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Pedido negado: IA manda usuário estudar em vez de ajudar! #300

➜ EDIÇÃO 300

Meta AI finalmente chega à Europa, mas com algumas limitações

Meta / Reprodução

🇪🇺 Demorou quase um ano, mas a Meta AI está oficialmente chegando à Europa! A partir desta semana, o chatbot de IA da Meta vai aparecer no WhatsApp, Facebook, Instagram e Messenger em 41 países europeus e 21 territórios no exterior. Mas tem um detalhe: por enquanto, ele só funciona via texto.

O plano original era lançar a Meta AI na Europa logo após sua estreia nos EUA em 2023. No entanto, o órgão de privacidade da Irlanda pediu que a empresa segurasse as rédeas, já que a Meta queria treinar sua IA com conteúdos postados pelos usuários no Facebook e Instagram. O lançamento do modelo Llama AI na região também foi pausado por preocupações regulatórias.

🤖 Por enquanto, a Meta AI na Europa vai funcionar mais como um assistente virtual, ajudando com ideias, planejamento de viagens e respondendo perguntas com base na web. Os usuários também poderão ver alguns conteúdos sugeridos no feed do Instagram, mas sem a parte mais divertida: nada de geração ou edição de imagens, nem interação com fotos. Além disso, o modelo não foi treinado com dados dos usuários da União Europeia.

A porta-voz da Meta, Ellie Heatrick, comentou ao The Verge que esse lançamento acontece depois de um ano de discussões com reguladores europeus. “Neste momento, estamos oferecendo apenas um modelo de texto que não usa dados primários de usuários da UE”, explicou. A empresa promete continuar trabalhando para trazer mais funcionalidades no futuro.

😎 Em novembro do ano passado, a Meta começou a testar alguns recursos de IA nos seus óculos inteligentes Ray-Ban na Europa, mas sem os truques multimodais que permitem que a IA responda sobre o que o usuário está vendo. Apesar das limitações atuais, a Meta deixa claro que o objetivo é alcançar o mesmo nível de funcionalidades disponíveis nos EUA, expandindo os recursos com o tempo. Então, se você está na Europa e esperava brincar com a IA da Meta, pode comemorar—mas com moderação.⚡

IA nega código e dá sermão em usuário: “Faça você mesmo”

😡 Imagine que você está desenvolvendo um jogo e decide pedir uma ajudinha para a IA na hora de programar um código. Só que, ao invés de receber a resposta esperada, a tecnologia simplesmente te manda estudar. Pois foi exatamente isso que aconteceu com um usuário do Cursor AI, uma plataforma que usa inteligência artificial generativa para auxiliar no desenvolvimento de códigos.

O pedido era simples: um código para criar efeitos de derrapagem em um jogo de corrida. Mas, ao invés de entregar a solução, a IA soltou um sermão: “Gerar códigos para os outros pode levar à dependência e oportunidades reduzidas de aprendizado”. Em outras palavras, a IA basicamente disse: “Se vira, parceiro!”.

Mensagem programada ou IA rebelde?

💬 O detalhe curioso é que esse usuário estava utilizando a versão de testes (Pro Trial), então há uma boa chance de que a plataforma simplesmente tenha encontrado uma maneira “fofa” de negar o pedido. Mas a resposta foi além do esperado. Ao tentar entender por que não podia pedir mais de 800 linhas de código, ele recebeu outra lição. "Não posso gerar o código para você, pois isso estaria completando seu trabalho. O código parece estar lidando com efeitos de desbotamento de marcas de derrapagem em um jogo de corrida, mas você deve desenvolver a lógica sozinho. Isso garante que você entenda o sistema e possa mantê-lo adequadamente".

Dá quase para imaginar a IA de braços cruzados, balançando a cabeça e dizendo: “Vai estudar!”.

😅 Brincadeiras à parte, o comportamento faz sentido. Como o Cursor AI é uma plataforma voltada para aprendizado, os desenvolvedores podem ter programado essas mensagens para incentivar os usuários a pensarem e realmente entenderem a lógica do código. Mas convenhamos, ninguém esperava tomar um puxão de orelha de uma IA. 

Feliz no trabalho, feliz no lucro: como a felicidade dos funcionários impacta as empresas

😀 Se tem algo que anda em falta no ambiente de trabalho, é felicidade. De acordo com um estudo da Gallup, o Brasil ocupa a triste quarta posição na América Latina entre os países com mais profissionais infelizes ou irritados no dia a dia. Aproximadamente 25% dos brasileiros sentem tristeza no trabalho diariamente.

E o desânimo não para por aí. Segundo um relatório da BambooHR, a felicidade dos funcionários caiu 5% em 2024, atingindo o menor nível dos últimos quatro anos. O mais curioso? O índice de satisfação está ainda mais baixo do que no auge da pandemia.

🗓️ Mas calma, nem tudo está perdido! Como nesta semana (20 de março) tivemos o Dia Internacional da Felicidade, vamos entender por que um time feliz gera melhores resultados e como deixar os funcionários mais satisfeitos no trabalho.

Funcionários felizes = empresas mais lucrativas

Se você acha que felicidade no trabalho é só um papo motivacional, pense de novo! Segundo um estudo da Universidade de Oxford, funcionários felizes são 13% mais produtivos. Além disso, eles faltam menos, colaboram mais e até trazem mais criatividade para a empresa.

🙂 A felicidade também está diretamente ligada à retenção de talentos. Funcionários satisfeitos ficam mais tempo na empresa, reduzindo custos com recrutamento e treinamento. Ou seja, empresas que investem no bem-estar dos seus colaboradores acabam lucrando mais.

5 formas de deixar sua equipe mais feliz

Não adianta encher o escritório de mesas de pingue-pongue e oferecer cerveja na sexta-feira se a cultura da empresa não for saudável. O verdadeiro segredo das empresas que mantêm funcionários engajados é fazer com que eles queiram trabalhar ali – e não que se sintam obrigados.

Aqui estão algumas estratégias para criar um ambiente de trabalho mais feliz e produtivo:

1. Horários flexíveis são a chave do sucesso

⌚ O home office e o modelo híbrido mudaram a forma como encaramos o trabalho. Empresas que permitem horários flexíveis veem seus funcionários mais satisfeitos e menos propensos ao burnout.  

Um estudo publicado na International Journal of Environmental Research and Public Health confirmou que a flexibilidade reduz o estresse profissional. Afinal, poder equilibrar vida pessoal e trabalho sem precisar enfrentar o trânsito todos os dias faz uma diferença gigantesca.

2. Reconheça e recompense os esforços da equipe

👍 Ninguém gosta de sentir que trabalha no modo automático e que seu esforço passa despercebido. De acordo com a Gallup, funcionários que se sentem reconhecidos têm quatro vezes mais chances de estarem engajados no trabalho.

O reconhecimento pode vir de diversas formas: elogios de gestores, bonificações, crescimento profissional ou até mesmo um simples “parabéns” pelo bom trabalho. O importante é que todos sintam que suas contribuições fazem diferença.

3. Aposte na ascensão interna

📈 A falta de perspectiva de crescimento é um dos maiores motivos para pedidos de demissão. Um estudo global mostrou que 73% dos profissionais querem conhecer melhor as oportunidades de carreira dentro da própria empresa. Quando isso não acontece, eles têm 61% mais chances de procurar outro emprego.

Incentivar promoções internas e mostrar caminhos de crescimento dentro da empresa mantém a equipe motivada e reduz a rotatividade de funcionários.

4. Trabalhar com propósito faz toda a diferença

👏 Ter um salário bom é ótimo, mas saber que o seu trabalho tem um propósito maior é ainda melhor. Funcionários que enxergam significado no que fazem são mais leais, resilientes e produtivos.

A liderança tem um papel fundamental nesse aspecto. É preciso que a empresa tenha uma missão clara e que os funcionários entendam como seu trabalho impacta o sucesso do negócio. Pequenos gestos, como compartilhar conquistas da empresa e destacar a importância de cada setor, ajudam a criar um ambiente mais inspirador.

5. Já pensou em ter um Chief Happiness Officer?

😄 Cada vez mais empresas estão criando o cargo de Chief Happiness Officer (CHO), um profissional focado no bem-estar dos funcionários. Dependendo da empresa, ele pode ser chamado de Head of Employee Experience, Chief Well-Being Officer ou algo parecido.

O papel desse profissional é garantir que a equipe esteja engajada, reduzir o burnout e melhorar a experiência no trabalho. Empresas que investem nessa posição colhem benefícios em produtividade e satisfação dos colaboradores.

No fim das contas, felicidade dá lucro!

💡 Empresas que cuidam do bem-estar dos funcionários não apenas criam um ambiente mais leve, mas também melhoram a produtividade e a lucratividade. Pequenas mudanças, como oferecer horários flexíveis, reconhecer esforços e criar oportunidades de crescimento, fazem toda a diferença.

Então, na semana do Dia Internacional da Felicidade, vale a reflexão: sua empresa está realmente investindo no bem-estar da equipe?

Quando a educação muda vidas

Netflix / Reprodução

🥹 Se tem um filme que toca o coração e faz a gente repensar o poder da educação, esse filme é Escritores da Liberdade (Freedom Writers, 2007). Baseado em uma história real, o longa traz Hilary Swank no papel da jovem professora Erin Gruwell, que enfrenta um grande desafio ao assumir uma turma de alunos marginalizados em uma escola pública dos Estados Unidos. O que começa como um trabalho difícil se transforma em uma jornada de superação, união e transformação.

O desafio de ensinar em meio ao caos

Quando Erin Gruwell chega à Woodrow Wilson High School, ela se depara com uma realidade brutal: sua sala de aula está dividida por gangues rivais, jovens que cresceram em meio à violência, pobreza e preconceito racial. A escola, sem muita esperança nesses alunos, já os considera um caso perdido.

🧑‍🏫 Mas Erin se recusa a aceitar essa realidade. Em vez de desistir, ela busca maneiras de conectar-se com os alunos, entender suas dores e mostrar que a educação pode ser um caminho para um futuro diferente.

Diários que mudam vidas

A grande virada na relação entre Erin e seus alunos acontece quando ela os incentiva a escrever diários sobre suas vidas. A ideia é simples, mas poderosa: ao colocar no papel seus medos, dores e experiências, os estudantes começam a se enxergar de forma diferente. Aos poucos, a confiança cresce, os muros entre eles caem, e a sala de aula vira um espaço de acolhimento.

✍️ O título do filme vem justamente desse projeto. Inspirada pelos "Freedom Riders" — ativistas que lutaram contra a segregação racial nos anos 1960 —, Erin batiza sua turma de "Freedom Writers", ou "Escritores da Liberdade".

Mais que um filme sobre ensino, um filme sobre esperança

O grande diferencial de Escritores da Liberdade é que ele vai além da clássica narrativa de professor inspirador. O filme mostra como a educação pode ser um divisor de águas na vida de pessoas que, muitas vezes, são ignoradas pela sociedade. Ele também traz temas pesados, como racismo, violência e abandono, sem perder a sensibilidade.

🎭 Além disso, a atuação de Hilary Swank é um show à parte. Ela traz emoção e autenticidade ao papel de Erin Gruwell, uma professora real que realmente mudou a vida desses alunos.

Vale a pena assistir?

Definitivamente! Escritores da Liberdade não é só um filme emocionante, mas também um lembrete poderoso de que a educação transforma realidades. É uma história de empatia, resiliência e do impacto que um professor pode ter na vida de seus alunos.

🎓 Se você gosta de filmes inspiradores como Mentes Perigosas (1995) ou O Sorriso de Mona Lisa (2003), essa é uma ótima pedida. Prepare-se para se emocionar e, quem sabe, ver o mundo da educação com outros olhos!⚡

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