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Um CEO de IA? Meta quer colocar Zuckerberg versão digital pra trabalhar #685
➜ EDIÇÃO 685



Fim de uma era? Meta pode assumir liderança sobre o Google

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🤯 Depois de duas décadas de domínio absoluto do Google, o topo da publicidade digital pode finalmente mudar de mãos. A projeção da eMarketer indica que, em 2026, a Meta deve assumir a liderança global em receita publicitária.
Os números mostram uma disputa apertada: US$ 243,5 bilhões para a Meta contra US$ 239,5 bilhões do Google. Em participação de mercado, isso representa 26,8% versus 26,4%. Não é uma diferença gigante, mas é histórica.
A IA virou o jogo
📈 Importante, o Google não está indo mal. Muito pelo contrário. A empresa segue crescendo, com alta de 11,9% ao ano — um número que seria excelente em quase qualquer cenário.
O problema é que a Meta está em outro ritmo, com um crescimento de 24,1%. E esse salto tem um motor bem claro, o uso agressivo de inteligência artificial.
🤖 A empresa vem aplicando IA em praticamente tudo:
recomendação de conteúdo (o famoso algoritmo do feed)
automação de compra de mídia
criação de anúncios (inclusive vídeos gerados por IA)
O resultado aparece nos números. O Reels já passa dos US$ 50 bilhões por ano, o Advantage+ (sistema automatizado de anúncios) chegou a US$ 60 bilhões, e as ferramentas de vídeo com IA renderam US$ 10 bilhões só no último trimestre de 2025.
💸 Não por acaso, o volume de anúncios cresceu 18%, os preços subiram 6% e a receita por usuário praticamente dobrou em cinco anos.
O dilema do Google
Enquanto isso, o Google enfrenta um desafio curioso — e, de certa forma, criado por ele mesmo.
🤔 O YouTube Premium já tem 125 milhões de assinantes. Ótimo para o negócio, mas com um detalhe: são 125 milhões de pessoas que não veem anúncios. Ou seja, menos inventário publicitário disponível.
Além disso, o coração do Google — a busca — também está sob pressão. Pela primeira vez em mais de uma década, a participação da empresa nos EUA pode cair abaixo de 50%.
📱 O motivo? Mudança de comportamento. Plataformas como TikTok e Instagram, além de ferramentas de IA, estão virando novos “mecanismos de busca” para muita gente.
E a Meta? Também tem risco
Se por um lado a Meta acelera, por outro ela também enfrenta possíveis obstáculos. Um deles vem do campo regulatório: há discussões sobre limitar ou até proibir a rolagem infinita nos apps.
⏱️ Pode parecer detalhe, mas não é. Menos tempo de uso significa menos anúncios e isso atinge diretamente o modelo de negócio da empresa.
Atenção vs intenção
No fundo, essa virada simboliza algo maior do que números.
🔍 O Google construiu seu império baseado em intenção: você busca algo, ele mostra um anúncio relevante.
Já a Meta apostou na atenção: você está rolando o feed, e o anúncio aparece no meio.
👀 Por muito tempo, a intenção foi mais valiosa. Mas a IA mudou o jogo. Se o algoritmo consegue prever o que você quer antes mesmo da busca, capturar sua atenção passa a valer mais.
E hoje, poucas empresas têm tanta atenção quanto a Meta.
A ironia do jogo
🤨 Tem um detalhe curioso nessa história. O Google pode estar perdendo espaço justamente por ter feito “tudo certo”: diversificou receita, investiu em assinaturas e construiu produtos além da publicidade.
Já a Meta foi all-in na atenção e agora colhe os frutos disso com a ajuda da IA.
🥇 No fim, 2026 pode marcar não só uma troca de liderança, mas uma mudança definitiva na lógica da publicidade digital.⚡


Zuckerberg versão IA?

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🤔 Imagina trocar ideia com o CEO… sem o CEO estar ali. Pois é exatamente isso que a Meta está preparando, uma versão em inteligência artificial de Mark Zuckerberg para interagir com funcionários da empresa.
A ideia, revelada pelo Financial Times, faz parte de um projeto maior que quer criar personagens hiper-realistas, capazes de conversar em tempo real como se fossem pessoas de verdade. E o primeiro “clone digital” escolhido? O próprio Zuck.
Um CEO… versão bot
🤖 O projeto ainda está em estágio inicial, mas já dá pra ter uma noção do que vem por aí. O “Zuckerberg de IA” está sendo treinado para imitar o jeito de falar, os trejeitos e até a forma de pensar do executivo.
E não é algo feito à distância: o próprio Zuckerberg está participando do processo, ajudando a alimentar o sistema com suas ideias, discursos públicos e visão estratégica.
🦾 Na prática, esse avatar digital poderia:
responder dúvidas de funcionários
orientar equipes em decisões do dia a dia
“representar” o CEO em interações internas
A proposta é simples (e meio futurista): aproximar a liderança dos colaboradores, mesmo que essa liderança seja… artificial.
De onde veio essa ideia?
🧑💼 A inspiração veio do sucesso da Character.AI, plataforma que permite criar bots baseados em personalidades, reais ou fictícias, e conversar com eles.
Só que, diferente dessas ferramentas abertas ao público, a Meta pretende usar seus “clones de IA” de forma interna, pelo menos por enquanto.
Nem tudo são prompts e respostas
💼 Criar um “Zuckerberg digital” convincente não é tarefa simples. Um dos principais desafios é o nível de realismo: quanto mais natural a interação, maior a necessidade de poder computacional.
Além disso, a empresa ainda trabalha para melhorar aspectos como:
qualidade das vozes geradas por IA
tempo de resposta (sem delays estranhos)
naturalidade nas interações
Inclusive, a Meta já adquiriu empresas de dublagem recentemente para turbinar esse lado do projeto.
E isso é só o começo
🤨 Vale dizer que esse “clone” não é o mesmo projeto do chamado “agente CEO”, outra ideia de Zuckerberg para automatizar tarefas do dia a dia.
No fim das contas, tudo faz parte de uma ambição maior: transformar a IA em peça central dentro da empresa, tanto para produtividade quanto para comunicação.
🤯 Se der certo, pode ser o começo de um futuro onde conversar com a liderança… não exige mais a liderança de verdade.⚡


Medo ou estratégia? A relação da Gen Z com a IA no trabalho
🤯 A inteligência artificial chegou chegando no mercado de trabalho… mas nem todo mundo está comprando essa ideia. Uma nova pesquisa das empresas Writer e Workplace Intelligence mostra que parte da Geração Z resolveu reagir e não exatamente de forma amigável.
🧒 Segundo o estudo, 29% dos profissionais entrevistados admitem sabotar ferramentas de IA nas empresas. E o dado mais curioso: desse grupo, 44% são da Geração Z — ou seja, os mais jovens no mercado.
Sabotagem? Sim, e de vários jeitos
Não é só ignorar a tecnologia. Tem gente indo além:
inserir informações confidenciais nos sistemas
se recusar a usar as ferramentas
gerar resultados ruins de propósito
“forçar erro” para fazer a IA parecer ineficiente
😬 Tudo isso com um objetivo claro: desacelerar (ou até frear) a adoção dessas ferramentas dentro das empresas.
O medo por trás disso tem nome: FOBO
Boa parte dessa resistência vem de um sentimento específico, o medo de se tornar obsoleto — conhecido como FOBO (Fear of Becoming Obsolete).
🤖 Cerca de 30% dos trabalhadores que sabotam IA dizem sentir isso. E não é um medo isolado. Um estudo anterior da KPMG já apontava que 4 em cada 10 profissionais acreditam que a IA pode roubar seus empregos no futuro.
Ou seja, não é só birra com tecnologia, é insegurança real.
Nem tudo é medo: também tem crítica
🤔 Outro ponto interessante é que nem todo mundo está sabotando por pânico. Parte dos funcionários acredita que a implementação de IA nas empresas ainda é… meio bagunçada.
26% dizem que a tecnologia prejudica a criatividade
outros apontam que o uso é confuso ou mal estruturado
Em resumo: não é só sobre “não querer usar”, mas também sobre “não confiar em como está sendo usado”.
Só que o tiro pode sair pela culatra
💸 Aqui vem o plot twist: resistir à IA pode sair caro.
60% dos executivos dizem considerar demitir quem se recusa a usar IA
profissionais que dominam essas ferramentas têm até 3x mais chances de promoção ou aumento
e a tendência é clara, quem não souber usar IA pode ficar para trás
Ou seja, enquanto alguns tentam frear a tecnologia, o mercado já está acelerando.
No fim, é mais complexo do que parece
🙅 Apesar do discurso comum de que “a IA vai roubar empregos”, nem todo mundo na comunidade científica concorda com essa visão.
Pesquisadores apontam que essa narrativa pode, em alguns casos, funcionar como uma “cortina de fumaça” para problemas estruturais das empresas — como custos e eficiência.
⚔️ No meio disso tudo, o cenário é claro, a relação entre humanos e IA no trabalho ainda está sendo negociada… e, pelo visto, com alguns conflitos no caminho.⚡


Hollywood se une contra fusão entre Warner e Paramount

Giphy / Reprodução
😬 A possível compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount mal foi anunciada… e já está dando o que falar e muito.
Mais de mil nomes de peso de Hollywood assinaram uma carta aberta criticando a operação, levantando preocupações que vão desde perda de empregos até riscos para a liberdade criativa na indústria.
Um elenco de peso contra o negócio
🤯 O protesto não é pequeno. Entre os nomes envolvidos estão estrelas como Bryan Cranston, Glenn Close, Ben Stiller, Don Cheadle e Joaquin Phoenix.
Do lado dos diretores, nomes como Denis Villeneuve, Yorgos Lanthimos e J. J. Abrams também entraram na discussão.
Ou seja, não é só barulho, é praticamente a indústria inteira levantando a mão.
O que está em jogo?
📃 O principal ponto da carta é o medo de concentração de poder. Segundo os artistas, a fusão pode reduzir ainda mais a concorrência em Hollywood, deixando menos espaço para novas histórias, ideias e profissionais.
Entre os argumentos levantados:
menos oportunidades de trabalho no setor
menos diversidade de conteúdos para o público
mais poder concentrado nas mãos de poucos executivos
🎥 Um dos trechos mais diretos do documento alerta que a fusão pode reduzir o número de grandes estúdios de Hollywood para apenas quatro — um cenário que preocupa quem vive (e depende) da indústria.
Impacto direto no mercado de trabalho
Outro ponto sensível é o emprego. A carta afirma que a união entre as empresas pode resultar na perda de dezenas de milhares de postos de trabalho.
🎬 E não só para atores e diretores. O impacto pode atingir também:
equipes técnicas
produtoras independentes
pequenas empresas que orbitam o ecossistema de Hollywood
A lógica é simples: menos empresas grandes = menos projetos = menos oportunidades.
A briga pode ir parar na Justiça
⚖️ O movimento também tem potencial para influenciar a análise regulatória do negócio. Autoridades como o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, já estariam avaliando possíveis ações para barrar a fusão.
E tem mais um detalhe que pesa contra a Paramount: a empresa ainda lida com os impactos financeiros de movimentos recentes no mercado, incluindo cortes de milhares de funcionários nos últimos anos.
Mais do que uma fusão
🤝 No fim das contas, essa história vai além de uma simples negociação entre empresas.
Para quem está protestando, o que está em jogo é o futuro da indústria, quem decide quais histórias serão contadas, quais projetos recebem investimento e quem terá espaço para trabalhar.
🍿 E, pelo visto, Hollywood não pretende assistir tudo isso de braços cruzados.⚡

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