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Redes sociais são o novo cigarro? Alerta de ex-executivo reacende debate #679

➜ EDIÇÃO 679

Nova febre asiática? Mixue chega ao Brasil mirando expansão massiva 

Mixue / Reprodução

🍦 A gigante dos sorvetes baratinhos está chegando por aqui e com ambição de sobra.

A Mixue, rede chinesa que já ultrapassou o McDonald's em número de lojas, está oficialmente desembarcando no Brasil. A estreia acontece no dia 11 de abril, com a primeira unidade no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista.

Um fenômeno que virou gigante

🌍 Mesmo ainda pouco conhecida no Ocidente, a Mixue já é um verdadeiro colosso. São cerca de 60 mil lojas espalhadas pelo mundo — a maioria na China — contra cerca de 45 mil do McDonald’s.

E o plano por aqui não é nada tímido, a empresa pretende investir R$ 3,2 bilhões no Brasil e abrir até 2 mil unidades nos próximos anos, usando o país como base para expandir na América Latina.

Sorvete, chá gelado e preço baixo

🍵 O segredo do sucesso da Mixue é bem direto: produtos simples, doces e baratos.

O cardápio mistura:

  • Sorvetes

  • Limonadas

  • Bubble tea

  • Chás gelados

E o grande diferencial está no preço. A ideia é manter itens na faixa dos R$ 7, competindo mais com compras por impulso (tipo um sundae ou sobremesa rápida) do que com cafeterias premium.

Estratégia diferente das gigantes

🧠 Enquanto muitas redes apostam em experiência “gourmet”, a Mixue foi pelo caminho oposto, menos sofisticação e mais volume.

Lojas enxutas, cardápio simples e giro alto ajudaram a marca a conquistar principalmente jovens e estudantes na Ásia — sempre com um mascote de boneco de neve e jingles chiclete que viraram marca registrada.

Expansão no estilo “máquina”

🏪 Por trás dessa escala absurda tem um modelo bem afiado:

  • Mais de 99% das lojas são franquias

  • A empresa ganha principalmente vendendo insumos e equipamentos

  • Cadeia de produção e logística própria

Esse sistema permitiu crescer rápido em países como Vietnã, Indonésia e Austrália — e deve ser replicado por aqui.

E como vai funcionar no Brasil?

🇧🇷 No começo, a Mixue vai operar com lojas próprias, usando essas primeiras unidades como teste: entender o público, ajustar preços e adaptar o cardápio.

Depois disso, a ideia é acelerar via franquias, exatamente como fez no resto do mundo.

Os desafios

🤔 Nem tudo é tão simples. A marca chega em um mercado competitivo, disputando espaço com:

  • Cafeterias

  • Sorveterias

  • Redes de fast-food

  • Quiosques de shopping

Além disso, o custo de importação de insumos pode pressionar justamente o maior trunfo da empresa, o preço baixo.

🥤 Ainda assim, a estratégia é clara: volume, acessibilidade e expansão agressiva.⚡

Parceria bilionária

WIRED / Reprodução

🤯 A corrida pelos chips de IA ganhou um novo capítulo e com nomes de peso. 

A Intel fechou uma parceria com Elon Musk para ajudar a tirar do papel a Terafab, uma mega fábrica de semicondutores que promete turbinar os projetos mais ambiciosos do bilionário.

O que é a tal da Terafab?

🏭 Anunciada recentemente, a Terafab é basicamente a tentativa de Musk de criar uma estrutura gigantesca capaz de produzir chips de inteligência artificial em escala absurda.

A ideia é abastecer empresas do próprio ecossistema dele, como:

  • Tesla

  • SpaceX

  • xAI

Tudo isso com um objetivo ousado: alcançar até 1 terawatt por ano de capacidade computacional, algo que colocaria a operação em outro nível no mercado de IA.

Onde entra a Intel?

🧩 A Intel chega como peça-chave nesse quebra-cabeça. A empresa vai ajudar principalmente na parte mais complexa do projeto: projetar, fabricar e empacotar chips de alto desempenho em larga escala.

Em outras palavras, Musk tem a visão e a Intel entra com o know-how técnico pesado.

🤝 O CEO da Intel, Lip-Bu Tan, inclusive já apareceu ao lado de Musk e deixou claro que vê o projeto como uma mudança radical na forma como chips serão produzidos no futuro.

Por que isso importa?

Construir uma fábrica de semicondutores não é brincadeira. É caro, complexo e exige expertise que poucas empresas no mundo têm.

💸 E esse era justamente o maior desafio de Musk até agora, como transformar a ideia em algo viável na prática.

Com a Intel no jogo, esse obstáculo começa a diminuir.

Impacto no mercado

A parceria caiu bem entre investidores — as ações da Intel subiram cerca de 4% após o anúncio.

📈 Além disso, o acordo pode dar um respiro importante para a divisão Intel Foundry, que aposta na fabricação de chips para terceiros como motor de crescimento.

Um novo momento para a Intel

Depois de um período turbulento, a Intel vem tentando se reposicionar no mercado. A empresa já conta com apoio da Casa Branca e até investimentos de antigas rivais, como a Nvidia.

🚀 Agora, com Musk no radar, a companhia pode ganhar ainda mais protagonismo na corrida global por IA.

Redes sociais são o novo cigarro? Ex-executivo faz alerta pesado

🤯 As redes sociais são o novo cigarro? Um dos nomes mais polêmicos da história da indústria do tabaco acha que sim e não falou isso de leve.

O bioquímico Jeffrey Wigand, conhecido por expor os bastidores das gigantes do cigarro nos anos 90, voltou à cena com uma comparação direta. Segundo ele, plataformas como Meta e YouTube estariam usando estratégias muito parecidas para prender a atenção — especialmente de adolescentes.

Vício planejado?

Segundo ele, o mecanismo é praticamente o mesmo: explorar um cérebro ainda em desenvolvimento, que busca recompensas rápidas e não mede tanto as consequências.

🧠 A lógica é simples (e preocupante): se algo é divertido e dá prazer, por que parar?

Esse ciclo de recompensa constante acaba criando um padrão difícil de quebrar — bem parecido com o vício químico do cigarro, segundo o especialista.

Justiça já começou a reagir

⚖️ A fala de Wigand não vem do nada. Recentemente, decisões judiciais nos EUA apontaram que plataformas como Meta e YouTube podem ter criado interfaces pensadas justamente para manter adolescentes engajados ao máximo, mesmo que isso impacte a saúde mental.

Casos envolvendo jovens que associam o uso excessivo das redes a problemas psicológicos vêm ganhando força, aumentando a pressão sobre as big techs.

Dá pra regular isso?

🚭 Wigand acredita que sim. Para ele, o caminho pode ser parecido com o que aconteceu com o cigarro: restrições de idade, limites de acesso e mais controle sobre o conteúdo.

Inclusive, ele leva isso a sério na vida pessoal — diz que não permite que seus filhos usem redes sociais.

O alerta final

💭 O ex-executivo também deixou um recado direto para quem trabalha com tecnologia: se você acha que está criando algo que pode causar impacto negativo, vale refletir e, se necessário, denunciar.

No fim das contas, a discussão vai além de tecnologia. É sobre até onde vai a responsabilidade de quem cria e o quanto estamos dispostos a questionar o que consumimos todos os dias.⚡

Bigode, cogumelos e milhões: o sucesso absurdo de Mario

Nintendo / Reprodução

🍄 O encanador mais famoso dos games chegou atropelando tudo nas telonas.

Lançado no dia 1º de abril, Super Mario Galaxy simplesmente tomou o topo das bilheterias de 2026 e deixou Devoradores de Estrelas comendo poeira logo na largada.

🤯 Pra ter ideia do impacto: enquanto o sci-fi abriu com US$ 80 milhões no primeiro fim de semana, Mario chegou chutando a porta com US$ 130 milhões no mesmo período. E não parou por aí.

Números que impressionam

Segundo a Universal Pictures, a animação somou US$ 190 milhões em apenas cinco dias. É um pouco abaixo do filme anterior, mas ainda assim gigante.

No cenário global, o desempenho é ainda mais absurdo:

  • 🌍 US$ 372,5 milhões arrecadados em 5 dias

  • 💥 Mais de US$ 182 milhões só fora dos EUA

  • 🎬 Quarta maior bilheteria de 2026 até agora

E tem mais: os filmes do Mario viraram praticamente uma máquina de dinheiro, ambos passaram dos US$ 350 milhões globais nos primeiros cinco dias.

Um fenômeno além dos fãs

🎮 Um dado curioso, segundo a Comscore, cerca de 62% do público não costuma ir ao cinema com frequência. Ou seja, Mario não só mobiliza fãs… ele traz gente nova pra sala.

Nos EUA, o sucesso foi tão grande que ajudou o mercado a ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2026.

E no Brasil?

Por aqui, o impacto também foi forte:

  • 🎟️ Mais de 150 mil ingressos vendidos no primeiro dia

  • 💰 R$ 3,2 milhões só na estreia

Nada mal pro começo.

Sucesso de público… nem tanto de crítica

🎬 Curiosamente, o hype não se refletiu tanto entre os críticos. O filme tem recepção morna em sites especializados, mas — como já virou tradição — isso não fez a menor diferença na bilheteria.

E o futuro?

💸 Com um orçamento de cerca de US$ 110 milhões e esse ritmo de estreia, Super Mario Galaxy já está no caminho para ultrapassar US$ 1 bilhão globalmente.

Se confirmar, vai consolidar ainda mais a parceria entre Nintendo e a Universal como uma das mais lucrativas do entretenimento atual.

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