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Um ChatGPT físico? O gadget misterioso da OpenAI #640

➜ EDIÇÃO 640

Dos disquetes à IA: Opera celebra 30 anos com projeto Web Rewind

🥳 O navegador Opera, que continua firme e forte no mercado com versões para todos os tipos de usuários, está comemorando 30 anos de história e resolveu celebrar do jeito mais internet possível: com nostalgia. Para marcar a data, a empresa lançou um site interativo chamado Web Rewind, que funciona como uma linha do tempo cheia de momentos icônicos da web.

A ideia do projeto é fazer as pessoas “redescobrirem e preservarem” personagens, programas, tendências e acontecimentos que marcaram as últimas três décadas online. O site traz uma experiência interativa que relembra desde os tempos da internet discada até a era da inteligência artificial, com direito a memes, redes sociais e muito mais.

📅 O Opera nasceu lá em 1995, na Noruega, com o nome MultiTorg Opera 2.1. Na época, o navegador vinha em disquete e rodava em sistemas como Windows 95 e OS/2 — uma verdadeira cápsula do tempo digital.

Nostalgia interativa (e com prêmio!)

Disponível em português do Brasil, o Web Rewind permite explorar os primórdios dos e-mails, o boom das redes sociais e o cenário atual dominado por IA. A navegação é simples e divertida, com animações e interações que lembram como a tecnologia evoluiu ao longo dos anos.

💾 Mas o projeto não é só para relembrar: os usuários também podem enviar suas próprias memórias da internet, ajudando a construir um acervo colaborativo de histórias digitais.

Para incentivar a participação, a Opera lançou um concurso que vai premiar as três melhores contribuições com uma viagem para a Suíça, incluindo uma visita ao CERN, o famoso laboratório onde nasceu a World Wide Web, criada por Tim Berners-Lee no fim dos anos 1980.

🌐 As inscrições para o Web Rewind ficam abertas até 27 de março de 2026, e a viagem dos vencedores está prevista para acontecer antes de 30 de junho de 2026. Quem quiser participar é só acessar o site oficial e seguir as instruções.⚡

O ambicioso primeiro produto físico da OpenAI

🔊 O primeiro produto físico da OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, pode ser um alto-falante inteligente com câmera integrada — algo como uma Alexa turbinada por IA. A informação vem do site The Information, que revelou alguns detalhes do gadget ainda em desenvolvimento.

A ideia é que o dispositivo use a câmera para reconhecer objetos em uma mesa ou interagir com pessoas ao redor, funcionando quase como um assistente visual. Segundo os rumores, ele teria recursos parecidos com o Face ID da Apple, incluindo reconhecimento facial bem avançado.

💸 O preço também chamou atenção: o alto-falante deve custar entre US$ 200 e US$ 300 (algo entre R$ 1.000 e R$ 1.500). Para comparação, o Echo Studio da Amazon saiu por US$ 219 no lançamento, enquanto modelos mais simples, como o Echo Dot, custam menos de US$ 100 nos EUA. Ou seja, a OpenAI parece mirar um produto premium, mas ainda competitivo.

OpenAI + Jony Ive: design de peso no projeto

O gadget faz parte do ambicioso plano da OpenAI de entrar no mundo do hardware e conta com Jony Ive, o lendário designer dos iPhones, iPods, iMacs e Apple Watch.

  • Ive deixou a Apple em 2019 e fundou o estúdio LoveFrom

  • Em 2025, a OpenAI comprou a startup ligada ao designer por cerca de US$ 6,5 bilhões

  • O objetivo é criar novos tipos de dispositivos totalmente centrados em inteligência artificial

  • Sam Altman já descreveu o projeto como “a tecnologia mais incrível que o mundo já viu”.

⚖️ O produto chegou a ser chamado de “io”, mas o nome foi abandonado por causa de uma disputa judicial.

Quando chega? (Spoiler: vai demorar)

Apesar do hype, o alto-falante com câmera deve ser lançado só em 2027. E isso se realmente sair do papel. A OpenAI também estaria explorando ideias ainda mais futuristas, como uma caneta inteligente com IA e até um vestível parecido com um brinco — mas tudo ainda em estágio experimental.

🤔 Enquanto isso, Sam Altman segue defendendo a IA de críticas, dizendo que seus modelos não consomem tantos recursos quanto se imagina e comparando o custo de treinar máquinas com o de “treinar” humanos ao longo de décadas.

Trabalhar demais é o novo normal?

📱 Uma publicação viral no X no fim do ano passado resumiu bem a estética da cultura da correria. De um lado, o estereótipo do tech bro de moletom e app de notas aberto. Do outro, um cara de terno com o livro Trabalho Focado, de Cal Newport.  “O da esquerda provavelmente vai vencer”, dizia o post. “O da esquerda ganha mais dinheiro, mas o da direita é mais feliz”, comentou alguém nos replies.

Seja “modo grind”, “rotina hardcore” ou o clássico mantra de “dormir é para os fracos”, a verdade é que ninguém sabe exatamente qual é a fórmula certa. E essa dúvida persegue fundadores e profissionais do Vale do Silício que tentam equilibrar ambição, saúde e sanidade mental.

Dedicação total ou rotina extrema?

Para alguns, o grind é simples: trabalhar das 9h às 21h, seis dias por semana, movido a café, energético e um sonho grande demais para ignorar.

Para outros, é quase um ritual de filme: acordar às 3h55, banho de gelo, afirmações positivas, treino rápido, suplementos e, finalmente, sentar na frente de três monitores para uma maratona de produtividade — com o smartwatch lembrando de dar os famosos 10 mil passos.

🧑‍💼 E tem quem diga que o segredo é misturar tudo isso. Gannon Breslin, CEO da snowballapp.ai, em conversa com a Fast Company, chama isso de “modo trabalho puro”: fazer o que precisa ser feito, custe o que custar, especialmente quando os prazos apertam e a startup está pegando fogo.

Essa mentalidade está cada vez mais presente nas startups de tecnologia. Algumas nem tentam esconder: uma vaga da empresa Rilla dizia que os candidatos deveriam estar animados com a ideia de trabalhar cerca de 70 horas por semana presencialmente.

📆 E Elon Musk já resumiu essa filosofia em uma frase famosa: “Ninguém jamais mudou o mundo trabalhando 40 horas por semana”.

O tal “equilíbrio” (quando dá)

Segundo Breslin, o segredo é alternar. Quando a empresa entra em um período mais estável, o que ele chama de “homeostase”, é hora de otimizar a vida pessoal: dormir melhor, cuidar da alimentação, organizar a rotina e consertar os estragos físicos e mentais deixados pelo período 996 (9h às 21h, seis dias por semana).

⚖️ Ou seja: uma dança constante entre caos e controle.

Burnout em alta (e sem glamour)

Se tudo isso parece insustentável… é porque é. O esgotamento profissional está em níveis recordes. Um relatório de 2025 da Care.com mostrou que, enquanto empresas achavam que 45% dos funcionários estavam em risco de burnout, 69% dos próprios trabalhadores disseram estar em risco moderado a alto.

🔥No fim das contas, existe uma alternativa pouco comentada no Vale do Silício: ter uma vida fora do trabalho.

Malhação vai voltar… mas em formato TikTok

Globo / Reprodução

🎉 A clássica Malhação pode estar prestes a voltar, mas com cara totalmente nova. Segundo o colunista Flávio Ricco, a ideia partiu de Amauri Soares, diretor dos Estúdios Globo, e já vem sendo discutida internamente desde dezembro do ano passado.

Só que esquece a TV tradicional, a nova versão deve nascer exclusivamente no digital, em um formato pensado para redes sociais. A proposta é apostar em episódios verticais, no estilo que a galera consome no celular, e com foco total em jovens.

Malhação versão redes sociais

📱 A ideia é criar uma espécie de “novelinha” pensada para a internet, com linguagem mais rápida, visual adaptado ao celular e elenco jovem de verdade. Os testes de elenco já começaram, mostrando que a Globo quer usar o projeto como uma nova fábrica de talentos.

A marca Malhação, que ficou no ar de 1995 até 2022, revelou uma geração inteira de atores e virou um verdadeiro símbolo da TV jovem no Brasil. Agora, a emissora tenta atualizar esse DNA para a era dos Reels, TikTok e Shorts.

Uma lacuna que ficou desde o fim da novela

📺 Quando Malhação saiu do ar, em 2020, depois de 25 anos, muita gente sentiu que a TV perdeu um espaço dedicado ao público jovem. Desde então, a faixa foi preenchida com reprises, e nos bastidores sempre se comentou que isso atrapalhou a renovação de talentos na dramaturgia.

Com essa nova versão digital, a Globo quer reconectar a marca com as novas gerações e, de quebra, descobrir novos rostos para o futuro das novelas e séries.

🎬 Por enquanto, o projeto ainda está em fase de testes e ajustes criativos, mas a ideia já está rodando forte nos bastidores. Ou seja, Malhação pode voltar — só que no formato da era do scroll infinito.⚡ 

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