 16,6 bilhões (2,5 trilhões de ienes) — resultado que teve um empurrãozinho da valorização das ações da própria OpenAI.
🤖 Em outras palavras: o SoftBank olhou para os gráficos e percebeu onde está o futuro. E esse futuro tem três letras bem conhecidas, I.A.
Com o caixa reforçado pela venda das ações da Nvidia, o grupo japonês planeja investir mais de US$ 34 bilhões na OpenAI, dobrando sua aposta em tecnologias de inteligência artificial. A decisão mostra que o SoftBank está apostando que a próxima grande revolução tecnológica virá dos modelos de linguagem e das aplicações de IA generativa, e não apenas dos chips que as alimentam.
🏦 E não para por aí: o SoftBank também anunciou um desdobramento de ações na proporção de 4 para 1, tornando seus papéis mais acessíveis ao público. Movimento que faz sentido, tendo em vista que as ações da empresa quase quadruplicaram de valor nos últimos seis meses, então a ideia é facilitar a entrada de novos investidores.
Enquanto isso, o mercado reagiu rápido: os futuros da Nvidia caíram 1,4% em Nova York logo após o anúncio da venda. Nada que abale a gigante dos chips, mas é um sinal claro de que o SoftBank está mudando de fase e agora quer ser protagonista na corrida da IA, não apenas um investidor de bastidor.⚡


Relatório mostra que IA e flexibilidade definem o futuro do trabalho no Brasil
🤯 A inteligência artificial não é mais o futuro, é o presente, e está tomando conta do mercado de trabalho. De acordo com o novo relatório da Gupy, chamado “Panorama da Empregabilidade 2025/2026”, a IA já aparece em 45% das vagas do setor de tecnologia no Brasil. E o mais curioso é que ela está se espalhando para áreas onde a gente menos esperava.
O estudo, que analisou dados entre julho de 2024 e junho de 2025, mostra que segmentos como Operações (10,86%), Finanças e Administrativo (9,60%), Inovação e Produto (6,84%) e até Comunicação, Design e Marketing (6,03%) estão adotando recursos de IA para otimizar fluxos, tomar decisões mais rápidas e personalizar experiências de clientes.
📈 Mas não para por aí, até áreas consideradas mais tradicionais estão entrando na onda: Comercial (5,53%), Atendimento ao Cliente (4,74%), Gestão de Projetos (4,65%) e Recursos Humanos (3,84%) já estão apostando em automação e ferramentas inteligentes para facilitar o dia a dia.
Machine Learning é o novo “inglês fluente” das vagas
Entre as habilidades mais procuradas nas descrições de emprego, o machine learning reina absoluto, aparecendo em quase metade das vagas (45,8%). Depois vêm “IA Geral” (37,19%) e “Deep Learning” (8,96%). Ou seja: saber programar não basta mais — agora, é preciso conversar bem com as máquinas também.
🤖 A própria Gupy, que começou como uma plataforma de recrutamento digital, já usa agentes de IA internamente para otimizar seus processos.
Mercado ainda tem alto turnover e pede mais flexibilidade
Apesar do avanço tecnológico, o Brasil ainda enfrenta um desafio antigo: a alta rotatividade de profissionais, com índice de 56% — maior que o do Reino Unido (51%) e da França (43%).
🏠 Um dos motivos? A falta de flexibilidade. Segundo o relatório, 70% das vagas publicadas na Gupy ainda são presenciais, e o modelo híbrido representa apenas 15% das oportunidades. A expectativa é que esse número cresça para 20% até 2026, especialmente em áreas como tecnologia, marketing digital e gestão de projetos, que são mais abertas ao trabalho remoto.
Como resume Guilherme Dias, cofundador da Gupy, em conversa com o TecMundo: “Flexibilidade não é mais um diferencial, é pré-requisito. Ignorar isso é desistir de reter os melhores talentos, especialmente das novas gerações”.
🙂 No fim das contas, o relatório mostra que o mercado está mudando rápido. A IA está moldando novas profissões, redefinindo habilidades e, principalmente, ensinando empresas e profissionais que o equilíbrio entre inteligência humana e artificial é o que vai determinar quem vai liderar o futuro do trabalho.⚡


Adeus reinado? Prime Video supera a Netflix no Brasil pela primeira vez

Prime Video / Reprodução
😱 Sim, o impossível aconteceu: depois de anos no topo absoluto, a Netflix perdeu o trono no Brasil. Segundo dados da JustWatch, o Prime Video assumiu oficialmente a liderança do mercado de streaming no país no terceiro trimestre de 2025, conquistando 21% de participação — contra 20% da Netflix, que agora aparece em segundo lugar.
O resultado confirma uma tendência que já vinha se desenhando desde o trimestre anterior, quando o Prime Video já tinha ficado ligeiramente à frente. E, ao que tudo indica, a disputa está ficando cada vez mais acirrada.
A força do combo Amazon e o tropeço da Netflix
📺 O sucesso do Prime Video não é coincidência. A plataforma da Amazon vem crescendo de forma consistente, impulsionada por um catálogo variado, lançamentos exclusivos e, claro, o peso do ecossistema Amazon Prime, que inclui frete grátis e benefícios em outros serviços.
Já a Netflix, mesmo sendo uma das marcas mais fortes do mundo, vem tropeçando. O maior vilão dessa história parece ser a cobrança extra por compartilhamento de senha, que gerou protestos, ações judiciais e muita reclamação nas redes sociais.
🎥 Ainda assim, a empresa não está parada. A Netflix vem investindo em tecnologia, inclusive melhorou a qualidade de imagem dos seus conteúdos recentemente, para tentar oferecer uma experiência mais premium aos assinantes. Mas, por enquanto, o público brasileiro parece estar testando novos horizontes.
O novo top 5 do streaming no Brasil
O restante do ranking também traz algumas movimentações interessantes. O Disney+ segue firme em 3º lugar (18%), enquanto o HBO Max (ou Max, dependendo da região) aparece em 4º (11%), crescendo aos poucos com seu catálogo de blockbusters e séries de sucesso.
📊 O Globoplay, que vinha se destacando como o principal streaming nacional, caiu para 9%, mas ainda mantém um público fiel, principalmente graças às novelas e produções originais. Fechando o top 5, o Apple TV+ (8%) e o Paramount+ (6%) continuam crescendo de forma estável, apostando pesado em conteúdos próprios.
E os nichos também têm vez: o MUBI aparece com 3%, mantendo sua base cinéfila firme e forte, enquanto outros serviços menores somam 4%.
A queda do império Netflix
🍿 A mudança é significativa. Em 2024, a Netflix ainda tinha 25% do mercado brasileiro, mas perdeu 5 pontos percentuais em apenas um ano — sua maior queda desde 2020. Já o Prime Video segue o caminho inverso, conquistando o público com lançamentos de peso, séries originais e a conveniência de estar dentro do ecossistema Amazon.
Parece que o jogo virou e, no Brasil, o controle remoto agora está nas mãos do Prime Video.⚡

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