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Claude ganha força e encosta na briga das grandes IAs #673

➜ EDIÇÃO 673

Gemini na Seleção? Google fecha com a CBF e leva IA pro campo

🔍 O futebol brasileiro acaba de ganhar um reforço… tecnológico. O Google é o novo patrocinador da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e chega com um plano claro: aproximar a Seleção da inteligência artificial — com direito ao Google Gemini entrando no jogo.

O acordo, anunciado nesta segunda (30), cobre praticamente tudo: seleção masculina, feminina e categorias de base (do sub-15 ao sub-23). Ou seja, é parceria de longo prazo e com impacto em toda a estrutura.

IA dentro e fora das quatro linhas

📱 Apesar de não aparecer estampado na camisa durante a Copa de 2026, o Google vai marcar presença de outras formas:

  • Conteúdos digitais nas redes da CBF

  • Uso de ferramentas de IA generativa

  • Integração com a Busca do Google para ampliar alcance

  • Backdrops de entrevistas e ações publicitárias

Na prática, a ideia é usar tecnologia para contar histórias, engajar torcedores e modernizar a comunicação da Seleção.

Futebol + tecnologia: a nova jogada

Segundo o próprio Google, a parceria é um “marco” na conexão entre esporte e inovação. Então, não é só patrocínio, é tentativa de transformar como o futebol se conecta com o público.

E faz sentido. Hoje, a disputa não é só dentro de campo, é também por atenção nas redes, experiência digital e proximidade com os fãs.

E já tem Copa no radar

🌍 A novidade chega em um momento estratégico, já de olho na Copa do Mundo FIFA de 2026, que começa em junho e será sediada por Estados Unidos, México e Canadá.

Mesmo sem estar no uniforme, dá pra apostar que o Google vai usar a vitrine global do torneio pra mostrar como a IA pode entrar no jogo — nem que seja nos bastidores.⚡

De “azarão” a queridinho

Claude / Reprodução

🤯 A disputa com o governo dos EUA? O marketing no Super Bowl? Ou as novas ferramentas cheias de poder? A verdade é que tudo isso junto acabou virando combustível para um crescimento absurdo do Claude AI, da Anthropic.

Segundo uma análise de bilhões de transações feita pela empresa Indagari, o chatbot está conquistando assinantes pagos em ritmo recorde e chamando atenção no mercado de IA.

Crescimento acelerado (e dinheiro entrando)

📈 Os dados mostram que:

  • Os gastos com Claude bateram recorde entre janeiro e fevereiro

  • Usuários antigos voltaram a usar a plataforma em peso

  • O número de assinaturas mais que dobrou em 2026

  • A maioria dos novos usuários está no plano Pro (US$ 20/mês)

Ou seja: não é só hype, tem gente pagando e voltando.

Marketing + polêmica = combo perfeito

🎬 Parte desse crescimento tem explicação clara. Durante o Super Bowl, a Anthropic lançou anúncios com um tom bem-humorado — e provocativo — tirando sarro do ChatGPT, da OpenAI.

A mensagem? O Claude não exibiria anúncios para usuários.

😂 Funcionou. E irritou gente grande, incluindo o CEO da OpenAI, Sam Altman.

A treta com o governo também ajudou

Outro fator importante foi a briga com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

🙅 A Anthropic bateu o pé ao recusar o uso de sua IA para:

  • Operações militares letais automatizadas

  • Vigilância em massa

O CEO Dario Amodei chegou a se posicionar publicamente, o que deu ainda mais visibilidade à empresa.

🧑 Resultado? Mais gente conhecendo — e testando — o Claude.

Features novas também puxaram o crescimento

Além do barulho midiático, a evolução do produto fez diferença:

Essas funções, claro, são exclusivas dos planos pagos, o que ajuda a explicar o aumento nas assinaturas.

Mas calma: o ChatGPT ainda lidera

🥇 Mesmo com o crescimento forte, o ChatGPT continua sendo o gigante do mercado.

A plataforma da OpenAI ainda lidera com folga em número de usuários pagos e segue crescendo.

🤖 Ou seja, o Claude está subindo rápido, mas ainda está correndo atrás.

O segredo não é falar primeiro, é falar melhor

🫠 A cena é quase universal: a reunião começa, alguém pede sugestões e você já tem uma resposta na ponta da língua. Não é só uma ideia qualquer — é boa, faz sentido, resolve o problema. Você fala, espera alguma reação… e nada acontece. O silêncio vem, a conversa segue e, no fim, fica aquela sensação de frustração: como algo tão óbvio passou batido?

A primeira impressão costuma ser simples, achar que o problema está nos outros. Mas, na prática, reuniões não funcionam como um concurso de melhores ideias. Estar certo não garante influência. E, curiosamente, às vezes apresentar a melhor solução cedo demais pode até jogar contra você.

Quando acertar rápido demais vira problema

😡 Um dos motivos tem a ver com algo bem humano: o ego. Quando alguém chega com uma solução pronta logo no início, pode soar como se estivesse “encerrando” a discussão antes que ela aconteça. Mesmo sem intenção, isso pode fazer os outros se sentirem deixados de lado no processo.

As pessoas não querem apenas ouvir a resposta; elas querem participar da construção dela. Quando isso não acontece, a tendência é resistir — não à ideia em si, mas à forma como ela foi apresentada.

Nem todo mundo quer (ou consegue) pensar tanto assim

🧠 Outro ponto importante é que nem todo mundo está, naquele momento, disposto a fazer um esforço mental mais profundo. Reuniões acontecem no meio de agendas cheias, prazos apertados e atenção fragmentada.

Em vez de analisar cada proposta com calma e lógica, o grupo recorre a atalhos: quem parece mais confiante, quem costuma ser ouvido, quem fala no momento certo. Se uma ideia mais elaborada aparece cedo demais, pode simplesmente ser ignorada porque exige mais energia do que as pessoas estão dispostas a investir ali.

O conforto do que já é conhecido

🫧 Também existe uma tendência natural dos grupos de se manterem no terreno conhecido. Ideias muito diferentes ou inovadoras, principalmente no começo da conversa, podem soar como algo fora de sintonia com o restante da equipe.

Em vez de parecerem visionárias, acabam sendo vistas como deslocadas. E, quase sem perceber, o grupo protege o próprio ritmo, priorizando o que parece mais seguro e familiar.

Como fazer suas ideias realmente ganharem espaço

💬 A boa notícia é que isso não significa que suas ideias precisam mudar, mas sim a forma como você as coloca na mesa. Muitas vezes, o impacto está menos no conteúdo e mais no timing e na construção coletiva.

Dar um passo atrás no início da conversa, ouvir o que está sendo dito e entender o contexto pode fazer toda a diferença. Quando a ideia aparece conectada ao que o grupo já discutiu, ela deixa de soar isolada e passa a parecer uma continuação natural do raciocínio.

🎯 Outra mudança poderosa é compartilhar o caminho, e não apenas o destino. Em vez de apresentar a solução pronta, vale conduzir as pessoas pelo raciocínio que levou até ela. Isso ajuda o grupo a acompanhar o pensamento, reduz a resistência e cria uma sensação de alinhamento.

Transforme a ideia em algo coletivo

Talvez o ponto mais estratégico seja abrir espaço para que os outros participem. Uma ideia que parece 100% fechada pode afastar. Já uma proposta que convida o grupo a contribuir — seja identificando riscos, sugerindo ajustes ou completando detalhes — tende a ganhar mais adesão.

🤝 Nesse momento, ela deixa de ser “sua” e passa a ser “nossa”. E ideias compartilhadas dificilmente são ignoradas.

No fim, não é só sobre estar certo

No fim das contas, influência em reuniões não vem só de ter boas respostas, mas de saber como conduzir as pessoas até elas. Não se trata de falar mais alto ou ser o primeiro a resolver tudo, e sim de criar um caminho em que os outros queiram caminhar junto.

🙂 Às vezes, a diferença entre ser ignorado e ser ouvido está apenas em transformar uma solução individual em uma construção coletiva.

Aumento confirmado

Giphy / Reprodução

😡 Se você tava namorando um PlayStation 5, talvez seja bom correr, porque o preço vai subir e não é pouco.

A Sony confirmou um reajuste global no console, e o Brasil entrou na lista. A partir do dia 2 de abril de 2026, os novos valores começam a valer e deixam o PS5 ainda mais salgado por aqui, com aumentos que chegam a R$ 600.

Preço novo, bolso chorando

💸 Com a atualização, até a versão mais “acessível” do console passa a custar acima dos R$ 5 mil. Olha como ficam os preços:

  • PS5 padrão: de R$ 4.499,90 → R$ 5.099,90

  • PS5 Digital: de R$ 3.999,90 → R$ 4.599,90

  • PS5 Pro: de R$ 6.999,90 → R$ 7.499,90

  • PlayStation Portal: de R$ 1.499,90 → R$ 1.899,90

Ou seja, upgrade no setup, downgrade na conta bancária.

Não é só no Brasil

🌎 Esse aumento não é exclusividade nossa. Mercados como Estados Unidos, Europa, Reino Unido e Japão também estão recebendo novos preços, cada um ajustado à sua realidade.

Segundo a Sony, a culpa é do combo clássico: custos de produção mais altos, cenário econômico instável e pressão na indústria tech como um todo. Tradução: ficou mais caro fazer, ficou mais caro vender.

Ainda dá tempo (mas não vacila)

A boa notícia? Ainda dá pra encontrar o PS5 com o preço antigo, pelo menos por enquanto. Como o reajuste depende da atualização de estoque das lojas, alguns varejistas ainda não repassaram os novos valores.

Na prática, isso cria uma pequena janela de oportunidade: quem agir rápido pode economizar até R$ 600.

Depois do dia 2, a tendência é que os novos preços dominem geral.

Moral da história

🎮 Se o PS5 já tava na sua lista, esse é o típico momento “agora ou nunca”. Porque depois do reajuste… só se for parcelando a alma junto.

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