Seja bem-vindo 2026 #584

➜ EDIÇÃO 584

O que vem por aí? As grandes apostas das redes sociais para 2026

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📱 Se você trabalha com marketing digital (ou simplesmente vive com o celular na mão), já pode ir se preparando: 2026 chegou  e as redes sociais seguem sendo o grande palco da atenção, da cultura e das decisões de consumo.

Hoje, um post não serve só para entreter. Ele ensina, influencia, cria laços, vende, gera conversa e até substitui buscas no Google. Em um cenário cada vez mais competitivo, entender o que vem pela frente não é luxo, é estratégia.

O retrato das redes sociais em 2025

📅 Antes de olhar para o que vem por aí, vale entender como foi o ano que passou. Em 2025, as redes sociais consolidaram de vez seu espaço na rotina de todas as gerações. Um estudo da Globo mostra que as mulheres são maioria (53%), enquanto a Geração Y lidera em atividade (49%), seguida de perto pela Geração Z.

Outro dado que chama atenção vem da Deloitte:

👉 56% da Geração Z e 43% dos millennials consideram o conteúdo das redes mais relevante do que TV e filmes.

A Geração Z, aliás, passa 54% mais tempo nas redes sociais do que a média dos consumidores e, ao mesmo tempo, dedica bem menos tempo à TV tradicional. O feed virou o novo horário nobre.

As redes mais conhecidas no Brasil

📊 O brasileiro conhece (e usa) muita rede social. Segundo o levantamento da Globo, o ranking de conhecimento inclui:

  • Instagram (94%)

  • Facebook (93%)

  • WhatsApp (91%)

  • YouTube (87%)

  • TikTok (81%)

  • Telegram (76%)

  • Kwai (75%)

  • X (67%)

  • LinkedIn (63%)

  • Pinterest (63%)

O Instagram reina absoluto entre as gerações Z e Y, enquanto Facebook ainda é mais familiar para Geração X e Baby Boomers. Já o TikTok segue crescendo rápido, enquanto o Pinterest se destaca especialmente entre mulheres, com alto reconhecimento de marca.

E quais são as mais usadas?

🤳 Em média, o brasileiro usa seis redes sociais diferentes. WhatsApp e YouTube lideram com quase unanimidade, seguidos por Instagram e Facebook.

Um dado curioso: 30% da Geração Z já teve Facebook, mas abandonou a plataforma. E quando falamos de TikTok, a resistência ainda é grande entre os mais velhos, boa parte da Geração X e dos Baby Boomers nunca chegou a usar o app.

As grandes tendências de redes sociais para 2026

👀 Com a atenção cada vez mais disputada, olhar para o futuro virou obrigação. Aqui estão as principais tendências que devem moldar as redes sociais em 2026 e como você pode se antecipar a elas.

O surgimento (e consolidação) de novas redes

2025 mostrou que ainda há espaço para novas plataformas. Redes como Threads, Bluesky, Lemon8, Reddit e TheLyst cresceram com propostas mais nichadas e comunidades engajadas.

Nem toda marca precisa estar em todas elas, mas entender onde o seu público pode migrar antes dos concorrentes pode abrir grandes oportunidades.

Redes sociais como bússola cultural

Hoje, a cultura nasce no feed. Segundo a Sprout, 90% dos consumidores acompanham tendências culturais pelas redes sociais — mais do que por streaming, TV ou conversas presenciais.

Para 2026, fica claro: quem entende os códigos da cultura digital sai na frente. Não basta postar, é preciso entender o momento, o contexto e o comportamento.

Conteúdo mais humano (de verdade)

Quanto mais a IA cresce, mais o público valoriza o que parece real. Em 2026, a busca por autenticidade, histórias verdadeiras e imperfeições humanas tende a se intensificar.

Conteúdo genérico cansa. O diferencial será criar conexão, não volume.

IA como aliada, não substituta

A inteligência artificial já faz parte do dia a dia do marketing: cria textos, imagens, vídeos, relatórios e automatiza tarefas repetitivas. E esse uso só vai crescer.

Mas o segredo está no equilíbrio: IA para ganhar eficiência, humanos para dar sentido, emoção e criatividade.

Vídeos curtos e longos convivendo

Se antes era tudo sobre vídeos rápidos, 2026 mostra que há espaço para todos os formatos. Conteúdos curtos seguem fortes, mas vídeos mais longos, explicativos e aprofundados também ganham relevância.

O mais importante não é a duração, é a intenção.

Redes sociais como canais de venda

As redes deixaram de ser só vitrine. Elas são shopping, atendimento e checkout.

Com projeções bilionárias para social commerce, marcas que criam jornadas de compra simples, educativas e integradas têm muito a ganhar.

O boom das comunidades privadas

Grupos fechados, canais exclusivos e comunidades no Discord, Instagram ou Facebook ganham força. O motivo é simples: pertencimento gera lealdade.

Quem constrói comunidade constrói marca.

SEO dentro das redes sociais

Instagram, TikTok e YouTube já funcionam como mecanismos de busca. Usuários pesquisam direto nas plataformas e esperam respostas rápidas.

Em 2026, pensar em palavras-chave, descrições e intenção de busca será essencial também nas redes sociais.

Dados sociais cada vez mais estratégicos

Likes não bastam mais. O foco agora é mostrar como as redes impactam vendas, retenção e percepção de marca.

Análise de dados, integração de ferramentas e métricas alinhadas ao negócio serão indispensáveis.

Qualidade em tudo: produto, venda e atendimento

Não adianta ter feed bonito se o produto falha ou o atendimento demora. Consumidores esperam respostas rápidas, experiências personalizadas e soluções eficientes, tudo dentro das redes.

Ignorar isso é abrir espaço para o concorrente.

Carrosséis seguem em alta

Os carrosséis provaram que vieram para ficar. Eles ajudam no storytelling, aumentam o tempo de permanência e geram mais engajamento.

Não é moda, é estratégia.

Hora de ousar e experimentar

2026 será o ano de testar mais, arriscar mais e quebrar padrões criativos. Humor no B2B, comentários estratégicos em posts de criadores, linguagem mais solta e menos engessada.

😀 A consistência da marca continua importante, mas expandir limites criativos será essencial para se destacar.

Que venha 2026

As redes sociais seguem evoluindo rápido e 2026 promete ser ainda mais intenso. Quem quiser se destacar precisará equilibrar tecnologia, criatividade, dados e humanidade.

Mais do que acompanhar tendências, o desafio será interpretá-las e aplicá-las com estratégia, sempre colocando as pessoas no centro da comunicação.⚡

2025, o ano em que a tecnologia ficou mais real do que nunca

📆 Se tivesse que resumir a tecnologia em 2025 em poucas palavras, elas seriam: mais real, mais inteligente e mais próxima do corpo. O ano foi marcado por avanços que deixaram o futuro bem menos distante, principalmente em duas frentes: a explosão da inteligência artificial na criação de conteúdo visual e a evolução dos dispositivos vestíveis — com destaque absoluto para os óculos inteligentes.

Quando a IA começou a “entender” o mundo real

A inteligência artificial deu um salto importante em 2025, especialmente na criação de imagens e vídeos. Ferramentas como o Veo 3, do Google, e o Sora, da OpenAI, elevaram o nível de realismo a um patamar inédito. Os vídeos gerados por IA passaram a respeitar leis físicas básicas, como gravidade, luz e movimento, algo que até pouco tempo atrás parecia impossível.

💬 “Antes os vídeos não conseguiam ler a gravidade e hoje eles já conseguem. São hiperrealistas”, resumiu Marcelo Tripoli, comentarista de inovação da CNN Brasil.

O impacto disso vai além do fator “uau”. Com esse nível de fidelidade visual, ficou cada vez mais difícil distinguir o que foi criado por uma câmera tradicional e o que saiu de um algoritmo. A IA deixou de produzir conteúdos “estranhos” ou artificiais e passou a entregar cenas que poderiam facilmente estar em um comercial, filme ou vídeo de redes sociais.

Imagens tão reais que confundem até os olhos mais atentos

🎨 E não foram só os vídeos que impressionaram. A tecnologia Nano-Banana, do Google, voltada para a geração de imagens por IA, também chamou atenção em 2025. O nível de detalhe, textura e iluminação alcançado foi tão alto que, em muitos casos, identificar se uma imagem é real ou artificial virou praticamente um jogo de adivinhação.

Esse avanço marca um ponto importante: a IA não está mais apenas “imitando” a realidade, ela já consegue recriá-la com extrema precisão. Para criadores, marcas e produtores de conteúdo, isso abre um leque enorme de possibilidades, mas também levanta debates sobre ética, autoria e confiança no conteúdo visual.

Wearables mais inteligentes (e estilosos)

⌚ Se a IA dominou o mundo digital, os dispositivos vestíveis dominaram o físico. Em 2025, anéis, pulseiras e relógios inteligentes ficaram mais completos, discretos e integrados ao dia a dia. Mas quem realmente roubou a cena foram os óculos inteligentes.

A Meta investiu pesado nesse segmento, apostando em modelos que combinam câmeras, microfones e assistentes de IA. A ideia é simples: permitir que o usuário interaja com a tecnologia de forma mais natural, usando voz, visão e gestos, sem depender o tempo todo do celular.

O futuro no campo de visão

👓 A grande virada do ano foi a chegada de óculos inteligentes com tela integrada. Diferente das versões anteriores, eles permitem visualizar informações diretamente no campo de visão, como se fosse uma camada digital sobre o mundo real.

“O Meta é que tem uma tela e que você consegue estar usando um óculos transparente, um óculos de moda normal e ao mesmo tempo estar vendo informações como um layer de informação”, explicou Tripoli.

📵 Na prática, isso significa acessar dados, notificações, rotas ou assistentes de IA sem tirar o celular do bolso. Aquilo que antes parecia coisa de filme de ficção científica começou, enfim, a ganhar forma no mundo real.

O futuro ficou bem mais próximo

Em 2025, a tecnologia deixou claro que o futuro não está mais “chegando”, ele já está acontecendo. A IA se tornou mais criativa, mais precisa e mais realista, enquanto os dispositivos vestíveis deram um passo importante para se tornarem extensões naturais do nosso corpo.

🙂 Vídeos que parecem reais demais, imagens que confundem até especialistas e óculos que exibem informações diante dos nossos olhos mostram que estamos entrando em uma nova fase da relação entre humanos e tecnologia. E, se 2025 foi assim, tudo indica que os próximos anos serão ainda mais surpreendentes.⚡  

Como a tecnologia vai separar líderes e retardatários em 2026

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🍾 Se 2025 foi o ano em que muita coisa saiu do laboratório e foi testada, 2026 promete ser o momento da virada definitiva. Para os líderes empresariais, o recado é claro: a tecnologia deixou de ser apenas suporte e passou a moldar diretamente a estratégia, a operação e a vantagem competitiva.

Agentes de IA já automatizam fluxos inteiros de trabalho, a nuvem começa a se especializar por setor e a computação quântica deixa de ser papo de futurista para entrar, de vez, no planejamento estratégico. O próximo ano deve premiar quem parar de experimentar só por curiosidade e começar a gerar valor real, mensurável e escalável.

📑 A seguir, estão as oito tendências que têm tudo para definir 2026 — não pelo hype, mas pelo impacto prático nos negócios.

Plataformas agênticas: a IA que trabalha sozinha

Esqueça os chatbots que só respondem perguntas. Em 2026, os protagonistas serão os agentes de IA, capazes de executar processos completos, tomar decisões e interagir com outros sistemas sem precisar de supervisão constante.

🤖 Na prática, eles funcionam como colegas de trabalho virtuais: monitoram indicadores, ajustam processos em tempo real e conectam diferentes serviços para automatizar fluxos de ponta a ponta. O grande diferencial está nas plataformas que permitem criar e gerenciar esses agentes em escala, com ferramentas low-code/no-code e regras claras de governança, ética e conformidade. Menos tarefas manuais, mais foco em estratégia.

Copilotos de IA generativa ganham escala

A IA generativa já provou seu valor e, em 2026, deixa a fase de testes para virar parte do dia a dia corporativo. Copilotos de IA ajudam desenvolvedores a escrever código, equipes jurídicas a redigir contratos e gestores a organizar projetos e cronogramas.

🦾 O objetivo não é substituir pessoas, mas ampliar o que elas conseguem fazer. Segundo a IDC, até 2026, cerca de 80% dos aplicativos corporativos terão algum tipo de assistente de IA integrado. Quem aprender a trabalhar em parceria com esses copilotos sai na frente.

Nuvem por setor: menos genérica, mais estratégica

A nuvem também amadureceu. Em vez de soluções genéricas, empresas estão migrando para plataformas de nuvem especializadas por setor, que já vêm prontas para atender exigências específicas de áreas como saúde, finanças, indústria e ciências da vida.

☁️ Essas plataformas combinam infraestrutura, aplicativos e modelos de dados pré-configurados, além de regras de conformidade nativas. A previsão da Gartner é clara: até o fim de 2026, 70% das empresas já estarão usando esse tipo de nuvem. É menos adaptação, mais velocidade para gerar valor.

Computação quântica: oportunidade e alerta vermelho

A computação quântica começa a entrar no radar dos negócios por dois motivos bem claros. O primeiro é o potencial transformador, principalmente em áreas como finanças, logística e pesquisa farmacêutica, onde cálculos extremamente complexos podem ser resolvidos em muito menos tempo.

🔒 O segundo motivo é mais urgente: a segurança. Computadores quânticos representam uma ameaça real aos sistemas de criptografia atuais. Por isso, 2026 se consolida como o prazo limite para que empresas iniciem a transição para criptografia resistente à computação quântica. Não é mais opcional, é prevenção estratégica.

Edge de confiança zero: segurança desde a origem

Com a explosão de dispositivos conectados e o avanço do trabalho remoto e híbrido, a segurança precisa acontecer na borda, onde os dados nascem. O conceito de edge de confiança zero leva a verificação de identidade e permissões diretamente para dispositivos, aplicações e ambientes de nuvem.

🛡️ Com mais de 70% das organizações já adotando ou planejando adotar esse modelo, o foco em 2026 será proteger acessos em tempo real e reduzir riscos de ataques sofisticados. Menos brechas, mais controle.

Realidade estendida ganha tração no mundo corporativo

A realidade estendida (XR), que inclui realidade virtual e aumentada, deixa de ser curiosidade tecnológica e passa a ocupar espaço real nas empresas. Com dispositivos mais leves, potentes e discretos, incluindo novos óculos inteligentes, as aplicações práticas se multiplicam.

🧑‍🎓 Treinamentos imersivos, assistência remota, acesso a informações sem uso das mãos e alertas em ambientes de risco são apenas alguns exemplos. Não à toa, o mercado de XR deve alcançar US$ 380 bilhões até 2036, com crescimento consistente já a partir de 2026.

Tecnologia sustentável vira regra, não diferencial

Sustentabilidade e tecnologia finalmente se encontraram de vez. Com novas exigências regulatórias, especialmente na Europa, empresas passaram a tratar o impacto ambiental como parte central da estratégia digital.

♻️ Isso inclui desde engenharia de software mais eficiente até a redução de emissões em data centers e o uso de IA para monitorar operações. Em 2026, a lógica muda: não é mais “tecnologia sustentável”, mas tecnologia sustentável por natureza.

Gêmeos digitais como cérebro das operações

Os gêmeos digitais evoluíram rápido. O que antes eram simulações isoladas agora se transforma em modelos completos de fábricas, cadeias logísticas e até organizações inteiras.

🧠 Integrando sensores, dados em tempo real e modelos de IA, as empresas conseguem prever falhas, testar decisões e otimizar processos sem riscos no mundo físico. Em 2026, os gêmeos digitais deixam de ser ferramentas de engenharia e passam a atuar como verdadeiros centros neurais das operações.

Menos promessa, mais execução

Se existe uma palavra que define 2026, é execução. As tecnologias estão prontas, maduras e disponíveis. O diferencial estará em quem souber integrar essas tendências de forma estratégica, focando menos no hype e mais em impacto real, eficiência e crescimento sustentável.

📅 O futuro já não é mais uma aposta, é uma decisão.

As estreias que vão dominar os cinemas em 2026

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🎞️ Se você achou que 2025 já tinha sido movimentado nas telonas, é melhor se preparar: 2026 promete ser um verdadeiro festival de estreias aguardadíssimas. Tem continuação de franquias queridas, live-actions ambiciosos, terror, animação, cinema autoral e até Spielberg fazendo a gente coçar a cabeça com perguntas existenciais.

Algumas datas ainda podem mudar e nem todos os trailers deram as caras, mas o hype já está oficialmente instalado. Confira o que vem por aí e já vá separando espaço na agenda (e no bolso 💸).

🎬 Janeiro a março

28 Anos Depois: O Templo de Ossos – 15/01

O mundo segue devastado décadas após o vírus da raiva escapar do laboratório. Agora, um novo grupo encara perigos ainda mais brutais.

📌 Ralph Fiennes, Aaron Taylor-Johnson | Direção: Nia DaCosta

O Morro dos Ventos Uivantes – 12/02

Uma releitura intensa e nada romântica demais do clássico literário, explorando obsessão, paixão e destruição nos pântanos ingleses.

📌 Jacob Elordi, Margot Robbie | Direção: Emerald Fennell

Pânico 7 – 26/02

Ghostface está de volta e agora mais perto da família de Sidney Prescott do que nunca. Nostalgia e trauma garantidos.

📌 Neve Campbell, Courteney Cox | Direção: Kevin Williamson

🎮 Abril e maio: nostalgia em alta

Super Mario Galaxy: O Filme – 02/04

Mario retorna aos cinemas para enfrentar Wario e Bowser Jr. em uma aventura ainda mais caótica.

📌 Chris Pratt, Anya Taylor-Joy | Diretor: Aaron Horvath e Michael Jelenic

A Múmia – 16/04

O clássico ganha uma nova versão mais sombria, misturando terror, suspense e clima sobrenatural.

📌 Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy | Direção: Lee Cronin

Michael – 23/04

A cinebiografia de Michael Jackson promete revisitar o gênio, o sucesso e os conflitos do rei do pop.

📌 Jaafar Jackson, Miles Teller | Direção: Antoine Fuqua

O Diabo Veste Prada 2 – 30/04

Miranda Priestly enfrenta a decadência do impresso e entra em rota de colisão com Emily. O salto alto segue firme.

📌 Meryl Streep, Anne Hathaway | Diretor: David Frankel

Star Wars: O Mandaloriano e Grogu – 21/05

Din Djarin e Grogu finalmente chegam ao cinema para uma nova jornada pela galáxia.

📌 Pedro Pascal | Direção: Jon Favreau

🎥 Junho e julho: blockbusters dominam

Se Eu Fosse Você 3 – 04/06

Cláudio e Helena encaram uma nova troca de corpos — agora em uma fase completamente diferente da vida.

📌 Tony Ramos, Glória Pires | Direção: Anita Barbosa

Dia D – 11/06

Spielberg faz a pergunta que sempre nos assombra: e se não estivermos sozinhos?

📌 Josh O'Connor, Eve Hewson, Emily Blunt | Direção: Steven Spielberg

Todo Mundo em Pânico 6 – 11/06

A franquia retorna zombando do cinema contemporâneo e de si mesma.

📌 Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans | Direção: Michael Tiddes

Toy Story 5 – 18/06

Jessie assume o protagonismo em uma história sobre atenção, tecnologia e infância.

📌 Tom Hanks, Tim Allen | Direção: Andrew Stanton e McKenna Harris

Minions 3 – 02/07

Mais caos, mais gritos incompreensíveis e mais confusão com Gru.

📌 Amy Sedaris, Romesh Ranganathan, Pierre Coffin | Direção: Pierre Coffin

Moana (live-action) – 09/07

A heroína retorna em versão live-action, navegando novamente pelo Pacífico.

📌 Catherine Laga'aia, Dwayne Johnson | Direção: Thomas Kail

A Odisseia – 16/07

Christopher Nolan adapta Homero em uma épica jornada mitológica. Sim, isso é real.

📌 Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland | Direção: Christopher Nolan

Homem-Aranha: Um Novo Dia – 30/07

Peter Parker encara uma nova ameaça e uma parceria inesperada.

📌 Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink | Direção: Destin Daniel Cretton

🍿 Final do ano: franquias gigantes e despedidas épicas

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita – 19/11

A juventude de Haymitch é explorada em um Massacre Quartenário brutal.

📌 Elle Fanning, Ralph Fiennes | Direção: Francis Lawrence

Nárnia: O Sobrinho do Mago – 26/11

A origem do universo de Nárnia ganha vida sob o olhar de Greta Gerwig.

📌 Meryl Streep, Daniel Craig | Direção: Greta Gerwig

Jumanji 4 – 10/12

A franquia retorna com novos personagens e um vilão misterioso.

📌 Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black | Direção: Jake Kasdan

Duna: Parte Três – 17/12

A conclusão épica da jornada de Paul Atreides.

📌 Timothée Chalamet, Zendaya, Robert Pattinson | Direção: Denis Villeneuve

Vingadores: Doomsday – 17/12

O multiverso entra em colapso e o Doutor Destino assume o centro do palco.

📌 Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Chris Evans | Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Um ano para viver dentro do cinema

🎞️ Com tantas estreias de peso, 2026 promete ser um daqueles anos em que o cinema vira evento de verdade. Seja você fã de nostalgia, blockbuster, animação ou cinema autoral, opções não vão faltar e a disputa por atenção nas salas promete ser intensa.

Prepare a pipoca, marque o calendário e escolha seus favoritos: o cinema agradece.⚡ 

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