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Tchau, tomada: Realme lança protótipo de celular com 15.000 mAh e que aguenta até 50h de uso #460
➜ EDIÇÃO 460



Botão Hype chega globalmente e promete turbinar os canais menores

Youtube / Reprodução
🖱️ Olha só a jogada do YouTube: agora os fãs podem literalmente dar um “boost” pros canais pequenos com o botão Hype, que acaba de ser lançado globalmente em 39 países — Brasil incluso (por aqui já tava rolando em fase de teste). A ideia é simples: transformar engajamento em pontos que ajudam criadores a subirem em rankings dentro do app.
Como funciona?
Vídeos de canais com até 500 mil inscritos ganham o botão Hype nos primeiros 7 dias após a publicação. Cada espectador pode “hypar” até 3 vídeos por semana, de graça. Esses pontos vão direto pra um ranking regional no menu Explorar. E tem um detalhe bem inteligente: quanto menor o canal, mais peso cada hype tem. Ou seja, se você tá começando, cada apoio vale ouro.
📈 Os vídeos hypados ainda ganham um selinho especial e os fãs podem até filtrar o feed só pra ver esse tipo de conteúdo. Se um vídeo que você hypou tá chegando no topo do ranking, o YouTube te avisa — e os super engajados ainda recebem um badge mensal chamado “hype star”.
Mas claro que o YouTube não ia deixar passar a chance de monetizar: já estão testando a venda de hypes extras no Brasil e na Turquia. Tipo um “Super Chat”, só que pra vídeos normais.
🌎 A expansão chegou forte em mercados como EUA, Reino Unido, Japão, Coreia, Indonésia e Índia, lugares onde novos criadores suam pra conseguir visibilidade. E o YouTube promete novidades em breve, como rankings por categoria (gaming, estilo, etc), posts pra compartilhar vídeos hypados e analytics mais completos direto no Studio mobile.
No fim, o recurso é uma resposta às críticas sobre o algoritmo que privilegia grandes canais e conteúdos apelativos. O Hype dá mais voz pros fãs, mas também adiciona uma “tarefinha extra” pros criadores: pedir pra galera clicar no botão.
🚀 Resumindo: agora, além do like e do comentário, os criadores vão ganhar aquele clássico pedido no final dos vídeos — “não esquece de hypar!”.⚡


Adeus, carregador?
1 phone. 10 days. 7 countries. 40,000 miles. 8 real stories.
We embarked on an epic journey spanning forty thousand miles, capturing the unforgettable stories of 8 realme fans across the globe—all with just one phone.
This is the power of real connection.
— realme Global (@realmeglobal)
8:00 AM • Aug 27, 2025
📱 Imagina um celular que aguenta maratonar séries, jogar e ainda ficar horas no zap sem nem pensar em tomada. Pois é, a Realme resolveu brincar com a ideia e lançou um teaser que deixou a galera de boca aberta: um smartphone com bateria de 15.000 mAh. Isso mesmo, quinze mil — número que normalmente a gente vê em tablets ou até em power banks parrudos.
A campanha, chamada de “Realme 1X000 mAh”, escondeu o valor real com esse “X”, mas uma das imagens promocionais não deixou dúvidas: 15.000 estampados na traseira do aparelho. E o mais curioso? O celular nem parece tão grosso assim, o que levanta a pergunta: onde a Realme tá escondendo tanta energia?
🔋 No teaser dá pra ver também duas câmeras traseiras (que não tiveram as especificações divulgadas) e uma promessa tentadora: até 50 horas de streaming contínuo sem precisar correr pra tomada. Na ficha técnica, o aparelho aposta no chipset MediaTek Dimensity 7300, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno.
Mas aí vem a dúvida: será que esse “monstrão” vai chegar às lojas ou é só um conceito pra causar buzz? Afinal, não seria a primeira vez que a Realme joga esse jogo. O Realme GT 10.000 mAh também foi anunciado como revolucionário e nunca deu as caras no mercado, servindo só como vitrine da tecnologia de baterias de silício-carbono da marca.
🔌 Ou seja: por enquanto, o hype tá criado. Resta saber se esse supercelular vai virar realidade ou se vai ficar só na prateleira das ideias malucas de marketing.⚡


Salário maior ou mais benefícios: afinal, o que os brasileiros querem no trabalho?
❓ Se alguém chegasse pra você e perguntasse: “Prefere ganhar mais ou ter mais benefícios?”, qual seria sua resposta? Pois é, segundo o Índice de Confiança do Trabalhador do LinkedIn, a maioria dos brasileiros não pensa duas vezes: dinheiro na conta continua sendo prioridade.
O levantamento, feito entre março e junho com 1.700 pessoas, mostrou que 46% não topariam reduzir o salário em troca de mais flexibilidade — mesmo sendo essa a opção mais tentadora da lista. Só 33% disseram que aceitariam o acordo. E olha que nem chances de crescer na carreira ou ter menos carga de trabalho seduziram metade dos entrevistados.
🧔 Outro detalhe curioso: os homens parecem mais dispostos a abrir mão de parte do salário. 36% escolheriam flexibilidade e 35% prefeririam a oportunidade de crescimento, índices maiores do que os das mulheres.
Já segundo o estudo Panorama Empregabilidade 2025, da Sólides, a ordem de prioridades do trabalhador brasileiro é bem clara:
62% colocam o salário no topo;
52% valorizam as oportunidades de desenvolvimento;
43% dão peso ao pacote de benefícios;
35% querem flexibilidade/remoto;
31% buscam aprender novas habilidades.
♻️ Mas nem tudo gira só em torno de grana. O estudo também revelou que 88% dos profissionais se preocupam com o posicionamento das empresas em temas sociais e ambientais. Entre as ações mais valorizadas estão:
promoção do bem-estar e desenvolvimento dos colaboradores (59%);
criação de ambientes diversos e inclusivos (55%).
Ou seja: o salário ainda manda muito, mas quem quiser atrair e segurar talentos no Brasil vai precisar de um combo que misture boa remuneração, desenvolvimento, benefícios e, claro, propósito.⚡


Quando a perseverança abre todas as portas

Reprodução
🎞️ Alguns filmes não precisam de grandes efeitos especiais ou tramas mirabolantes para emocionar. De Porta em Porta, inspirado em uma história real, é exatamente assim: simples, humano e profundamente inspirador.
O longa acompanha a trajetória de Bill Porter (interpretado por William H. Macy), um homem que nasceu com paralisia cerebral e que, mesmo diante das dificuldades físicas e da discriminação que enfrentava diariamente, decidiu não desistir de seus sonhos. Ele escolheu trabalhar como vendedor de porta em porta – uma profissão nada fácil, ainda mais para alguém que precisava lidar com preconceitos e olhares desconfiados a cada campainha tocada.
🚪 O que poderia ser visto como uma limitação, Bill transformou em força. Sua determinação, gentileza e autenticidade conquistaram clientes, vizinhos e, claro, o público que acompanha sua jornada. Mais do que um vendedor, ele se tornou um exemplo vivo de resiliência e de como acreditar em si mesmo pode abrir as portas que parecem mais pesadas.
Além da emocionante atuação de Macy, o filme conta com uma direção sensível que valoriza os pequenos gestos, os silêncios e os detalhes que tornam a história real ainda mais poderosa. Não é só sobre vender produtos, mas sobre conquistar corações e mostrar que a empatia pode transformar vidas.
🍿 No fim, De Porta em Porta não é apenas um drama biográfico, mas uma lição de vida que nos lembra que, por mais que o mundo tente dizer o contrário, sempre há espaço para quem insiste em acreditar no seu valor.⚡

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